Após a morte - Resumo de Allan Kardec
A libertação da alma e do corpo se opera gradualmente e com uma lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que unem a alma ao corpo não se rompem senão pouco a pouco, e tanto menos rapidamente quanto a vida foi mais material e mais sensual. (O Livro dos Espíritos, nº 155)
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No momento da morte, primeiro tudo é confuso; a alma precisa de algum tempo para se reconhecer, porque está meio atordoada, e no estado de um homem saindo de sono profundo e que procura inteirar-se da sua situação. A lucidez das idéias e a memória do passado lhe retornam à medida que se desfaz a influência da matéria da qual acaba de se libertar, e que se dissipa a espécie de bruma que obscurece seus pensamentos.
A duração da perturbação que se segue à morte é muito variável; pode ser de algumas horas somente, como de vários dias, de vários meses e mesmo de vários anos. Ela é menos longa naqueles que, durante a vida, se identificaram com seu estado futuro, porque compreendem imediatamente sua situação; é tanto mais longa quanto o homem tenha vivido mais materialmente.
As sensações que a alma experimenta nesse momento são também muito variáveis;
a perturbação que segue a morte nada tem de penosa para o homem de bem; ela é calma e em tudo semelhante à sensação que acompanha um despertar pacífico.
Para aquele cuja consciência não é pura e que está mais preso à vida corporal que à espiritual, ela é cheia de ansiedade e de angústias que aumentam à medida que ela se reconhece; porque então ela está tomada de medo e de uma espécie de terror em presença daquilo que vê, e sobretudo daquilo que entrevê.
A sensação que se poderia chamar física é a de um grande alívio e de um imenso bem-estar; sente-se como livre de um fardo, e se está muito feliz por não sentir mais as dores corporais que se sentia poucos instantes antes de se sentir livre, desligado e alerta como quem viesse a ser libertado de pesadas correntes.
Na sua nova situação, a alma vê e ouve o que via e ouvia antes da morte, mas vê e ouve outras coisas que escapam à grosseria dos órgãos corporais; ela tem sensações e percepções que nos são desconhecidas (Revista Espírita, 1859, pág. 224: Morte de um espírita - Idem, 1860, pág. 332: O sonho do Espírito - Idem, 1862, pág. 129 e 171: Funerais de M. Sanson).
Nota: Estas respostas, e todas aquelas relativas à situação da alma depois da morte ou durante a vida, não são o resultado de uma teoria ou de um sistema, mas de estudos diretos feitos sobre milhares de indivíduos observados em todas as fases e em todos os períodos da sua existência espiritual, desde o mais baixo até o mais alto grau da escala, segundo seus hábitos durante a vida terrestre, o gênero de morte, etc. Diz-se, freqüentemente, falando da vida espiritual, que não se sabe o que lá se passa porque pessoa alguma dela retornou; é um erro, uma vez que são precisamente os que lá se encontram que vêm dela nos instruir, e Deus o permite hoje mais que em nenhuma outra época, como última advertência dada à incredulidade e ao materialismo.
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http://www.guia.heu.nom.br/apos_a_morte_resumo_de_ak.htm
O suicídio de Allan Kardec
Paulo da Silva Neto Sobrinho
É preciso propagar a moral e a verdade. (MUMS)
Os incapazes de atacar um pensamento atacam o pensador. (Paul Valery)
Caro leitor, não estranhe o título desse texto, mas realmente “suicidaram” Allan Kardec. Os fundamentalistas, por falta de argumentos que venham a derrubar as bases da Doutrina Espírita, passam a alardear, aos quatro ventos, que Kardec teria se suicidado. Recentemente recebemos um e-mail, que de tão engraçado não houve como nos conter, e só com muito esforço conseguimos parar de rir, pois nele um evangélico, literalmente, disse:
“Se suicidou (A.Kardec) de tão obcediado que foi pelos chamados espíritos de luz, estes mesmos espíritos que são a chave da doutrina espírita...”
Apertado pelos nossos questionamentos esse pobre desinformado acabou confessando que:
“Quanto a Allan Kardec (se suicidou ou não) não obtive esta informação através de pesquisa, mas sim dos meus próprios familiares espíritas o que me fez ficar envergonhado no que relatei a você, em e-mail anterior. Confesso que acredito no que você me relatou a respeito deste assunto pois, considero e sei o que digo. Você não é só um estudioso, mais um praticante”.
Louvável essa sua atitude, pois acabou, honrosamente, por confessar que não havia obtido essa informação de fonte insuspeita, cuja fundamentação só pode ser feita em pesquisadores ou biógrafos. Só que ficamos a pensar que “tipo” de Espiritismo freqüentam os familiares dele para lhe passar uma informação dessas. Até aí, isso não passa de evidente anedota, e põe anedota nisso...
Mas aproveitando a oportunidade, para um esclarecimento sobre as circunstâncias da morte de Kardec, vamos passar a você, caro leitor, o que encontramos a respeito. E quem sabe se esse texto não venha a cair nas mãos de pessoas interessadas na verdade dos fatos, já que detratores, sem base de pesquisa séria, buscam denegrir Allan Kardec, por absoluta incompetência de lhe refutar os argumentos lógicos e racionais.
O que relatam os seus biógrafos e pesquisadores
Vejamos alguma coisa da biografia de Allan Kardec, por:
1) Henri Sausse
Hippolyte-Léon-Denizard Rivail – Allan Kardec – faleceu em Parias, rua e passagem Sant’Ana, 59, 2ª circunscrição e mairie de la Banque, em 31 de março de 1869, na idade de 65 anos, sucumbindo da ruptura de um aneurisma. (KARDEC, A.O que é o Espiritismo, pág. 44).
2) André Moreil
E, então, na manhã de 31 de março de 1869, o coração de Denizard Hippolyte Léon Rivail – Allan Kardec detém-se para sempre, em conseqüência da ruptura de um aneurisma. (Vida e Obra de Allan Kardec, p. 85);
3) Revista Grandes Líderes da História
Os problemas de Saúde
Em sua primeira crise cardíaca, Kardec recebeu a ajuda de um médico muito especial. Seu grande amigo Antoine Demeure, médico com o qual se correspondia, mas a quem nunca havia encontrado, acabara de morrer, no dia 25 de janeiro de 1865, aos 71 anos. O doutor Demeure, espírita convicto, vivia a caridade pregada pela Doutrina de forma plena. Cinco dias depois da falência de seu corpo, seu espírito foi evocado em uma sessão da Sociedade Espírita de Paris, comunicação narrada em “O Céu e o Inferno”. Dois dias depois desse encontro entre os dois amigos – um vivo e outro morto -, o bondoso médico apareceu para acudir Allan Kardec com seus problemas cardiovasculares. Embora fosse uma alma crente nas verdades espíritas, Demeure era também um cientista positivista e logo passou um belo sermão em seu amigo encarnado. Primeiro, disse que a crise não duraria muito, se Kardec seguisse suas prescrições. Mas, no dia seguinte, tratou logo de dar um belo “puxão de orelha” no velho professor, dizendo que ele deveria cuidar melhor de sua saúde, pois ainda tinha que terminar a codificação da Doutrina. Se, por descaso e excesso de trabalho, desencarnasse antes de acabar o que começara, Kardec seria mesmo julgado por homicídio voluntário nos tribunais divinos.
Assim, a partir de 1865, o Codificador passou a dividir seus trabalhos, como responde um gigantesco número de correspondência, com secretários e auxiliares. Mas a verdade é que continuou abusando de sua cada vez mais combalida saúde e, vira e mexe, caía doente. E as coisas foram nessa toada até o mês de março de 1869. Curiosamente, em abril, a edição da “Revista Espírita” – que chegou às bancas após a morte de Kardec -, trazia uma mensagem do Codificador, informando que, a partir do dia 1º de abril daquele mês, o escritório para assinaturas e expedição do periódico seria transferido para a sede da Livraria Espírita, na rue Lille 7. Kardec também avisava que ele próprio estava de mudança para a Avenue et Villa Ségur 39, onde possuía uma casa desde 1860, mais ou menos. Enquanto encaixotava as coisas na casa da rue Saint-Anne, ele recebeu a visita de um caixeiro de livraria. Ao atender o sujeito, Kardec caiu fulminado, vítima da ruptura de um aneurisma. O relógio andava entre onze da manhã e meio-dia. Seu empregado tentou erguê-lo, mas em vão. O seu amigo Gabriel Delanne usou do magnetismo, mas também foi em vão. O corpo de Allan Kardec já estava morto. Segundo E. Muller, amigo da família, “nada de tétrico marcara a passagem de sua morte; se não fora pela parada da respiração, dir-se-ia que ele estava dormindo”. (Revista Grandes Líderes da História: Allan Kardec, pp. 31-32).
4) Jorge Damas Martins e Stenio Monteiro de Barros
São os autores do livro Allan Kardec – Análise de Documentos Biográficos, que fornecem até uma cópia da certidão de óbito do codificador, cuja tradução do francês, constante do livro, transcrevemos:
343
Rivail
? de ses-
senta e
cinco anos
de idade
Assinaturas
Ao primeiro de abril de mil oitocentos e sessenta e nove, às dez horas e meia da manha.
Certidão de óbito de Léon Hippolyte Denisart Rivail, falecido ontem às duas horas da tarde em seu domicílio em Paris, rua Ste Anne nº 59, nascido em Lyon (Rhône), escritor, filho de Rivail, e de Duhamel sua esposa, falecidos. Casado com Amélie Gabrielle Boudet, de setenta e três anos de idade, sua esposa, sem profissão. O dito óbito devidamente constatado por nós, François Ernest Labbé, adjunto do prefeito e oficial do estado civil no Segundo Distrito de Paris; totalmente feita conforme declaração de Armand Théodore Desliens, empregado, de vinte e cinco anos de idade, morador no Boulelvard du Prince Eugène nº 110 e de Alexandre Delanne, negociante, de trinta e nove anos de idade, morador na passagem Choiseul nº 39 & 41, não-parentes, testemunhas que assinam conosco após leitura da certidão.
---------assinaturas----------
Continuando, em pouco mais à frente:
2 – 31 de Março de 1869
O registro das testemunhas do óbito, ocorreu “ao primeiro de abril de 1869, às dez horas e meia da manha”. Informaram que Rivail faleceu “ontem... em seu domicílio em Paris, na rua Ste. Anne, nº 59”.
A certidão ressalta o que todos sabemos: Allan Kardec retorna ao plano espiritual, numa quarta-feira, dia 31 de março do ano de 1869, fulminado, como citam seus biógrafos, pela ruptura de um aneurisma. (31).
Imediatamente após conhecimento do fato, o Sr. E. Muller, grande amigo de Kardec e de sua esposa, mandou o seguinte telegrama aos espíritas lioneses: “Monsieur Allan Kardec est mort, on l’enterre vendredi”, ou seja, em português: “Morreu o Sr. Allan Kardec, será enterrado sexta-feira”.
No mesmo dia, o sr. Muller assim se expressava em carta ao Sr. Finet, de Lião:
(....)
Ele morreu esta manhã, entre onze e doze horas, subitamente, ao entregar o número da “Revue” (32) a um caixeiro de livraria que acabava de comprá-lo, ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra: estava morto.
Sozinho em sua casa (Rua Sant’Ana), Kardec punha em ordem livros e papéis para a mudança que se vinha processando e que deveria terminar amanhã. Seu empregado, aos gritos da criada e do caixeiro, acorreu ao local, ergueu-o... nada, nada mais. Delanne (33) acudiu com toda a presteza, friccionou-o, magnetizou-o, mas em vão. Tudo estava acabado.
(31) Nota da editora: Dificilmente a causa da desencarnação de Kardec teria sido o rompimento de um aneurisma, como se tem dito, chegando-se a especificar que teria sido da aorta descendente. A constatação do óbito por aneurisma, à época, se daria apenas através da necropsia, e não se consta que os despojos de Allan Kardec tenham sido submetidos a esse exame. A descrição do Sr. Muller, que diz: “ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra, estava morto”, acrescida da descrição de toda a cena, nos leva a crer tenha ocorrido uma parada cardíaca após um infarto fulminante do miocárdio. Demais, é manifesto, em suas biografias, pelas orientações médicas descritas, que Kardec era cardíaco. Dos arquivos de Canuto Abreu, publicada por Wantuil & Thiesen (pp. 112-113), uma carta de Kardec ao sr. Judermühle diz o seguinte: “Desde o dia 31 de janeiro (1865) [...] fui acometido de um reumatismo interno que se estendeu ao coração e aos pulmões”... Esta é a descrição de uma insuficiência cardíaca congestiva. L. Palhano Jr.
(32) Nota da editora: “Entregou o número da ‘Revue’”. Este fato confirma que Kardec esteve lúcido até os seus últimos momentos na Terra, visto que nesse número da revista seus pensamentos mantinham a coerência e o bom-senso de sempre. L. Palhano Jr.
(33) Alexandre Delanne, pai do engenheiro e emérito pesquisador e escritor espírita Gabriel Delanne.
(MARTINS, J. D. e BARROS, S. M. Allan Kardec – Análise de Documentos Biográficos, pp. 58-62).
Possivelmente um detrator mais perspicaz, poderá dizer que, num texto do livro Obras Póstumas, há provas de que Kardec foi alertado para o seu problema de saúde, e embora de princípio ele tenha se mostrado receptivo, o tempo mostrou que as advertências não foram atendidas, pois que sucumbiu de aneurisma. Ou seja, seria como um médico alertar a um fumante do perigo em que se encontra, e este embora a princípio se mostre receptivo, algum tempo depois vem a sucumbir de um câncer de pulmão. No atestado de óbito não constará que foi suicídio, é óbvio, mas implicitamente o paciente não está livre desta culpa. E isso não deixa de ser um suicídio, embora indireto. Além disso, a advertência foi clara: “Se, por descaso e excesso de trabalho, desencarnasse antes de acabar o que começara, Kardec seria mesmo julgado por homicídio voluntário nos tribunais divinos”.
Para evitar esse tipo de argumento que, porventura, possa ser usado por alguém, vamos transcrever toda a história com o médico Demeure. Leiamos o que consta na Revista Espírita:
As duas comunicações seguintes, dadas em 1º e 2ª de fevereiro, são relativas à enfermidade de que fomos atingidos subitamente a 31 de janeiro. Embora sejam pessoais, nós as reproduzimos, porque elas provam que o Sr. Demeure é tão bom quanto o Espírito que ele era como homem, e que oferecem, além disso, um ensino. É um testemunho de gratidão que devemos à solicitude de que fomos objeto de sua parte, nessa circunstância:
“Meu bom amigo, tende confiança em nós, e boa coragem; esta crise, embora fatigante e dolorosa, não será longa, e, com os comedimentos prescritos, podereis, segundo os vossos desejos, completar a obra da qual vossa existência foi o objetivo principal. Portanto, sou eu que estou sempre aí, junto de vós, com o Espírito de Verdade, que me permite tomar em seu nome a palavra, com o último de vossos amigos vindo entre os Espíritos! Eles me fazem a honra das boas-vindas. Caro mestre, quanto sou feliz de ter morrido mais cedo, teria talvez podido vos evitar essa crise que eu não previa; havia pouco tempo que eu tinha desencarnado para me ocupar de outra coisa senão do espiritual; mas agora velarei sobre vós, caro mestre, é vosso irmão e amigo que está feliz de ser Espírito para estar junto de vós e vos dar os cuidados que vos dão, vos conformando estritamente às suas prescrições”.
“Faz muito calor aqui; este carvão é fatigante. Enquanto estiverdes doente, não o queimeis; ele continua a aumentar a vossa opressão; os gases que dele se desprendem são deletérios”.
“Vosso amigo,”
DEUMERE
“Sou eu, Demeure, o amigo do Sr. Kardec. Venho dizer-lhe que estava junto dele quando do acidente que lhe ocorreu, e que teria podido ser funesto sem uma intervenção eficaz para a qual fiquei feliz em concorrer. Segundo as minhas observações e as informações que hauri em boa fonte, é evidente para mim que, quanto mais cedo a sua desencarnação se operar, mais cedo poderá se fazer a reencarnação pela qual virá acabar a sua obra. No entanto, lhe é preciso dar, antes de partir, a última mão nas obras que devem completar a teoria doutrinária da qual é o iniciador, e ele se torna culpado de homicídio voluntário contribuindo, por excesso de trabalho, ao defeito de seu organismo que o ameaça de uma subida partida para os nossos mundos. Não é preciso temer de dizer-lhe toda a verdade, para que se mantenha em guarda e siga do pé da letra as nossas prescrições”.
DEMEURE
(Revista Espírita março de 1865, pp. 83-84)
e mais artigos:
http://blogdonept.blogspot.com/2008/10/morte-de-allan-kardec.html
http://www.paginaespirita.com.br/a_morte_de_kardec.htm
A oração nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suporta-lo.
Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, afim de resolvê-los com segurança.
Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-las como são.
Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.
Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se, através de influências obsessivas.
Não nos livra da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para extensão do mal.
Não nos isenta da imcompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância para que a sombra do desiquilibrio não nos atinja o coração.
Nem sempre nos evitará os obstáculos e as provações do caminho que nos experimentem por fora, mas sempre nos garantirá a tranquilidade, por dentro de nós, induzindo-nos
a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida, Deus nos faz sempre o melhor.
Aristóteles, filósofo grego,
escreveu este texto "
Revolução da Alma“ no ano
360 A.C. e é eterno.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Não coloque objetivo longe
demais de suas mãos, abrace os
que estão ao seu alcance hoje.
Se andas desesperado por
problemas financeiros,
amorosos, ou de
relacionamentos familiares,
busca em teu interior a
resposta para acalmar-te,
você é reflexo do que pensas
diariamente. Pare de pensar
mal de você mesmo(a), e seja
seu melhor amigo(a) sempre.
Sorrir significa aprovar,
aceitar, felicitar. Então abra
um sorriso para aprovar o
mundo que te quer oferecer o
melhor.
Com um sorriso no rosto as
pessoas terão as melhores
impressões de você, e você
estará afirmando para você
mesmo, que está "pronto"
para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Agradeça tudo que está em
sua vida nesse momento,
inclusive a dor.
Nossa compreensão do
universo, ainda é muito
pequena para julgar o que
quer que seja na nossa vida.
A grandeza não
"consiste em receber
honras, mas em
merecê-las."
PENSE E ANOTE
Se a cólera está alcançando você, reserve algum canto do cérebro em que você consiga pensar.
Qualquer raciocínio rápido lhe trará serenidade para reconhecer a inconveniência da irritação.
Se você pode refletir, perceberá de pronto, que ante a pessoa capaz de desequilibrar-lhe os sentimentos, a possibilidade de auxiliar com mais segurança, está do seu lado.
Se alguém lhe trouxe prejuízos, este alguém começou por lesar a si mesmo.
Se você sofre agressão, o ofensor realmente não sabe que débitos contraiu com isso, sem que haja necessidade de se lhe agravar a situação.
Azedume é ambiente para perturbação e enfermidade.
Raiva, em muitos casos, é ponto de apoio a processos obsessivos.
Intemperança mental é um espetáculo de fraqueza.
A raiva diminuirá ou extinguirá os seus créditos de confiança.
Em qualquer ocorrência desagradável, pense e acalme-se porque a cólera não auxilia ninguém.
pelo Espírito André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.
O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo.
Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você!
UM HOMEM RICO
Apenas recentemente percebi que eu sou um homem muito rico.
Não da maneira definida pela sociedade.
Eu não tenho uma grande casa, um belo carro ou muito dinheiro.
Pode ser que, no futuro, eu tenha algumas destas coisas.
Ainda assim, eu sou um homem muito rico.
Tem vezes que chego a me sentir o homem o mais rico do mundo.
Minha riqueza vêm do coração e da alma e não do dinheiro.
Quando saio de casa pela manhã e ouço os pássaros cantar seus elogios à Deus, eu sei que sou um homem rico.
Quando olho para o céu e percebo a gloriosa beleza de um nascer do sol ou de um por do sol, eu sei que sou um homem rico.
Quando minhas crianças me dão um abraço ou quando minha esposa me acaricia, eu sei que sou um homem rico.
Quando ouço aquelas palavras mágicas "eu te amo" sussurradas em minha orelha, eu sei que sou um homem rico.
Quando meus cães lambem minha mão e saltam abanando o rabo alegremente, eu sei que sou um homem rico.
Quando posso encorajar e ajudar a um amigo ou trazer alegria para uma outra pessoa, eu sei que sou um homem rico.
Quando escrevo estas palavras e sei que podem ajudar a alguém por aí a perceber o quanto são ricas, eu sei que sou um homem rico.
Lembre-se do quanto você tem de riqueza nesta vida.
O amor e a alegria e a família e os amigos valem mais do que qualquer quantidade de dinheiro.
A própria vida é um presente sem preço nos dado por Deus.
Aproveite as verdadeiras riquezas da vida.
Comemore o tesouro de sua existência.
No final, a única riqueza que você pode levar desta vida é o amor, a alegria, e a felicidade que você criou nela.
Tradução de SergioBarros
Do texto de Joseph J. Mazzella. ©
TUDO TEM SEU TEMPO...
De nada adianta querer apressar as coisas.
Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo!
Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.
Mas qual é esse tempo certo?
Bom, basta observar os sinais.
Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa!
Basta você acreditar que nada acontece por acaso!
E talvez seja por isso que você esteja agora lendo essas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e você nem os notou ainda.
'A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO'
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos,percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim
se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,justamente os que forneciam calor. E, por
isso, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia
causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.
MORAL DA HISTÓRIA:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...
* Reflita e tente colocar em prática
Segundo os ensinamentos de Nitiren Daishonin, através da recitação deste mantra ( nam myoho rengue kyo ) nossa vida entra em ritmo com o universo e através dessa harmonia podemos estabelecer uma forte identidade que não será abalada por nenhuma dificuldade.
No pensamento desta linha de budismo, existe a felicidade relativa, que é aquela obtida através da satisfação de um desejo ou da eliminação de um sofrimento, e a felicidade absoluta, aquela que surge da própria vida da pessoa, não causada pelas situações exteriores. O objetivo da recitação do daimoku é construir uma vida que não seja derrotada pelos obstáculos, e que tais obstáculos sejam uma oportunidade para o crescimento, ou seja, para o alcance da felicidade absoluta.
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NAM
Nam, abreviatura de Namu, que deriva do sânscrito NAMAS, significa "devotar" ou a relação perfeita da vida da pessoa com a verdade eterna. Ou seja, dedicar a própria vida ou relacionar-se com a verdade eterna da vida. Também significa acumular infinita energia através desta fonte e tomar atitudes positivas aliviando o sofrimento dos outros.
MYOHO
Myoho literalmente significa Lei Mística.
Myo significa "místico", mas elimina qualquer sombra de milagre. É assim chamado porque o mistério da vida é de inimaginável profundidade por tanto está além da compreensão do homem.
Ho significa "lei". A intrínseca natureza da vida é tão mística e profunda, que transcende o âmbito de conhecimento humano. Por exemplo: o ser humano nasce como um bebê, cresce e torna-se um jovem, depois um idoso e por fim morre. Isso é obviamente, uma inquebrável lei regulando cada espécie de vida. Ninguém jamais pode nascer adulto ou escapar desse ciclo, por mais que deseje.
RENGUE
Rengue é a lei de causa e efeito. O budismo esclarece essa lei em todos os fenômenos do universo, e é simbolizada pela Flor de Lótus (Ren, flôr e Gue lótus, em japonês), pois produz a semente (Causa) e a flor (Efeito) simultaneamente. Uma quantidade enorme de todas as causas passadas formam o efeito da condição presente. Ao mesmo tempo, o momento presente é a causa do futuro. Assim, a vida é a continuação dos momentos combinados pela corrente de causa e efeito.
KYO
Finalmente kyo significa a função e influência da vida, como também a transformação do destino, simbolizando a continuidade da vida através do passado presente e futuro. É o ensinamento do Buda, que é eterno
Myoho-rengue-kyo é o título do Sutra de Lótus, como foi traduzido para o chinês, que Nitiren Daishonin nos aponta como o Sutra que contém o caminho para a iluminação. Colocando Nam antes do título do Sutra de Lótus ele cunhou o mantra que recitamos diariamente, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, que numa tradução livre seria o algo como: Devotar-se ao Sutra de Lótus, ou Devotar-se à Lei Mística da Causa e Efeito exposta pelo Buda no Sutra de Lótus.
Claro que isso é apenas uma tradução extremamente simplista dos caracteres que compõe o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, e não expõe toda a profundidade da Lei Mística, que é a expressão da verdade última da vida.
O Nam-Myoho-Rengue-Kyo cobre todas as leis, toda a matéria e todas as formas de vida existentes no Universo. em outras palavras, é a vida do Buda que alcançou a suprema Iluminação. Se expandirmos ao espaço ilimitado, é idêntica à vida do Universo, e se condensarmos ao espaço limitado, é igual a vida individual dos seres humanos.
A natureza de Buda está exatamente dentro de cada um de nós. É o Nam-Myoho-Rengue-Kyo. Quando entoamos o Daimoku a natureza de Buda dormente dentro das nossas vidas é convocada. Invocado deste modo, o que desperta é o Buda. Quando um pássaro numa gaiola canta, os pássaros voando no céu vêm para baixo. Quando os outros pássaros se reúnem ao redor, o pássaro engaiolado tentará escapar. Do mesmo modo se recitarmos a Lei Mística, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo em voz alta, a natureza de Buda se revela e se alegra e nos acompanha. Se praticarmos corretamente, não haverá beco sem saída na vida. Uma vez que nos baseamos na Lei Mística, podemos definitivamente transformar as nossas vidas para o melhor e ultrapassaremos qualquer impasse. Em qualquer situação, seguir essa lei absoluta com fé absoluta é, na verdade a base da nossa prática.
Nam-Myoho-Rengue-Kyo!
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http://www.askrobbie.com/Daimoku.m4a (listen in itunes or quicktime)
Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo
Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra.
The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost.
http://www.youtube.com/watch?v=sdrIKXPjs0Y
Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra.
The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost.
Nam-myoho-renge-kyo
The invocation of Nam-myoho-renge-kyo was established by Nichiren Daishonin on April 28, 1253. Having studied widely among all the Buddhist sutras, he had concluded that the Lotus Sutra contains the ultimate truth of Buddhism: that everyone without exception has the potential to attain Buddhahood. The title of the Lotus Sutra in its Japanese translation is Myoho-renge-kyo. But to Nichiren, Myoho-renge-kyo was far more than the title of a Buddhist text, it was the expression, in words, of the Law of life which all Buddhist teachings in one way or another seek to clarify. What follows is a brief and unavoidably limited explanation of some of the key concepts expressed by this phrase.
Nam
The word nam derives from Sanskrit. A close translation of its meaning is "to devote oneself." Nichiren established the practice of chanting Nam-myoho-renge-kyo as a means to enable all people to put their lives in harmony or rhythm with the law of life, or Dharma. In the original Sanskrit, nam indicates the elements of action and attitude, and refers therefore to the correct action one needs to take and the attitude one needs to develop in order to attain Buddhahood in this lifetime.
Myoho
Myoho literally means the Mystic Law, and expresses the relationship between the life inherent in the universe and the many different ways this life expresses itself. Myo refers to the very essence of life, which is "invisible" and beyond intellectual understanding. This essence always expresses itself in a tangible form (ho) that can be apprehended by the senses. Phenomena (ho) are changeable, but pervading all such phenomena is a constant reality known as myo.
Renge
Renge means lotus flower. The lotus blooms and produces seeds at the same time, and thus represents the simultaneity of cause and effect. The circumstances and quality of our individual lives are determined by the causes and effects, both good and bad, that we accumulate (through our thoughts, words and actions) at each moment. This is called our "karma." The law of cause and effect explains that we each have personal responsibility for our own destiny. We create our destiny and we can change it. The most powerful cause we can make is to chant Nam-myoho-renge-kyo; the effect of Buddhahood is simultaneously created in the depths of our life and will definitely manifest in time.
The lotus flower grows and blooms in a muddy pond, and yet remains pristine and free from any defilement, symbolizing the emergence of Buddhahood from within the life of an ordinary person.
Kyo
Kyo literally means sutra, the voice or teaching of a Buddha. In this sense, it also means sound, rhythm or vibration. Also, the Chinese character for kyo originally meant the warp in a piece of woven cloth, symbolizing the continuity of life throughout past, present and future. In a broad sense, kyo conveys the concept that all things in the universe are a manifestation of the Mystic Law.
Primary Practice
Chanting Nam-myoho-renge-kyo--also known as "Daimoku"--is the primary practice of SGI members. Through this practice, one is able to reveal the state of Buddhahood in one's life, experienced as the natural development of joy, increased vitality, courage, wisdom and compassion.
ESCUTA
André Luiz
Não é a tua palavra primorosa a força que te exaltará a inteligência e, sim, o objetivo para o qual se dirige.
Não é a dádiva que te confere o título de benfeitor, mas o modo pelo qual te manifestas, através dela.
Não é a fortuna material que te faz realmente rico e, sim, a aplicação dignificante das utilidades que reténs a beneficio de todos.
Não é a fama terrestre a claridade que te coroa o nome e sim a benção do Céu sobre a reta conduta que abraçaste em favor do bem coletivo.
Não é a lição verbal o poder com que educarás o companheiro de luta, nas tarefas de cada dia, mas o teu exemplo reiterado na edificação comum por intermédio da própria melhoria.
Não é a tua crença sectária, embora fervorosa, que te guiará à sublimação na vida espiritual, depois da morte do corpo e, sim, os teus atos de bondade santificante, que serão testemunhas permanentes de tua alma, onde estiveres.
Não é a fé sem obras que te iluminará a senda de progresso, mas as obras dignificadoras que conseguires concretizar, em ti mesmo e fora de ti, inspirado por tua fé.
Não é a cultura intelectual inoperante que te fará respeitável, e sim o espírito de serviço com que te devotares, em qualquer condição, à felicidade dos semelhantes.
Não é o êxito suscetível de sorrir-te na Terra, por alguns dias breves, a fonte de alegria real que procuras com os melhores anseios de coração, mas a paz de consciência, no dever bem cumprido, nas obrigações de cada dia.
Busquemos ser, antes de aparentar e fazer, antes de instruir.
A verdade espera nossa alma, em cada ângulo de caminho, dentro de nossa jornada para frente.
Assim, pois, construamos o nosso engrandecimento interior, porque, hoje ou amanhã, o Sol Divino projetará sobre nós a sua bendita claridade, revelando-nos, à luz meridiana, tais quais somos.
Psicografia em Reunião Pública Data – 31-3-1950
Local – Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas.
Do Livro "Através do Tempo", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos
A paz é harmonia,
serenidade e sabedoria.
Trazemos conosco uma condição
de harmonização, natural,
silenciosa e sábia;
uma grande força.
Uma força tão poderosa
que pode unir povos,
estabelecer formas de relacionamentos,
aumentar a produtividade,
a criatividade de uma nação
e equilibrar todo um planeta.
A paz não é uma simples palavra romântica,
é uma ordem,
uma lei natural que rege o seu interior
e a Universalidade.
Tenha um bom dia!
Meire Michelin
http://www.paz.com.br/caminhos1/
Desculpa, sinceramente, a ignorância dominante.
Não esperes justificação do outro, o teu ofensor.
Supera os ingredientes indigestos
da agressão dele e mantém-te bem,
buscando esquecer de fato a ocorrência má.
Quem guarda mágoas
intoxica-se com os miasmas que elas exalam.
O agressor está muito desequilibrado
e necessita da medicação da bondade
para recuperar-se.
Perdeu a lucidez, e por isso agride.
Concede-lhe a oportunidade que ele não te dá.
É sempre mais confortável
a posição de quem é generoso.
Melhor que sejas tu o doador,
significando que já conseguiste
o que ao teu próximo falta.
Divaldo Pereira Franco / Joanna de Ângelis (espírito)
Que nesta semana de páscoa, e em todas as demais,
nós possamos, mesmo que aos poucos,
livrarmo-nos de mágoas e tristezas.
E que, principalmente, conquistemos
a certeza de que é percorrendo o caminho do amor e do perdão que nossa vida ficará mais colorida e feliz.
S O L I D Ã O
“O presidente, porém, disse:
- Mas, que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo:
- Seja crucificado.” (Mateus, cap. 27, v. 23.)
À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível...
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início?
Certo, ficaram...
Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, a maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio...
Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido...
Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
Choras, indagas e sofres... Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
Não te canses de aprender a ciência da elevação.
Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Recorda-te dele e segue...
Não relaciones os bens que já espalhaste.
Confia no Infinito Bem que te aguarda.
Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
EMMANUEL
(Do livro "FONTE VIVA", 70, FCXavier, FEB)
Realização:
Instituto André Luiz
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"A seara é imensa e os trabalhadores poucos." - Jesus