segunda-feira, 4 de maio de 2009

Após a morte - Resumo de Allan Kardec

Após a morte - Resumo de Allan Kardec A libertação da alma e do corpo se opera gradualmente e com uma lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que unem a alma ao corpo não se rompem senão pouco a pouco, e tanto menos rapidamente quanto a vida foi mais material e mais sensual. (O Livro dos Espíritos, nº 155) ********************************************************************************************* No momento da morte, primeiro tudo é confuso; a alma precisa de algum tempo para se reconhecer, porque está meio atordoada, e no estado de um homem saindo de sono profundo e que procura inteirar-se da sua situação. A lucidez das idéias e a memória do passado lhe retornam à medida que se desfaz a influência da matéria da qual acaba de se libertar, e que se dissipa a espécie de bruma que obscurece seus pensamentos. A duração da perturbação que se segue à morte é muito variável; pode ser de algumas horas somente, como de vários dias, de vários meses e mesmo de vários anos. Ela é menos longa naqueles que, durante a vida, se identificaram com seu estado futuro, porque compreendem imediatamente sua situação; é tanto mais longa quanto o homem tenha vivido mais materialmente. As sensações que a alma experimenta nesse momento são também muito variáveis; a perturbação que segue a morte nada tem de penosa para o homem de bem; ela é calma e em tudo semelhante à sensação que acompanha um despertar pacífico. Para aquele cuja consciência não é pura e que está mais preso à vida corporal que à espiritual, ela é cheia de ansiedade e de angústias que aumentam à medida que ela se reconhece; porque então ela está tomada de medo e de uma espécie de terror em presença daquilo que vê, e sobretudo daquilo que entrevê. A sensação que se poderia chamar física é a de um grande alívio e de um imenso bem-estar; sente-se como livre de um fardo, e se está muito feliz por não sentir mais as dores corporais que se sentia poucos instantes antes de se sentir livre, desligado e alerta como quem viesse a ser libertado de pesadas correntes. Na sua nova situação, a alma vê e ouve o que via e ouvia antes da morte, mas vê e ouve outras coisas que escapam à grosseria dos órgãos corporais; ela tem sensações e percepções que nos são desconhecidas (Revista Espírita, 1859, pág. 224: Morte de um espírita - Idem, 1860, pág. 332: O sonho do Espírito - Idem, 1862, pág. 129 e 171: Funerais de M. Sanson). Nota: Estas respostas, e todas aquelas relativas à situação da alma depois da morte ou durante a vida, não são o resultado de uma teoria ou de um sistema, mas de estudos diretos feitos sobre milhares de indivíduos observados em todas as fases e em todos os períodos da sua existência espiritual, desde o mais baixo até o mais alto grau da escala, segundo seus hábitos durante a vida terrestre, o gênero de morte, etc. Diz-se, freqüentemente, falando da vida espiritual, que não se sabe o que lá se passa porque pessoa alguma dela retornou; é um erro, uma vez que são precisamente os que lá se encontram que vêm dela nos instruir, e Deus o permite hoje mais que em nenhuma outra época, como última advertência dada à incredulidade e ao materialismo. -------------------------------------------------------------------------------- continua o texto...clique em cima do título. http://www.guia.heu.nom.br/apos_a_morte_resumo_de_ak.htm

A verdadeira causa da morte de Allan Kardec

O suicídio de Allan Kardec Paulo da Silva Neto Sobrinho É preciso propagar a moral e a verdade. (MUMS) Os incapazes de atacar um pensamento atacam o pensador. (Paul Valery) Caro leitor, não estranhe o título desse texto, mas realmente “suicidaram” Allan Kardec. Os fundamentalistas, por falta de argumentos que venham a derrubar as bases da Doutrina Espírita, passam a alardear, aos quatro ventos, que Kardec teria se suicidado. Recentemente recebemos um e-mail, que de tão engraçado não houve como nos conter, e só com muito esforço conseguimos parar de rir, pois nele um evangélico, literalmente, disse: “Se suicidou (A.Kardec) de tão obcediado que foi pelos chamados espíritos de luz, estes mesmos espíritos que são a chave da doutrina espírita...” Apertado pelos nossos questionamentos esse pobre desinformado acabou confessando que: “Quanto a Allan Kardec (se suicidou ou não) não obtive esta informação através de pesquisa, mas sim dos meus próprios familiares espíritas o que me fez ficar envergonhado no que relatei a você, em e-mail anterior. Confesso que acredito no que você me relatou a respeito deste assunto pois, considero e sei o que digo. Você não é só um estudioso, mais um praticante”. Louvável essa sua atitude, pois acabou, honrosamente, por confessar que não havia obtido essa informação de fonte insuspeita, cuja fundamentação só pode ser feita em pesquisadores ou biógrafos. Só que ficamos a pensar que “tipo” de Espiritismo freqüentam os familiares dele para lhe passar uma informação dessas. Até aí, isso não passa de evidente anedota, e põe anedota nisso... Mas aproveitando a oportunidade, para um esclarecimento sobre as circunstâncias da morte de Kardec, vamos passar a você, caro leitor, o que encontramos a respeito. E quem sabe se esse texto não venha a cair nas mãos de pessoas interessadas na verdade dos fatos, já que detratores, sem base de pesquisa séria, buscam denegrir Allan Kardec, por absoluta incompetência de lhe refutar os argumentos lógicos e racionais. O que relatam os seus biógrafos e pesquisadores Vejamos alguma coisa da biografia de Allan Kardec, por: 1) Henri Sausse Hippolyte-Léon-Denizard Rivail – Allan Kardec – faleceu em Parias, rua e passagem Sant’Ana, 59, 2ª circunscrição e mairie de la Banque, em 31 de março de 1869, na idade de 65 anos, sucumbindo da ruptura de um aneurisma. (KARDEC, A.O que é o Espiritismo, pág. 44). 2) André Moreil E, então, na manhã de 31 de março de 1869, o coração de Denizard Hippolyte Léon Rivail – Allan Kardec detém-se para sempre, em conseqüência da ruptura de um aneurisma. (Vida e Obra de Allan Kardec, p. 85); 3) Revista Grandes Líderes da História Os problemas de Saúde Em sua primeira crise cardíaca, Kardec recebeu a ajuda de um médico muito especial. Seu grande amigo Antoine Demeure, médico com o qual se correspondia, mas a quem nunca havia encontrado, acabara de morrer, no dia 25 de janeiro de 1865, aos 71 anos. O doutor Demeure, espírita convicto, vivia a caridade pregada pela Doutrina de forma plena. Cinco dias depois da falência de seu corpo, seu espírito foi evocado em uma sessão da Sociedade Espírita de Paris, comunicação narrada em “O Céu e o Inferno”. Dois dias depois desse encontro entre os dois amigos – um vivo e outro morto -, o bondoso médico apareceu para acudir Allan Kardec com seus problemas cardiovasculares. Embora fosse uma alma crente nas verdades espíritas, Demeure era também um cientista positivista e logo passou um belo sermão em seu amigo encarnado. Primeiro, disse que a crise não duraria muito, se Kardec seguisse suas prescrições. Mas, no dia seguinte, tratou logo de dar um belo “puxão de orelha” no velho professor, dizendo que ele deveria cuidar melhor de sua saúde, pois ainda tinha que terminar a codificação da Doutrina. Se, por descaso e excesso de trabalho, desencarnasse antes de acabar o que começara, Kardec seria mesmo julgado por homicídio voluntário nos tribunais divinos. Assim, a partir de 1865, o Codificador passou a dividir seus trabalhos, como responde um gigantesco número de correspondência, com secretários e auxiliares. Mas a verdade é que continuou abusando de sua cada vez mais combalida saúde e, vira e mexe, caía doente. E as coisas foram nessa toada até o mês de março de 1869. Curiosamente, em abril, a edição da “Revista Espírita” – que chegou às bancas após a morte de Kardec -, trazia uma mensagem do Codificador, informando que, a partir do dia 1º de abril daquele mês, o escritório para assinaturas e expedição do periódico seria transferido para a sede da Livraria Espírita, na rue Lille 7. Kardec também avisava que ele próprio estava de mudança para a Avenue et Villa Ségur 39, onde possuía uma casa desde 1860, mais ou menos. Enquanto encaixotava as coisas na casa da rue Saint-Anne, ele recebeu a visita de um caixeiro de livraria. Ao atender o sujeito, Kardec caiu fulminado, vítima da ruptura de um aneurisma. O relógio andava entre onze da manhã e meio-dia. Seu empregado tentou erguê-lo, mas em vão. O seu amigo Gabriel Delanne usou do magnetismo, mas também foi em vão. O corpo de Allan Kardec já estava morto. Segundo E. Muller, amigo da família, “nada de tétrico marcara a passagem de sua morte; se não fora pela parada da respiração, dir-se-ia que ele estava dormindo”. (Revista Grandes Líderes da História: Allan Kardec, pp. 31-32). 4) Jorge Damas Martins e Stenio Monteiro de Barros São os autores do livro Allan Kardec – Análise de Documentos Biográficos, que fornecem até uma cópia da certidão de óbito do codificador, cuja tradução do francês, constante do livro, transcrevemos: 343 Rivail ? de ses- senta e cinco anos de idade Assinaturas Ao primeiro de abril de mil oitocentos e sessenta e nove, às dez horas e meia da manha. Certidão de óbito de Léon Hippolyte Denisart Rivail, falecido ontem às duas horas da tarde em seu domicílio em Paris, rua Ste Anne nº 59, nascido em Lyon (Rhône), escritor, filho de Rivail, e de Duhamel sua esposa, falecidos. Casado com Amélie Gabrielle Boudet, de setenta e três anos de idade, sua esposa, sem profissão. O dito óbito devidamente constatado por nós, François Ernest Labbé, adjunto do prefeito e oficial do estado civil no Segundo Distrito de Paris; totalmente feita conforme declaração de Armand Théodore Desliens, empregado, de vinte e cinco anos de idade, morador no Boulelvard du Prince Eugène nº 110 e de Alexandre Delanne, negociante, de trinta e nove anos de idade, morador na passagem Choiseul nº 39 & 41, não-parentes, testemunhas que assinam conosco após leitura da certidão. ---------assinaturas---------- Continuando, em pouco mais à frente: 2 – 31 de Março de 1869 O registro das testemunhas do óbito, ocorreu “ao primeiro de abril de 1869, às dez horas e meia da manha”. Informaram que Rivail faleceu “ontem... em seu domicílio em Paris, na rua Ste. Anne, nº 59”. A certidão ressalta o que todos sabemos: Allan Kardec retorna ao plano espiritual, numa quarta-feira, dia 31 de março do ano de 1869, fulminado, como citam seus biógrafos, pela ruptura de um aneurisma. (31). Imediatamente após conhecimento do fato, o Sr. E. Muller, grande amigo de Kardec e de sua esposa, mandou o seguinte telegrama aos espíritas lioneses: “Monsieur Allan Kardec est mort, on l’enterre vendredi”, ou seja, em português: “Morreu o Sr. Allan Kardec, será enterrado sexta-feira”. No mesmo dia, o sr. Muller assim se expressava em carta ao Sr. Finet, de Lião: (....) Ele morreu esta manhã, entre onze e doze horas, subitamente, ao entregar o número da “Revue” (32) a um caixeiro de livraria que acabava de comprá-lo, ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra: estava morto. Sozinho em sua casa (Rua Sant’Ana), Kardec punha em ordem livros e papéis para a mudança que se vinha processando e que deveria terminar amanhã. Seu empregado, aos gritos da criada e do caixeiro, acorreu ao local, ergueu-o... nada, nada mais. Delanne (33) acudiu com toda a presteza, friccionou-o, magnetizou-o, mas em vão. Tudo estava acabado. (31) Nota da editora: Dificilmente a causa da desencarnação de Kardec teria sido o rompimento de um aneurisma, como se tem dito, chegando-se a especificar que teria sido da aorta descendente. A constatação do óbito por aneurisma, à época, se daria apenas através da necropsia, e não se consta que os despojos de Allan Kardec tenham sido submetidos a esse exame. A descrição do Sr. Muller, que diz: “ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra, estava morto”, acrescida da descrição de toda a cena, nos leva a crer tenha ocorrido uma parada cardíaca após um infarto fulminante do miocárdio. Demais, é manifesto, em suas biografias, pelas orientações médicas descritas, que Kardec era cardíaco. Dos arquivos de Canuto Abreu, publicada por Wantuil & Thiesen (pp. 112-113), uma carta de Kardec ao sr. Judermühle diz o seguinte: “Desde o dia 31 de janeiro (1865) [...] fui acometido de um reumatismo interno que se estendeu ao coração e aos pulmões”... Esta é a descrição de uma insuficiência cardíaca congestiva. L. Palhano Jr. (32) Nota da editora: “Entregou o número da ‘Revue’”. Este fato confirma que Kardec esteve lúcido até os seus últimos momentos na Terra, visto que nesse número da revista seus pensamentos mantinham a coerência e o bom-senso de sempre. L. Palhano Jr. (33) Alexandre Delanne, pai do engenheiro e emérito pesquisador e escritor espírita Gabriel Delanne. (MARTINS, J. D. e BARROS, S. M. Allan Kardec – Análise de Documentos Biográficos, pp. 58-62). Possivelmente um detrator mais perspicaz, poderá dizer que, num texto do livro Obras Póstumas, há provas de que Kardec foi alertado para o seu problema de saúde, e embora de princípio ele tenha se mostrado receptivo, o tempo mostrou que as advertências não foram atendidas, pois que sucumbiu de aneurisma. Ou seja, seria como um médico alertar a um fumante do perigo em que se encontra, e este embora a princípio se mostre receptivo, algum tempo depois vem a sucumbir de um câncer de pulmão. No atestado de óbito não constará que foi suicídio, é óbvio, mas implicitamente o paciente não está livre desta culpa. E isso não deixa de ser um suicídio, embora indireto. Além disso, a advertência foi clara: “Se, por descaso e excesso de trabalho, desencarnasse antes de acabar o que começara, Kardec seria mesmo julgado por homicídio voluntário nos tribunais divinos”. Para evitar esse tipo de argumento que, porventura, possa ser usado por alguém, vamos transcrever toda a história com o médico Demeure. Leiamos o que consta na Revista Espírita: As duas comunicações seguintes, dadas em 1º e 2ª de fevereiro, são relativas à enfermidade de que fomos atingidos subitamente a 31 de janeiro. Embora sejam pessoais, nós as reproduzimos, porque elas provam que o Sr. Demeure é tão bom quanto o Espírito que ele era como homem, e que oferecem, além disso, um ensino. É um testemunho de gratidão que devemos à solicitude de que fomos objeto de sua parte, nessa circunstância: “Meu bom amigo, tende confiança em nós, e boa coragem; esta crise, embora fatigante e dolorosa, não será longa, e, com os comedimentos prescritos, podereis, segundo os vossos desejos, completar a obra da qual vossa existência foi o objetivo principal. Portanto, sou eu que estou sempre aí, junto de vós, com o Espírito de Verdade, que me permite tomar em seu nome a palavra, com o último de vossos amigos vindo entre os Espíritos! Eles me fazem a honra das boas-vindas. Caro mestre, quanto sou feliz de ter morrido mais cedo, teria talvez podido vos evitar essa crise que eu não previa; havia pouco tempo que eu tinha desencarnado para me ocupar de outra coisa senão do espiritual; mas agora velarei sobre vós, caro mestre, é vosso irmão e amigo que está feliz de ser Espírito para estar junto de vós e vos dar os cuidados que vos dão, vos conformando estritamente às suas prescrições”. “Faz muito calor aqui; este carvão é fatigante. Enquanto estiverdes doente, não o queimeis; ele continua a aumentar a vossa opressão; os gases que dele se desprendem são deletérios”. “Vosso amigo,” DEUMERE “Sou eu, Demeure, o amigo do Sr. Kardec. Venho dizer-lhe que estava junto dele quando do acidente que lhe ocorreu, e que teria podido ser funesto sem uma intervenção eficaz para a qual fiquei feliz em concorrer. Segundo as minhas observações e as informações que hauri em boa fonte, é evidente para mim que, quanto mais cedo a sua desencarnação se operar, mais cedo poderá se fazer a reencarnação pela qual virá acabar a sua obra. No entanto, lhe é preciso dar, antes de partir, a última mão nas obras que devem completar a teoria doutrinária da qual é o iniciador, e ele se torna culpado de homicídio voluntário contribuindo, por excesso de trabalho, ao defeito de seu organismo que o ameaça de uma subida partida para os nossos mundos. Não é preciso temer de dizer-lhe toda a verdade, para que se mantenha em guarda e siga do pé da letra as nossas prescrições”. DEMEURE (Revista Espírita março de 1865, pp. 83-84) e mais artigos: http://blogdonept.blogspot.com/2008/10/morte-de-allan-kardec.html http://www.paginaespirita.com.br/a_morte_de_kardec.htm

CAMPANHA DE CASTRAÇÃO DE ANIMAIS-IMPORTANTE

AJUDE A COMBATER O NASCIMENTO DESCONTROLADO, ABANDONO E MORTE DE ANIMAIS. REPASSE ESSA CAMPANHA. -- Valéria Proteção Animal 11-9740-4094 Quem realmente AMA não vê raça, cor ou tamanho! Não há dinheiro que compre um AMIGO! Amigo se ADOTA!!! www.guiavegano.com.br www.cachorrolandia.nafoto.net

A VIDA É CURTA.POR ISSO QUE EU TIRO FOTOS.

Planos que Deus

A oração

A oração nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suporta-lo. Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, afim de resolvê-los com segurança. Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-las como são. Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso. Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se, através de influências obsessivas. Não nos livra da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para extensão do mal. Não nos isenta da imcompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância para que a sombra do desiquilibrio não nos atinja o coração. Nem sempre nos evitará os obstáculos e as provações do caminho que nos experimentem por fora, mas sempre nos garantirá a tranquilidade, por dentro de nós, induzindo-nos a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida, Deus nos faz sempre o melhor.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

ARISTÓTELES

Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto " Revolução da Alma“ no ano 360 A.C. e é eterno. Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. Não coloque objetivo longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo(a), e seja seu melhor amigo(a) sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto" para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. A grandeza não "consiste em receber honras, mas em merecê-las."

domingo, 26 de abril de 2009

PENSE E ANOTE

PENSE E ANOTE Se a cólera está alcançando você, reserve algum canto do cérebro em que você consiga pensar. Qualquer raciocínio rápido lhe trará serenidade para reconhecer a inconveniência da irritação. Se você pode refletir, perceberá de pronto, que ante a pessoa capaz de desequilibrar-lhe os sentimentos, a possibilidade de auxiliar com mais segurança, está do seu lado. Se alguém lhe trouxe prejuízos, este alguém começou por lesar a si mesmo. Se você sofre agressão, o ofensor realmente não sabe que débitos contraiu com isso, sem que haja necessidade de se lhe agravar a situação. Azedume é ambiente para perturbação e enfermidade. Raiva, em muitos casos, é ponto de apoio a processos obsessivos. Intemperança mental é um espetáculo de fraqueza. A raiva diminuirá ou extinguirá os seus créditos de confiança. Em qualquer ocorrência desagradável, pense e acalme-se porque a cólera não auxilia ninguém. pelo Espírito André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

A fábula

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou: Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

UM HOMEM RICO.

UM HOMEM RICO Apenas recentemente percebi que eu sou um homem muito rico. Não da maneira definida pela sociedade. Eu não tenho uma grande casa, um belo carro ou muito dinheiro. Pode ser que, no futuro, eu tenha algumas destas coisas. Ainda assim, eu sou um homem muito rico. Tem vezes que chego a me sentir o homem o mais rico do mundo. Minha riqueza vêm do coração e da alma e não do dinheiro. Quando saio de casa pela manhã e ouço os pássaros cantar seus elogios à Deus, eu sei que sou um homem rico. Quando olho para o céu e percebo a gloriosa beleza de um nascer do sol ou de um por do sol, eu sei que sou um homem rico. Quando minhas crianças me dão um abraço ou quando minha esposa me acaricia, eu sei que sou um homem rico. Quando ouço aquelas palavras mágicas "eu te amo" sussurradas em minha orelha, eu sei que sou um homem rico. Quando meus cães lambem minha mão e saltam abanando o rabo alegremente, eu sei que sou um homem rico. Quando posso encorajar e ajudar a um amigo ou trazer alegria para uma outra pessoa, eu sei que sou um homem rico. Quando escrevo estas palavras e sei que podem ajudar a alguém por aí a perceber o quanto são ricas, eu sei que sou um homem rico. Lembre-se do quanto você tem de riqueza nesta vida. O amor e a alegria e a família e os amigos valem mais do que qualquer quantidade de dinheiro. A própria vida é um presente sem preço nos dado por Deus. Aproveite as verdadeiras riquezas da vida. Comemore o tesouro de sua existência. No final, a única riqueza que você pode levar desta vida é o amor, a alegria, e a felicidade que você criou nela. Tradução de SergioBarros Do texto de Joseph J. Mazzella. ©

TUDO TEM SEU TEMPO...

TUDO TEM SEU TEMPO... De nada adianta querer apressar as coisas. Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto. Mas a natureza humana não é muito paciente. Temos pressa em tudo! Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas qual é esse tempo certo? Bom, basta observar os sinais. Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do cotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo. Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer. Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa! Basta você acreditar que nada acontece por acaso! E talvez seja por isso que você esteja agora lendo essas linhas. Tente observar melhor o que está a sua volta. Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e você nem os notou ainda.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

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A FÁBULA DO PORCO ESPINHO.

'A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO' Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos,percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram. MORAL DA HISTÓRIA: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades... * Reflita e tente colocar em prática

domingo, 12 de abril de 2009

O SIGNIFICADO DE NAM MIOHO RENG KYO

Segundo os ensinamentos de Nitiren Daishonin, através da recitação deste mantra ( nam myoho rengue kyo ) nossa vida entra em ritmo com o universo e através dessa harmonia podemos estabelecer uma forte identidade que não será abalada por nenhuma dificuldade. No pensamento desta linha de budismo, existe a felicidade relativa, que é aquela obtida através da satisfação de um desejo ou da eliminação de um sofrimento, e a felicidade absoluta, aquela que surge da própria vida da pessoa, não causada pelas situações exteriores. O objetivo da recitação do daimoku é construir uma vida que não seja derrotada pelos obstáculos, e que tais obstáculos sejam uma oportunidade para o crescimento, ou seja, para o alcance da felicidade absoluta. ****************************************************************************** NAM Nam, abreviatura de Namu, que deriva do sânscrito NAMAS, significa "devotar" ou a relação perfeita da vida da pessoa com a verdade eterna. Ou seja, dedicar a própria vida ou relacionar-se com a verdade eterna da vida. Também significa acumular infinita energia através desta fonte e tomar atitudes positivas aliviando o sofrimento dos outros. MYOHO Myoho literalmente significa Lei Mística. Myo significa "místico", mas elimina qualquer sombra de milagre. É assim chamado porque o mistério da vida é de inimaginável profundidade por tanto está além da compreensão do homem. Ho significa "lei". A intrínseca natureza da vida é tão mística e profunda, que transcende o âmbito de conhecimento humano. Por exemplo: o ser humano nasce como um bebê, cresce e torna-se um jovem, depois um idoso e por fim morre. Isso é obviamente, uma inquebrável lei regulando cada espécie de vida. Ninguém jamais pode nascer adulto ou escapar desse ciclo, por mais que deseje. RENGUE Rengue é a lei de causa e efeito. O budismo esclarece essa lei em todos os fenômenos do universo, e é simbolizada pela Flor de Lótus (Ren, flôr e Gue lótus, em japonês), pois produz a semente (Causa) e a flor (Efeito) simultaneamente. Uma quantidade enorme de todas as causas passadas formam o efeito da condição presente. Ao mesmo tempo, o momento presente é a causa do futuro. Assim, a vida é a continuação dos momentos combinados pela corrente de causa e efeito. KYO Finalmente kyo significa a função e influência da vida, como também a transformação do destino, simbolizando a continuidade da vida através do passado presente e futuro. É o ensinamento do Buda, que é eterno Myoho-rengue-kyo é o título do Sutra de Lótus, como foi traduzido para o chinês, que Nitiren Daishonin nos aponta como o Sutra que contém o caminho para a iluminação. Colocando Nam antes do título do Sutra de Lótus ele cunhou o mantra que recitamos diariamente, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, que numa tradução livre seria o algo como: Devotar-se ao Sutra de Lótus, ou Devotar-se à Lei Mística da Causa e Efeito exposta pelo Buda no Sutra de Lótus. Claro que isso é apenas uma tradução extremamente simplista dos caracteres que compõe o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, e não expõe toda a profundidade da Lei Mística, que é a expressão da verdade última da vida. O Nam-Myoho-Rengue-Kyo cobre todas as leis, toda a matéria e todas as formas de vida existentes no Universo. em outras palavras, é a vida do Buda que alcançou a suprema Iluminação. Se expandirmos ao espaço ilimitado, é idêntica à vida do Universo, e se condensarmos ao espaço limitado, é igual a vida individual dos seres humanos. A natureza de Buda está exatamente dentro de cada um de nós. É o Nam-Myoho-Rengue-Kyo. Quando entoamos o Daimoku a natureza de Buda dormente dentro das nossas vidas é convocada. Invocado deste modo, o que desperta é o Buda. Quando um pássaro numa gaiola canta, os pássaros voando no céu vêm para baixo. Quando os outros pássaros se reúnem ao redor, o pássaro engaiolado tentará escapar. Do mesmo modo se recitarmos a Lei Mística, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo em voz alta, a natureza de Buda se revela e se alegra e nos acompanha. Se praticarmos corretamente, não haverá beco sem saída na vida. Uma vez que nos baseamos na Lei Mística, podemos definitivamente transformar as nossas vidas para o melhor e ultrapassaremos qualquer impasse. Em qualquer situação, seguir essa lei absoluta com fé absoluta é, na verdade a base da nossa prática. Nam-Myoho-Rengue-Kyo!

Nam Myoho Renge Kyo - Daimoku ((題目) - 南無妙法蓮華經

get the audio here friends.. http://www.askrobbie.com/Daimoku.m4a (listen in itunes or quicktime) Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra. The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost.

Daimoku ((題目) - Nam Myoho Renge Kyo - 南無妙法蓮華經

http://www.youtube.com/watch?v=sdrIKXPjs0Y Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra. The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost. Nam-myoho-renge-kyo The invocation of Nam-myoho-renge-kyo was established by Nichiren Daishonin on April 28, 1253. Having studied widely among all the Buddhist sutras, he had concluded that the Lotus Sutra contains the ultimate truth of Buddhism: that everyone without exception has the potential to attain Buddhahood. The title of the Lotus Sutra in its Japanese translation is Myoho-renge-kyo. But to Nichiren, Myoho-renge-kyo was far more than the title of a Buddhist text, it was the expression, in words, of the Law of life which all Buddhist teachings in one way or another seek to clarify. What follows is a brief and unavoidably limited explanation of some of the key concepts expressed by this phrase. Nam The word nam derives from Sanskrit. A close translation of its meaning is "to devote oneself." Nichiren established the practice of chanting Nam-myoho-renge-kyo as a means to enable all people to put their lives in harmony or rhythm with the law of life, or Dharma. In the original Sanskrit, nam indicates the elements of action and attitude, and refers therefore to the correct action one needs to take and the attitude one needs to develop in order to attain Buddhahood in this lifetime. Myoho Myoho literally means the Mystic Law, and expresses the relationship between the life inherent in the universe and the many different ways this life expresses itself. Myo refers to the very essence of life, which is "invisible" and beyond intellectual understanding. This essence always expresses itself in a tangible form (ho) that can be apprehended by the senses. Phenomena (ho) are changeable, but pervading all such phenomena is a constant reality known as myo. Renge Renge means lotus flower. The lotus blooms and produces seeds at the same time, and thus represents the simultaneity of cause and effect. The circumstances and quality of our individual lives are determined by the causes and effects, both good and bad, that we accumulate (through our thoughts, words and actions) at each moment. This is called our "karma." The law of cause and effect explains that we each have personal responsibility for our own destiny. We create our destiny and we can change it. The most powerful cause we can make is to chant Nam-myoho-renge-kyo; the effect of Buddhahood is simultaneously created in the depths of our life and will definitely manifest in time. The lotus flower grows and blooms in a muddy pond, and yet remains pristine and free from any defilement, symbolizing the emergence of Buddhahood from within the life of an ordinary person. Kyo Kyo literally means sutra, the voice or teaching of a Buddha. In this sense, it also means sound, rhythm or vibration. Also, the Chinese character for kyo originally meant the warp in a piece of woven cloth, symbolizing the continuity of life throughout past, present and future. In a broad sense, kyo conveys the concept that all things in the universe are a manifestation of the Mystic Law. Primary Practice Chanting Nam-myoho-renge-kyo--also known as "Daimoku"--is the primary practice of SGI members. Through this practice, one is able to reveal the state of Buddhahood in one's life, experienced as the natural development of joy, increased vitality, courage, wisdom and compassion.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Escuta.

ESCUTA André Luiz Não é a tua palavra primorosa a força que te exaltará a inteligência e, sim, o objetivo para o qual se dirige. Não é a dádiva que te confere o título de benfeitor, mas o modo pelo qual te manifestas, através dela. Não é a fortuna material que te faz realmente rico e, sim, a aplicação dignificante das utilidades que reténs a beneficio de todos. Não é a fama terrestre a claridade que te coroa o nome e sim a benção do Céu sobre a reta conduta que abraçaste em favor do bem coletivo. Não é a lição verbal o poder com que educarás o companheiro de luta, nas tarefas de cada dia, mas o teu exemplo reiterado na edificação comum por intermédio da própria melhoria. Não é a tua crença sectária, embora fervorosa, que te guiará à sublimação na vida espiritual, depois da morte do corpo e, sim, os teus atos de bondade santificante, que serão testemunhas permanentes de tua alma, onde estiveres. Não é a fé sem obras que te iluminará a senda de progresso, mas as obras dignificadoras que conseguires concretizar, em ti mesmo e fora de ti, inspirado por tua fé. Não é a cultura intelectual inoperante que te fará respeitável, e sim o espírito de serviço com que te devotares, em qualquer condição, à felicidade dos semelhantes. Não é o êxito suscetível de sorrir-te na Terra, por alguns dias breves, a fonte de alegria real que procuras com os melhores anseios de coração, mas a paz de consciência, no dever bem cumprido, nas obrigações de cada dia. Busquemos ser, antes de aparentar e fazer, antes de instruir. A verdade espera nossa alma, em cada ângulo de caminho, dentro de nossa jornada para frente. Assim, pois, construamos o nosso engrandecimento interior, porque, hoje ou amanhã, o Sol Divino projetará sobre nós a sua bendita claridade, revelando-nos, à luz meridiana, tais quais somos. Psicografia em Reunião Pública Data – 31-3-1950 Local – Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas. Do Livro "Através do Tempo", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos

A paz.

A paz é harmonia, serenidade e sabedoria. Trazemos conosco uma condição de harmonização, natural, silenciosa e sábia; uma grande força. Uma força tão poderosa que pode unir povos, estabelecer formas de relacionamentos, aumentar a produtividade, a criatividade de uma nação e equilibrar todo um planeta. A paz não é uma simples palavra romântica, é uma ordem, uma lei natural que rege o seu interior e a Universalidade. Tenha um bom dia! Meire Michelin http://www.paz.com.br/caminhos1/

terça-feira, 7 de abril de 2009

Desculpa

Desculpa, sinceramente, a ignorância dominante. Não esperes justificação do outro, o teu ofensor. Supera os ingredientes indigestos da agressão dele e mantém-te bem, buscando esquecer de fato a ocorrência má. Quem guarda mágoas intoxica-se com os miasmas que elas exalam. O agressor está muito desequilibrado e necessita da medicação da bondade para recuperar-se. Perdeu a lucidez, e por isso agride. Concede-lhe a oportunidade que ele não te dá. É sempre mais confortável a posição de quem é generoso. Melhor que sejas tu o doador, significando que já conseguiste o que ao teu próximo falta. Divaldo Pereira Franco / Joanna de Ângelis (espírito) Que nesta semana de páscoa, e em todas as demais, nós possamos, mesmo que aos poucos, livrarmo-nos de mágoas e tristezas. E que, principalmente, conquistemos a certeza de que é percorrendo o caminho do amor e do perdão que nossa vida ficará mais colorida e feliz.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

solidão,andré luiz.

S O L I D Ã O “O presidente, porém, disse: - Mas, que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: - Seja crucificado.” (Mateus, cap. 27, v. 23.) À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível... Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade? Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início? Certo, ficaram... Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, a maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente. Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio... Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido... Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão. Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura? Choras, indagas e sofres... Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso? A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida. A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza. A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho. Não te canses de aprender a ciência da elevação. Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça. Recorda-te dele e segue... Não relaciones os bens que já espalhaste. Confia no Infinito Bem que te aguarda. Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado. EMMANUEL (Do livro "FONTE VIVA", 70, FCXavier, FEB) Realização: Instituto André Luiz Ao repassar nossas mensagens, conserve os créditos, por favor. Muito obrigado! "A seara é imensa e os trabalhadores poucos." - Jesus

filme verídico:minha vida na outra vida,muito legal.

filme verídico:minha vida na outra vida,muito legal. copie e cole o link no navegador. http://video.google.com/videoplay?docid=8024879465072943702

sexta-feira, 27 de março de 2009

doenças espirituais.

Doenças Espirituais - I Depois de refletirmos sobre o pecado em geral é importante meditar sobre as principais maneiras como o pecado se manifesta em nossas vidas. É impossível falar sobre todas as espécies de pecado, mas é possível traçar algumas linhas gerais sobre os principais tipos de pecado, verdadeiros troncos dos quais os outros pecados se originam. A nomenclatura mais conhecida isso é pecado capital, onde este último termo vem de cabeça, significando que os pecados capitais são os cabeças de uma série de pecados. Neste reflexão sigo a nomenclatura do Padre Paulo Ricardo, que prefere utilizar, seguindo uma antiga tradição, a expressão doença espiritual. A preferência se dá porque quando se fala em pecado isso dá a impressão de que o problema está resolvido com uma confissão, quando na realidade o problema deve ser tratado como uma doença que necessita de um longo tratamento. As primeiras três doenças espirituais são a gula, a luxúria e a avareza. Gula Infelizmente hoje em dia o pecado da gula é tratado como algo menor, sem importância, restando praticamente esquecido que se trata de um pecado capital, que atrapalha bastante a vida espiritual de qualquer um. Segundo São João Clímaco as conseqüências da gula são o espírito de fornicação, dureza de coração, sono, maus pensamentos, preguiça, mexerico, espírito de contestação, insensibilidade, arrogância e exibicionismo, entre outras. Vejam, portanto, como a gula é séria! Tudo isso ocorre porque quando a pessoa cai na gula ela acaba sendo dominada por seus sentidos, dominada pela carne, poderíamos dizer, o que acaba por causar um certo entorpecimento da alma, porque o corpo fica fora de controle, de certa forma. Em outras palavras, se comemos demais é o corpo que manda em nós e não o contrário. Tecnicamente existem dois tipos de gula: A primeira é comer demais, com voracidade sem, necessariamente, se importar muito com o sabor dos alimentos. O outro tipo é aquele em que a pessoa se deleita excessivamente com alimentos saborosos, mastigando-os longamente. Obviamente os dois tipos podem existir ao mesmo tempo. Deixemos claro também que comer alimentos saborosos não é pecado, mas sim o deleite excessivo com eles, assim como o problema não é simplesmente questão de ser gordo ou ser magro. Com efeito, o principal não é simplesmente o comer, mas sim a atitude espiritual que assumimos ao nos alimentar, esquecendo que a comida não é um fim em si mesma. Os principais remédios para a gula é a temperança na alimentação e o jejum. Espiritualmente é importante comer enquanto ainda se está com um pouco de fome. Mas atenção é um pouco de fome! Também é importante comer alimentos saudáveis, mesmo quando não se gosta deles. Comer verduras e legumes muitas vezes pode trazer um bem espiritual maior que o físico. Os Padres da Igreja ensinam que é impossível ter uma vida espiritual sadia sem jejuar. Não exageremos no jejum. Escolhamos pequenos alimentos que gostamos muito e passemos um período sem ingeri-los, por exemplo. A razão do jejum não é simplesmente para que nós soframos um pouco ou simplesmente para passarmos fome. Se fosse assim todas aquelas modelos magérrimas seriam santas, bem como todos os pobres que passam fome. A Igreja não é sádica e não ordena que ninguém deve ser sádico. O jejum é a maneira de nós mostrarmos ao corpo quem é que manda, é forçar o corpo a obedecer a alma (e esta deve obedecer Deus). Por outro lado, abraçar uma pequena cruz de um jejum por escolha própria nos exercita e nos prepara para carregamos as grandes cruzes compulsórias que aparecem em nossas vidas. Por fim, é importante mudar a atitude espiritual que se tem ao comer: em espírito de ação de graças, percebendo que os alimentos são presentes que Deus nos deu. Para isso é importante rezar antes de todas as refeições. Luxúria Assim como a gula é o uso desregrado dos alimentos, a luxúria é o uso desregrado da sexualidade. Também neste caso a atitude espiritual é muito importante. O sexo é algo santo, devendo ser realizado com um espírito de doação, em que os esposos estão se doando um ao outro, ao invés de estarem buscando, cada um, seu próprio prazer físico. A luxúria não é pecado capital por acaso. O uso desordenado da sexualidade faz com que a pessoa passe a usar o sexo acima de tudo como fonte de prazer, fazendo de seu parceiro um mero objeto sexual e não uma pessoa. Mais importante: Ao invés de desejar Deus, a pessoa passa a desejar o prazer sexual. Os Padres da Igreja ensinam que nem todo mundo que cai na gula cai, necessariamente, na luxúria, mas que todo mundo que caiu na luxúria também já caiu na gula. Assim, para combater a luxúria é necessário combater também a gula, com os remédios que vimos acima. Outros remédios contra a gula: Os Padres da Igreja aconselhavam a realização de trabalhos manuais. Na realidade atual podemos considerar a realização de exercícios físicos como algo semelhante. A finalidade é evitar o ócio e possibilitar um sadio cansaço físico. Outra dica importante é não dormir demais e manter um padrão: dormir e acordar na mesma hora. Motivo? Mostrar ao corpo quem manda. Devemos também vigiar: Fugir das ocasiões próximas de pecado (filmes indiscretos, olhares e pensamentos maliciosos e etc) Mas o mais importante é ter a humildade de nos reconhecermos fracos e implorar a ajuda de Deus pela oração para nos curar dessa doença espiritual. Também é útil controlar nossa imaginação, diminuindo o tempo que passamos vendo televisão, navegando na internet, lendo romances e etc e utilizar esse tempo para orar e ler a Bíblia. Avareza Avareza é o apego aos bens materiais. Ela pode se manifestar por meio de uma vontade de possuir cada vez mais ou pela dificuldade de se desprender dos bens possuídos. A avareza tem uma natureza idolátrica, como disse São Paulo: “o ganancioso é um idólatra” (Ef. 5, 5). Para o avarento os bens materiais são a sua fonte de segurança ao invés de Deus. É por isso que Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores. Pois vai odiar a um e amar a outro, ou se apegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt. 6, 24). A avareza existe por três motivos, conforme ensinamento de São Máximo, o Confessor: amor ao prazer que os bens materiais podem trazer, vaidade de se vangloriar pela riqueza que se possui e a falta de fé de quem deposita sua confiança nos bens materiais, ao invés de Deus. Ele afirma ainda que a causa mais grave é esta última. Assim como na gula o pecado não está na comida, mas no homem que come, como na luxúria, onde o pecado não está no sexo, mas no homem que o realiza, na avareza o pecado não está no dinheiro, mas no homem que o possui. O papa São Gregório Magno ensinou que a traição, a fraude, o perjúrio, a inquietação e a dureza de coração são conseqüências da avareza. Outro efeito é que o próximo deixa de ser visto como uma pessoa e se torna apenas alguém que o avarento pode utilizar para adquirir mais bens. O primeiro passo para a cura é refletir se somos avarentos. Como? São João Clímaco dá uma dica: Se alguém se entristece quando se desfaz de um bem é porque é avarento. É importante frisar que isso vale para qualquer bem, mesmo aqueles que têm um valor sentimental bem maior que o valor material. Santa Terezinha do Menino Jesus repreendeu sua irmã, também freira, porque esta se entristeceu depois que deu seus grampos de cabelo para outra freira que lhe pediu. Outro passo importante é reconhecer as coisas como elas são: transitórias e sem o valor que o avarento lhes atribui. Ao mesmo tempo deve se ter uma sólida fé em Deus, que é a verdadeira segurança de todo homem. Ainda devemos nos contentar com o que se possui (não confundir com mediocridade) e exercitar o desapego aos bens materiais, especialmente pela esmola, não apenas de dinheiro mas também de roupas, objetos e utensílios que muitas vezes estão empoeirados em nossos armários. Marcelo Moura Coelho http://cooperadordaverdade.wordpress.com/

quarta-feira, 25 de março de 2009

o blog oficial do orkut: Compartilhe a riqueza (fotográfica)! Agora você pode compartilhar suas fotos do orkut com quem quiser

fotos que estao no orkut. o blog oficial do orkut: Compartilhe a riqueza (fotográfica)! Agora você pode compartilhar suas fotos do orkut com quem quiser

*A ÁGUA PARA OS IDOSOS*

*Arnaldo Lichtenstein, médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP .* "Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: *"Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?"* Alguns arriscam: *"Tumor na cabeça".* Eu digo: *"Não".* Outros apostam: *"Mal de Alzheimer".* Respondo,novamente: *"Não".*A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: diabetes descontrolado; infecção urinária; a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentirsede,deixam de tomar líquidos.Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratamse com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito),coma e até morte. Insisto: não é brincadeira. Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um "alarme". Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso, o corpo "pede" água. A informação é passada ao cérebro, gente sente sede e sai em busca de líquidos. Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água. Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente - e o verão já vem aí - ou a umidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo. Por isso, aqui vão dois alertas. O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas,botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso! Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.Lembrem-lhes de que isso é vital.Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação. Líquido neles e rápido para um serviço médico".

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Por que usamos aliança de casamento no quarto dedo?

Primeiro leia, depois veja o vídeo e confira. Interessante a história... Os Chineses têm uma explicação muito bonita: Usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando estão ligadas pelo quarto dedo. Assim é a união do casal . Veja o filme e você vai compreender. Tente fazer o que é mostrado. Explicando o filme (está em inglês)... Cada dedo da mão representa um membro da família: Polegar - representa os pais Indicador - representa os irmãos Médio - representa você mesmo Anelar - representa seu companheiro Mínimo - representa os filhos Una os dedos das duas mãos pela ponta dos dedos, exceto os dedos do meio que deverão estar dobrados um de frente para o outro. Agora, tente separá-los: Os polegares podem ser separados, eles indicam seus pais; você não viverá com eles o resto de sua vida. Os indicadores separam-se facilmente; os irmãos e irmãs um dia também vão se separar de você, pois terão suas próprias famílias. Assim o indicador e o dedo mínimo também podem se separar. Os dedos mínimos também podem ser separados. Indicam seus filhos que também irão crescer e se casar. Finalmente, os dedos anelares, não conseguimos separá-los, significando que marido e mulher devem viver juntos o resto da vida.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

reencarnação

muito interessante o artigo q fala sobre reencarnação....de^em uma olhada! http://portugalesoterico.blogspot.com/

o culto do evangélio no lar

"Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei". Jesus (Mateus, 18:20) O que é o Culto do Evangelho no Lar Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar. O Culto do Evangelho no Lar, realizado no ambiente doméstico, é precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam. Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes, nos ambientes em que vivemos. Ampliando-se o conhecimento sobre o Evangelho, pode-se oferecê-lo com mais segurança a outras criaturas, colaborando-se para a implantação do Reino de Deus na Terra. As pessoas, unidas por laços consangüíneos, compreenderão a necessidade da vivência harmoniosa e, dentro de suas possibilidades, buscarão, pouco a pouco, superar possíveis barreiras, desentendimentos e desajustes, que possam existir entre pais e filhos, cônjuges e irmãos. Através do estudo da reencarnação, compreenderão que, aqueles com quem dividem o teto, são espíritos irmãos, cujas tarefas individuais, muitas vezes, dependerão da convivência sadia no ambiente em que vieram a renascer. Aqueles que, desde cedo, têm suas vidas orientadas pela conduta Cristã, evitam, com mais facilidade, que os embriões dos defeitos que estão latentes em seus espíritos apareçam, sanando, desta forma, o mal antes que ele cresça. Se, porventura, tendências negativas aflorarem, apesar da orientação desde a infância, encontrarão seguros elementos morais para superá-las, porque os ensinamentos de Jesus tornam-se fortes alicerces para a sua superação. Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana. Assim, conscientes de que são espíritos devedores perante as Leis Universais, procuram conduzir-se dentro de atitudes exemplares, amando e perdoando, suportando e compreendendo os revezes da vida. Quando o Culto do Evangelho no Lar é praticado fielmente à data e ao horário semanal estabelecidos, atrai-se para o convívio doméstico Espíritos Superiores, que orientam e amparam, estimulam e protegem a todos. A presença de Espíritos iluminados no Lar afasta aqueles de índole inferior, que desejam a desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da Luz, onde almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas, quer desencarnadas. As pessoas habituadas à oração, ao estudo e à vivência cristã, tornam-se mais sensíveis e passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores. Procedimentos Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual. A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um .dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente. É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos, na medida do possível, sem imposições, para evitar-se constrangimentos. Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois, viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar. Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, em uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus. 1. Leitura de uma mensagem A leitura inicial de uma mensagem poderá, após, ser comentada ou não. Ela tem por objetivo propiciar um equilíbrio emocional, procurando harmonizá-lo com os ideais nobres da vida, a fim de facilitar melhor aproveitamento das lições. Poderemos lembrar obras com "Pão Nosso", "Fonte Viva", "Vinha de Luz", "Caminho, Verdade e Vida", "Palavras de Vida Eterna", "Ementário Espírita", "Glossário Espírita Cristão".

EMMANUEL

Aceita a fatalidade do progresso. Trabalha e segue adiante. Medita na necessidade dos outros. Procura colocar-te no lugar do próximo, exercitando compreensão. Não guarde ressentimentos. Auxilia para o bem geral quanto se te faça possível. Atende às próprias obrigações. Não tentes felicidade fora da consciência tranqüila. Observa que não estás sem motivo em teu grupo familiar. Honra os encargos que abraçaste. Ama sem o cativeiro das afeições possessivas. Agradece o carinho que recebes sem exigi-lo. Estuda e melhora-te para ser mais útil. Não intentes transformar a ninguém pela força. Ampara sem reclamar retribuição Atravessa as dificuldades com paciência. Não zombes dos sentimentos alheios. Não peças para que outrem caminhe com teus passos. Habitua-te à simplicidade e à disciplina. Suporta com calma aquilo que não possas modificar. Usa o descanso apenas como pausa para mais trabalho. Não te queixes. Não percas tempo com atividades inúteis. Conserva, quanto possível, os contatos com a natureza. Abençoa todos os companheiros, sem lamentar os que se afastem de ti. Não te voltes para trás. Evita o pessimismo. Recorda sempre que a esperança é uma luz eterna. Não te envaideças com vantagens que são empréstimos de Deus. Considera por vitória o desempenho dos próprios compromissos. Cultiva equilíbrio e serenidade. Foge a qualquer forma de violência. Aceita a realidade de que possuis unicamente aquilo que constróis por amor. Entrega-te a Deus, na oração, cada dia. Desse modo, terás contigo a paz por dentro e assim pacificarás. EMMANUEL (Do livro " Buscas e Acharás", FCXavier, edição IDEAL)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O Perispírito.

[Emmanuel Como será o tecido sutil da espiritual roupagem que o homem envergará, sem o corpo de carne, além da morte? Tão arrojada é a tentativa de transmitir informes sobre a questão aos companheiros encarnados, quão difícil se faria esclarecer à lagarta com respeito ao que será ela depois de vencer a inércia da crisálida. Colado ao chão ou à folhagem, arrastando-se, pesadamente, o inseto não desconfia que transporta consigo os germes das próprias asas. O perispírito é, ainda, corpo organizado que, representando o molde fundamental da existência para o homem, subsiste, além do sepulcro, demorando-se na região que lhe é própria. De conformidade com o seu peso específico. Formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno. Organismo delicado, extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir. Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço. O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução. Note-se, contudo, que não nos reportamos aqui ao aperfeiçoamento interior. O crescimento intelectual, com intensa capacidade de ação, pode pertencer à inteligências perversas. Daí a razão de encontrarmos, em grande número, compactas falanges de entidades libertas dos laços fisiológicos, operando nos círculos da perturbação e da crueldade, com admiráveis recursos de modificação nos aspectos em que se exprimem. Não possuem meios para a ascese imediata, mas dispõe de elementos para dominar no ambiente em que se equilibram. Não adquiriram, ainda, a verticalidade do Amor que se eleva ao santuários divinos, na conquista da própria sublimação, mas já se iniciaram na horizontalidade da Ciência com que influenciam aqueles que, de algum modo, ainda lhes partilham a posição espiritual. Os "anjos caídos" não passam de grandes gênios intelectualizados com estreita capacidade de sentir. Apaixonados, guardam a faculdade de alterar a expressão que lhes é própria, fascinando e vampirizando nos reinos inferiores da natureza. Entretanto, nada foge à transformação e tudo se ajusta, dentro do Universo, para o geral aproveitamento da vida. A ignorância dormente é acordada e aguilhoada pela ignorância desperta. A bondade incipiente é estimulada pela bondade maior. O perispírito, quanto à forma somática, obedece as leis de gravidade, no plano a que se afina. Nossos impulsos, emoções, paixões e virtudes nele se expressam fielmente, no plano a que se afina. Por isso mesmo, durante séculos e séculos nos demoraremos nas esferas da luta carnal ou nas regiões que lhes são fronteiriças, purificando a nossa indumentária e embelezando-a, a fim de preparar, segundo o ensinamento de Jesus, a nossa veste nupcial, para o banquete do serviço divino. Emmanuel, livro "Roteiro", psicografado por Francisco Cândido Xavier.