Aristóteles, filósofo grego,
escreveu este texto "
Revolução da Alma“ no ano
360 A.C. e é eterno.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Não coloque objetivo longe
demais de suas mãos, abrace os
que estão ao seu alcance hoje.
Se andas desesperado por
problemas financeiros,
amorosos, ou de
relacionamentos familiares,
busca em teu interior a
resposta para acalmar-te,
você é reflexo do que pensas
diariamente. Pare de pensar
mal de você mesmo(a), e seja
seu melhor amigo(a) sempre.
Sorrir significa aprovar,
aceitar, felicitar. Então abra
um sorriso para aprovar o
mundo que te quer oferecer o
melhor.
Com um sorriso no rosto as
pessoas terão as melhores
impressões de você, e você
estará afirmando para você
mesmo, que está "pronto"
para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Agradeça tudo que está em
sua vida nesse momento,
inclusive a dor.
Nossa compreensão do
universo, ainda é muito
pequena para julgar o que
quer que seja na nossa vida.
A grandeza não
"consiste em receber
honras, mas em
merecê-las."
quinta-feira, 30 de abril de 2009
ARISTÓTELES
Aristóteles, filósofo grego,
escreveu este texto "
Revolução da Alma“ no ano
360 A.C. e é eterno.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Ninguém é dono da sua felicidade,
por isso não entregue sua alegria,
sua paz sua vida nas mãos de
ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a
ninguém e não podemos querer ser
donos dos desejos, da vontade ou
dos sonhos de quem quer que seja.
Não coloque objetivo longe
demais de suas mãos, abrace os
que estão ao seu alcance hoje.
Se andas desesperado por
problemas financeiros,
amorosos, ou de
relacionamentos familiares,
busca em teu interior a
resposta para acalmar-te,
você é reflexo do que pensas
diariamente. Pare de pensar
mal de você mesmo(a), e seja
seu melhor amigo(a) sempre.
Sorrir significa aprovar,
aceitar, felicitar. Então abra
um sorriso para aprovar o
mundo que te quer oferecer o
melhor.
Com um sorriso no rosto as
pessoas terão as melhores
impressões de você, e você
estará afirmando para você
mesmo, que está "pronto"
para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Trabalhe, trabalhe muito a
seu favor.
Pare de esperar a felicidade
sem esforços.
Pare de exigir das pessoas
aquilo que nem você
conquistou ainda.
Agradeça tudo que está em
sua vida nesse momento,
inclusive a dor.
Nossa compreensão do
universo, ainda é muito
pequena para julgar o que
quer que seja na nossa vida.
A grandeza não
"consiste em receber
honras, mas em
merecê-las."
domingo, 26 de abril de 2009
PENSE E ANOTE
PENSE E ANOTE
Se a cólera está alcançando você, reserve algum canto do cérebro em que você consiga pensar.
Qualquer raciocínio rápido lhe trará serenidade para reconhecer a inconveniência da irritação.
Se você pode refletir, perceberá de pronto, que ante a pessoa capaz de desequilibrar-lhe os sentimentos, a possibilidade de auxiliar com mais segurança, está do seu lado.
Se alguém lhe trouxe prejuízos, este alguém começou por lesar a si mesmo.
Se você sofre agressão, o ofensor realmente não sabe que débitos contraiu com isso, sem que haja necessidade de se lhe agravar a situação.
Azedume é ambiente para perturbação e enfermidade.
Raiva, em muitos casos, é ponto de apoio a processos obsessivos.
Intemperança mental é um espetáculo de fraqueza.
A raiva diminuirá ou extinguirá os seus créditos de confiança.
Em qualquer ocorrência desagradável, pense e acalme-se porque a cólera não auxilia ninguém.
pelo Espírito André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A fábula
Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.
O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo.
Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
UM HOMEM RICO.
UM HOMEM RICO
Apenas recentemente percebi que eu sou um homem muito rico.
Não da maneira definida pela sociedade.
Eu não tenho uma grande casa, um belo carro ou muito dinheiro.
Pode ser que, no futuro, eu tenha algumas destas coisas.
Ainda assim, eu sou um homem muito rico.
Tem vezes que chego a me sentir o homem o mais rico do mundo.
Minha riqueza vêm do coração e da alma e não do dinheiro.
Quando saio de casa pela manhã e ouço os pássaros cantar seus elogios à Deus, eu sei que sou um homem rico.
Quando olho para o céu e percebo a gloriosa beleza de um nascer do sol ou de um por do sol, eu sei que sou um homem rico.
Quando minhas crianças me dão um abraço ou quando minha esposa me acaricia, eu sei que sou um homem rico.
Quando ouço aquelas palavras mágicas "eu te amo" sussurradas em minha orelha, eu sei que sou um homem rico.
Quando meus cães lambem minha mão e saltam abanando o rabo alegremente, eu sei que sou um homem rico.
Quando posso encorajar e ajudar a um amigo ou trazer alegria para uma outra pessoa, eu sei que sou um homem rico.
Quando escrevo estas palavras e sei que podem ajudar a alguém por aí a perceber o quanto são ricas, eu sei que sou um homem rico.
Lembre-se do quanto você tem de riqueza nesta vida.
O amor e a alegria e a família e os amigos valem mais do que qualquer quantidade de dinheiro.
A própria vida é um presente sem preço nos dado por Deus.
Aproveite as verdadeiras riquezas da vida.
Comemore o tesouro de sua existência.
No final, a única riqueza que você pode levar desta vida é o amor, a alegria, e a felicidade que você criou nela.
Tradução de SergioBarros
Do texto de Joseph J. Mazzella. ©
TUDO TEM SEU TEMPO...
TUDO TEM SEU TEMPO...
De nada adianta querer apressar as coisas.
Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo!
Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.
Mas qual é esse tempo certo?
Bom, basta observar os sinais.
Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa!
Basta você acreditar que nada acontece por acaso!
E talvez seja por isso que você esteja agora lendo essas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e você nem os notou ainda.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A FÁBULA DO PORCO ESPINHO.
'A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO'
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos,percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim
se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,justamente os que forneciam calor. E, por
isso, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia
causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.
MORAL DA HISTÓRIA:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...
* Reflita e tente colocar em prática
domingo, 12 de abril de 2009
O SIGNIFICADO DE NAM MIOHO RENG KYO
Segundo os ensinamentos de Nitiren Daishonin, através da recitação deste mantra ( nam myoho rengue kyo ) nossa vida entra em ritmo com o universo e através dessa harmonia podemos estabelecer uma forte identidade que não será abalada por nenhuma dificuldade.
No pensamento desta linha de budismo, existe a felicidade relativa, que é aquela obtida através da satisfação de um desejo ou da eliminação de um sofrimento, e a felicidade absoluta, aquela que surge da própria vida da pessoa, não causada pelas situações exteriores. O objetivo da recitação do daimoku é construir uma vida que não seja derrotada pelos obstáculos, e que tais obstáculos sejam uma oportunidade para o crescimento, ou seja, para o alcance da felicidade absoluta.
******************************************************************************
NAM
Nam, abreviatura de Namu, que deriva do sânscrito NAMAS, significa "devotar" ou a relação perfeita da vida da pessoa com a verdade eterna. Ou seja, dedicar a própria vida ou relacionar-se com a verdade eterna da vida. Também significa acumular infinita energia através desta fonte e tomar atitudes positivas aliviando o sofrimento dos outros.
MYOHO
Myoho literalmente significa Lei Mística.
Myo significa "místico", mas elimina qualquer sombra de milagre. É assim chamado porque o mistério da vida é de inimaginável profundidade por tanto está além da compreensão do homem.
Ho significa "lei". A intrínseca natureza da vida é tão mística e profunda, que transcende o âmbito de conhecimento humano. Por exemplo: o ser humano nasce como um bebê, cresce e torna-se um jovem, depois um idoso e por fim morre. Isso é obviamente, uma inquebrável lei regulando cada espécie de vida. Ninguém jamais pode nascer adulto ou escapar desse ciclo, por mais que deseje.
RENGUE
Rengue é a lei de causa e efeito. O budismo esclarece essa lei em todos os fenômenos do universo, e é simbolizada pela Flor de Lótus (Ren, flôr e Gue lótus, em japonês), pois produz a semente (Causa) e a flor (Efeito) simultaneamente. Uma quantidade enorme de todas as causas passadas formam o efeito da condição presente. Ao mesmo tempo, o momento presente é a causa do futuro. Assim, a vida é a continuação dos momentos combinados pela corrente de causa e efeito.
KYO
Finalmente kyo significa a função e influência da vida, como também a transformação do destino, simbolizando a continuidade da vida através do passado presente e futuro. É o ensinamento do Buda, que é eterno
Myoho-rengue-kyo é o título do Sutra de Lótus, como foi traduzido para o chinês, que Nitiren Daishonin nos aponta como o Sutra que contém o caminho para a iluminação. Colocando Nam antes do título do Sutra de Lótus ele cunhou o mantra que recitamos diariamente, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, que numa tradução livre seria o algo como: Devotar-se ao Sutra de Lótus, ou Devotar-se à Lei Mística da Causa e Efeito exposta pelo Buda no Sutra de Lótus.
Claro que isso é apenas uma tradução extremamente simplista dos caracteres que compõe o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, e não expõe toda a profundidade da Lei Mística, que é a expressão da verdade última da vida.
O Nam-Myoho-Rengue-Kyo cobre todas as leis, toda a matéria e todas as formas de vida existentes no Universo. em outras palavras, é a vida do Buda que alcançou a suprema Iluminação. Se expandirmos ao espaço ilimitado, é idêntica à vida do Universo, e se condensarmos ao espaço limitado, é igual a vida individual dos seres humanos.
A natureza de Buda está exatamente dentro de cada um de nós. É o Nam-Myoho-Rengue-Kyo. Quando entoamos o Daimoku a natureza de Buda dormente dentro das nossas vidas é convocada. Invocado deste modo, o que desperta é o Buda. Quando um pássaro numa gaiola canta, os pássaros voando no céu vêm para baixo. Quando os outros pássaros se reúnem ao redor, o pássaro engaiolado tentará escapar. Do mesmo modo se recitarmos a Lei Mística, o Nam-Myoho-Rengue-Kyo em voz alta, a natureza de Buda se revela e se alegra e nos acompanha. Se praticarmos corretamente, não haverá beco sem saída na vida. Uma vez que nos baseamos na Lei Mística, podemos definitivamente transformar as nossas vidas para o melhor e ultrapassaremos qualquer impasse. Em qualquer situação, seguir essa lei absoluta com fé absoluta é, na verdade a base da nossa prática.
Nam-Myoho-Rengue-Kyo!
Nam Myoho Renge Kyo - Daimoku ((題目) - 南無妙法蓮華經
get the audio here friends..
http://www.askrobbie.com/Daimoku.m4a (listen in itunes or quicktime)
Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo - Nam Myoho Renge Kyo
Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra.
The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost.
Daimoku ((題目) - Nam Myoho Renge Kyo - 南無妙法蓮華經
http://www.youtube.com/watch?v=sdrIKXPjs0Y
Nam Myōhō Renge Kyō (南無妙法蓮華經, also transliterated Namu Myōhō Renge Kyō; literally translated as Devotion to the Law of the Lotus Flower Scripture and exegetically translated as Devotion to the Mystic Law of cause and effect that exists throughout all the sounds and vibrations of the universe) is a mantra that is chanted as the central practice of all forms of Nichiren Buddhism. The mantra is referred to as Daimoku (題目, or the Great Invocation) and was first revealed by the Japanese Buddhist teacher Nichiren on the 28th day of the fourth lunar month of 1253 AD at Kiyosumi-dera (also, Seichōji) near Kominato in current-day Chiba, Japan. The practice of chanting the daimoku is called shōdai (唱題). The purpose of chanting daimoku is to attain perfect and complete awakening, and have actual proof of this practice to oneself and others of the validity of the Lotus Sutra.
The phrase is somewhat difficult to render into English because each word or set of words contains a complex set of symbolism and connotation, and without an understanding of the semiotic significance of the words, the full meaning is lost.
Nam-myoho-renge-kyo
The invocation of Nam-myoho-renge-kyo was established by Nichiren Daishonin on April 28, 1253. Having studied widely among all the Buddhist sutras, he had concluded that the Lotus Sutra contains the ultimate truth of Buddhism: that everyone without exception has the potential to attain Buddhahood. The title of the Lotus Sutra in its Japanese translation is Myoho-renge-kyo. But to Nichiren, Myoho-renge-kyo was far more than the title of a Buddhist text, it was the expression, in words, of the Law of life which all Buddhist teachings in one way or another seek to clarify. What follows is a brief and unavoidably limited explanation of some of the key concepts expressed by this phrase.
Nam
The word nam derives from Sanskrit. A close translation of its meaning is "to devote oneself." Nichiren established the practice of chanting Nam-myoho-renge-kyo as a means to enable all people to put their lives in harmony or rhythm with the law of life, or Dharma. In the original Sanskrit, nam indicates the elements of action and attitude, and refers therefore to the correct action one needs to take and the attitude one needs to develop in order to attain Buddhahood in this lifetime.
Myoho
Myoho literally means the Mystic Law, and expresses the relationship between the life inherent in the universe and the many different ways this life expresses itself. Myo refers to the very essence of life, which is "invisible" and beyond intellectual understanding. This essence always expresses itself in a tangible form (ho) that can be apprehended by the senses. Phenomena (ho) are changeable, but pervading all such phenomena is a constant reality known as myo.
Renge
Renge means lotus flower. The lotus blooms and produces seeds at the same time, and thus represents the simultaneity of cause and effect. The circumstances and quality of our individual lives are determined by the causes and effects, both good and bad, that we accumulate (through our thoughts, words and actions) at each moment. This is called our "karma." The law of cause and effect explains that we each have personal responsibility for our own destiny. We create our destiny and we can change it. The most powerful cause we can make is to chant Nam-myoho-renge-kyo; the effect of Buddhahood is simultaneously created in the depths of our life and will definitely manifest in time.
The lotus flower grows and blooms in a muddy pond, and yet remains pristine and free from any defilement, symbolizing the emergence of Buddhahood from within the life of an ordinary person.
Kyo
Kyo literally means sutra, the voice or teaching of a Buddha. In this sense, it also means sound, rhythm or vibration. Also, the Chinese character for kyo originally meant the warp in a piece of woven cloth, symbolizing the continuity of life throughout past, present and future. In a broad sense, kyo conveys the concept that all things in the universe are a manifestation of the Mystic Law.
Primary Practice
Chanting Nam-myoho-renge-kyo--also known as "Daimoku"--is the primary practice of SGI members. Through this practice, one is able to reveal the state of Buddhahood in one's life, experienced as the natural development of joy, increased vitality, courage, wisdom and compassion.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Escuta.
ESCUTA
André Luiz
Não é a tua palavra primorosa a força que te exaltará a inteligência e, sim, o objetivo para o qual se dirige.
Não é a dádiva que te confere o título de benfeitor, mas o modo pelo qual te manifestas, através dela.
Não é a fortuna material que te faz realmente rico e, sim, a aplicação dignificante das utilidades que reténs a beneficio de todos.
Não é a fama terrestre a claridade que te coroa o nome e sim a benção do Céu sobre a reta conduta que abraçaste em favor do bem coletivo.
Não é a lição verbal o poder com que educarás o companheiro de luta, nas tarefas de cada dia, mas o teu exemplo reiterado na edificação comum por intermédio da própria melhoria.
Não é a tua crença sectária, embora fervorosa, que te guiará à sublimação na vida espiritual, depois da morte do corpo e, sim, os teus atos de bondade santificante, que serão testemunhas permanentes de tua alma, onde estiveres.
Não é a fé sem obras que te iluminará a senda de progresso, mas as obras dignificadoras que conseguires concretizar, em ti mesmo e fora de ti, inspirado por tua fé.
Não é a cultura intelectual inoperante que te fará respeitável, e sim o espírito de serviço com que te devotares, em qualquer condição, à felicidade dos semelhantes.
Não é o êxito suscetível de sorrir-te na Terra, por alguns dias breves, a fonte de alegria real que procuras com os melhores anseios de coração, mas a paz de consciência, no dever bem cumprido, nas obrigações de cada dia.
Busquemos ser, antes de aparentar e fazer, antes de instruir.
A verdade espera nossa alma, em cada ângulo de caminho, dentro de nossa jornada para frente.
Assim, pois, construamos o nosso engrandecimento interior, porque, hoje ou amanhã, o Sol Divino projetará sobre nós a sua bendita claridade, revelando-nos, à luz meridiana, tais quais somos.
Psicografia em Reunião Pública Data – 31-3-1950
Local – Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas.
Do Livro "Através do Tempo", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos
A paz.
A paz é harmonia,
serenidade e sabedoria.
Trazemos conosco uma condição
de harmonização, natural,
silenciosa e sábia;
uma grande força.
Uma força tão poderosa
que pode unir povos,
estabelecer formas de relacionamentos,
aumentar a produtividade,
a criatividade de uma nação
e equilibrar todo um planeta.
A paz não é uma simples palavra romântica,
é uma ordem,
uma lei natural que rege o seu interior
e a Universalidade.
Tenha um bom dia!
Meire Michelin
http://www.paz.com.br/caminhos1/
terça-feira, 7 de abril de 2009
Desculpa
Desculpa, sinceramente, a ignorância dominante.
Não esperes justificação do outro, o teu ofensor.
Supera os ingredientes indigestos
da agressão dele e mantém-te bem,
buscando esquecer de fato a ocorrência má.
Quem guarda mágoas
intoxica-se com os miasmas que elas exalam.
O agressor está muito desequilibrado
e necessita da medicação da bondade
para recuperar-se.
Perdeu a lucidez, e por isso agride.
Concede-lhe a oportunidade que ele não te dá.
É sempre mais confortável
a posição de quem é generoso.
Melhor que sejas tu o doador,
significando que já conseguiste
o que ao teu próximo falta.
Divaldo Pereira Franco / Joanna de Ângelis (espírito)
Que nesta semana de páscoa, e em todas as demais,
nós possamos, mesmo que aos poucos,
livrarmo-nos de mágoas e tristezas.
E que, principalmente, conquistemos
a certeza de que é percorrendo o caminho do amor e do perdão que nossa vida ficará mais colorida e feliz.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
solidão,andré luiz.
S O L I D Ã O
“O presidente, porém, disse:
- Mas, que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo:
- Seja crucificado.” (Mateus, cap. 27, v. 23.)
À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível...
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início?
Certo, ficaram...
Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, a maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio...
Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido...
Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
Choras, indagas e sofres... Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
Não te canses de aprender a ciência da elevação.
Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Recorda-te dele e segue...
Não relaciones os bens que já espalhaste.
Confia no Infinito Bem que te aguarda.
Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
EMMANUEL
(Do livro "FONTE VIVA", 70, FCXavier, FEB)
Realização:
Instituto André Luiz
Ao repassar nossas mensagens, conserve os créditos, por favor.
Muito obrigado!
"A seara é imensa e os trabalhadores poucos." - Jesus
filme verídico:minha vida na outra vida,muito legal.
sexta-feira, 27 de março de 2009
doenças espirituais.
Doenças Espirituais - I
Depois de refletirmos sobre o pecado em geral é importante meditar sobre as principais maneiras como o pecado se manifesta em nossas vidas. É impossível falar sobre todas as espécies de pecado, mas é possível traçar algumas linhas gerais sobre os principais tipos de pecado, verdadeiros troncos dos quais os outros pecados se originam.
A nomenclatura mais conhecida isso é pecado capital, onde este último termo vem de cabeça, significando que os pecados capitais são os cabeças de uma série de pecados. Neste reflexão sigo a nomenclatura do Padre Paulo Ricardo, que prefere utilizar, seguindo uma antiga tradição, a expressão doença espiritual. A preferência se dá porque quando se fala em pecado isso dá a impressão de que o problema está resolvido com uma confissão, quando na realidade o problema deve ser tratado como uma doença que necessita de um longo tratamento.
As primeiras três doenças espirituais são a gula, a luxúria e a avareza.
Gula
Infelizmente hoje em dia o pecado da gula é tratado como algo menor, sem importância, restando praticamente esquecido que se trata de um pecado capital, que atrapalha bastante a vida espiritual de qualquer um. Segundo São João Clímaco as conseqüências da gula são o espírito de fornicação, dureza de coração, sono, maus pensamentos, preguiça, mexerico, espírito de contestação, insensibilidade, arrogância e exibicionismo, entre outras. Vejam, portanto, como a gula é séria!
Tudo isso ocorre porque quando a pessoa cai na gula ela acaba sendo dominada por seus sentidos, dominada pela carne, poderíamos dizer, o que acaba por causar um certo entorpecimento da alma, porque o corpo fica fora de controle, de certa forma. Em outras palavras, se comemos demais é o corpo que manda em nós e não o contrário.
Tecnicamente existem dois tipos de gula: A primeira é comer demais, com voracidade sem, necessariamente, se importar muito com o sabor dos alimentos. O outro tipo é aquele em que a pessoa se deleita excessivamente com alimentos saborosos, mastigando-os longamente. Obviamente os dois tipos podem existir ao mesmo tempo.
Deixemos claro também que comer alimentos saborosos não é pecado, mas sim o deleite excessivo com eles, assim como o problema não é simplesmente questão de ser gordo ou ser magro. Com efeito, o principal não é simplesmente o comer, mas sim a atitude espiritual que assumimos ao nos alimentar, esquecendo que a comida não é um fim em si mesma.
Os principais remédios para a gula é a temperança na alimentação e o jejum. Espiritualmente é importante comer enquanto ainda se está com um pouco de fome. Mas atenção é um pouco de fome! Também é importante comer alimentos saudáveis, mesmo quando não se gosta deles. Comer verduras e legumes muitas vezes pode trazer um bem espiritual maior que o físico.
Os Padres da Igreja ensinam que é impossível ter uma vida espiritual sadia sem jejuar. Não exageremos no jejum. Escolhamos pequenos alimentos que gostamos muito e passemos um período sem ingeri-los, por exemplo.
A razão do jejum não é simplesmente para que nós soframos um pouco ou simplesmente para passarmos fome. Se fosse assim todas aquelas modelos magérrimas seriam santas, bem como todos os pobres que passam fome.
A Igreja não é sádica e não ordena que ninguém deve ser sádico. O jejum é a maneira de nós mostrarmos ao corpo quem é que manda, é forçar o corpo a obedecer a alma (e esta deve obedecer Deus). Por outro lado, abraçar uma pequena cruz de um jejum por escolha própria nos exercita e nos prepara para carregamos as grandes cruzes compulsórias que aparecem em nossas vidas.
Por fim, é importante mudar a atitude espiritual que se tem ao comer: em espírito de ação de graças, percebendo que os alimentos são presentes que Deus nos deu. Para isso é importante rezar antes de todas as refeições.
Luxúria
Assim como a gula é o uso desregrado dos alimentos, a luxúria é o uso desregrado da sexualidade. Também neste caso a atitude espiritual é muito importante. O sexo é algo santo, devendo ser realizado com um espírito de doação, em que os esposos estão se doando um ao outro, ao invés de estarem buscando, cada um, seu próprio prazer físico.
A luxúria não é pecado capital por acaso. O uso desordenado da sexualidade faz com que a pessoa passe a usar o sexo acima de tudo como fonte de prazer, fazendo de seu parceiro um mero objeto sexual e não uma pessoa. Mais importante: Ao invés de desejar Deus, a pessoa passa a desejar o prazer sexual.
Os Padres da Igreja ensinam que nem todo mundo que cai na gula cai, necessariamente, na luxúria, mas que todo mundo que caiu na luxúria também já caiu na gula. Assim, para combater a luxúria é necessário combater também a gula, com os remédios que vimos acima.
Outros remédios contra a gula: Os Padres da Igreja aconselhavam a realização de trabalhos manuais. Na realidade atual podemos considerar a realização de exercícios físicos como algo semelhante. A finalidade é evitar o ócio e possibilitar um sadio cansaço físico. Outra dica importante é não dormir demais e manter um padrão: dormir e acordar na mesma hora. Motivo? Mostrar ao corpo quem manda.
Devemos também vigiar: Fugir das ocasiões próximas de pecado (filmes indiscretos, olhares e pensamentos maliciosos e etc) Mas o mais importante é ter a humildade de nos reconhecermos fracos e implorar a ajuda de Deus pela oração para nos curar dessa doença espiritual.
Também é útil controlar nossa imaginação, diminuindo o tempo que passamos vendo televisão, navegando na internet, lendo romances e etc e utilizar esse tempo para orar e ler a Bíblia.
Avareza
Avareza é o apego aos bens materiais. Ela pode se manifestar por meio de uma vontade de possuir cada vez mais ou pela dificuldade de se desprender dos bens possuídos. A avareza tem uma natureza idolátrica, como disse São Paulo: “o ganancioso é um idólatra” (Ef. 5, 5).
Para o avarento os bens materiais são a sua fonte de segurança ao invés de Deus. É por isso que Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores. Pois vai odiar a um e amar a outro, ou se apegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt. 6, 24).
A avareza existe por três motivos, conforme ensinamento de São Máximo, o Confessor: amor ao prazer que os bens materiais podem trazer, vaidade de se vangloriar pela riqueza que se possui e a falta de fé de quem deposita sua confiança nos bens materiais, ao invés de Deus. Ele afirma ainda que a causa mais grave é esta última.
Assim como na gula o pecado não está na comida, mas no homem que come, como na luxúria, onde o pecado não está no sexo, mas no homem que o realiza, na avareza o pecado não está no dinheiro, mas no homem que o possui.
O papa São Gregório Magno ensinou que a traição, a fraude, o perjúrio, a inquietação e a dureza de coração são conseqüências da avareza. Outro efeito é que o próximo deixa de ser visto como uma pessoa e se torna apenas alguém que o avarento pode utilizar para adquirir mais bens.
O primeiro passo para a cura é refletir se somos avarentos. Como? São João Clímaco dá uma dica: Se alguém se entristece quando se desfaz de um bem é porque é avarento. É importante frisar que isso vale para qualquer bem, mesmo aqueles que têm um valor sentimental bem maior que o valor material. Santa Terezinha do Menino Jesus repreendeu sua irmã, também freira, porque esta se entristeceu depois que deu seus grampos de cabelo para outra freira que lhe pediu.
Outro passo importante é reconhecer as coisas como elas são: transitórias e sem o valor que o avarento lhes atribui. Ao mesmo tempo deve se ter uma sólida fé em Deus, que é a verdadeira segurança de todo homem. Ainda devemos nos contentar com o que se possui (não confundir com mediocridade) e exercitar o desapego aos bens materiais, especialmente pela esmola, não apenas de dinheiro mas também de roupas, objetos e utensílios que muitas vezes estão empoeirados em nossos armários.
Marcelo Moura Coelho
http://cooperadordaverdade.wordpress.com/
quarta-feira, 25 de março de 2009
*A ÁGUA PARA OS IDOSOS*
*Arnaldo Lichtenstein, médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e
professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de
Medicina da USP .*
"Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: *"Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?"* Alguns arriscam: *"Tumor na cabeça".* Eu digo: *"Não".* Outros apostam: *"Mal de Alzheimer".* Respondo,novamente:
*"Não".*A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: diabetes descontrolado; infecção urinária; a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentirsede,deixam de tomar líquidos.Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratamse com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão
arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito),coma e até morte. Insisto: não é brincadeira. Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído
de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo
desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um "alarme". Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso,
o corpo "pede" água. A informação é passada ao cérebro, gente sente sede e sai em busca de líquidos.
Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água. Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também
porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente - e o verão já vem aí - ou a umidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos
últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso
seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas. O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas
horas,botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.Lembrem-lhes de que isso é vital.Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação. Líquido neles e rápido para um serviço médico".
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Por que usamos aliança de casamento no quarto dedo?
Primeiro leia, depois veja o vídeo e confira. Interessante a história...
Os Chineses têm uma explicação muito bonita:
Usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da
outra quando estão ligadas pelo quarto dedo.
Assim é a união do casal .
Veja o filme e você vai compreender. Tente fazer o que é mostrado.
Explicando o filme (está em inglês)...
Cada dedo da mão representa um membro da família:
Polegar - representa os pais
Indicador - representa os irmãos
Médio - representa você mesmo
Anelar - representa seu companheiro
Mínimo - representa os filhos
Una os dedos das duas mãos pela ponta dos dedos, exceto os dedos do meio
que deverão estar dobrados um de frente para o outro.
Agora, tente separá-los:
Os polegares podem ser separados, eles indicam seus pais; você não
viverá com eles o resto de sua vida.
Os indicadores separam-se facilmente; os irmãos e irmãs um dia também
vão se separar de você, pois terão
suas próprias famílias. Assim o indicador e o dedo mínimo também podem
se separar.
Os dedos mínimos também podem ser separados. Indicam seus filhos que
também irão crescer e se casar.
Finalmente, os dedos anelares, não conseguimos separá-los,
significando que marido e mulher devem viver
juntos o resto da vida.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
reencarnação
muito interessante o artigo q fala sobre reencarnação....de^em uma olhada!
http://portugalesoterico.blogspot.com/
o culto do evangélio no lar
"Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei".
Jesus (Mateus, 18:20)
O que é o Culto do Evangelho no Lar
Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar. O Culto do Evangelho no Lar, realizado no ambiente doméstico, é precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam.
Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes, nos ambientes em que vivemos. Ampliando-se o conhecimento sobre o Evangelho, pode-se oferecê-lo com mais segurança a outras criaturas, colaborando-se para a implantação do Reino de Deus na Terra.
As pessoas, unidas por laços consangüíneos, compreenderão a necessidade da vivência harmoniosa e, dentro de suas possibilidades, buscarão, pouco a pouco, superar possíveis barreiras, desentendimentos e desajustes, que possam existir entre pais e filhos, cônjuges e irmãos.
Através do estudo da reencarnação, compreenderão que, aqueles com quem dividem o teto, são espíritos irmãos, cujas tarefas individuais, muitas vezes, dependerão da convivência sadia no ambiente em que vieram a renascer.
Aqueles que, desde cedo, têm suas vidas orientadas pela conduta Cristã, evitam, com mais facilidade, que os embriões dos defeitos que estão latentes em seus espíritos apareçam, sanando, desta forma, o mal antes que ele cresça.
Se, porventura, tendências negativas aflorarem, apesar da orientação desde a infância, encontrarão seguros elementos morais para superá-las, porque os ensinamentos de Jesus tornam-se fortes alicerces para a sua superação.
Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana.
Assim, conscientes de que são espíritos devedores perante as Leis Universais, procuram conduzir-se dentro de atitudes exemplares, amando e perdoando, suportando e compreendendo os revezes da vida.
Quando o Culto do Evangelho no Lar é praticado fielmente à data e ao horário semanal estabelecidos, atrai-se para o convívio doméstico Espíritos Superiores, que orientam e amparam, estimulam e protegem a todos.
A presença de Espíritos iluminados no Lar afasta aqueles de índole inferior, que desejam a desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da Luz, onde almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas, quer desencarnadas.
As pessoas habituadas à oração, ao estudo e à vivência cristã, tornam-se mais sensíveis e passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.
Procedimentos
Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual.
A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um .dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente.
É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos, na medida do possível, sem imposições, para evitar-se constrangimentos.
Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois, viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar.
Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, em uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus.
1. Leitura de uma mensagem
A leitura inicial de uma mensagem poderá, após, ser comentada ou não. Ela tem por objetivo propiciar um equilíbrio emocional, procurando harmonizá-lo com os ideais nobres da vida, a fim de facilitar melhor aproveitamento das lições.
Poderemos lembrar obras com "Pão Nosso", "Fonte Viva", "Vinha de Luz", "Caminho, Verdade e Vida", "Palavras de Vida Eterna", "Ementário Espírita", "Glossário Espírita Cristão".
EMMANUEL
Aceita a fatalidade do progresso.
Trabalha e segue adiante.
Medita na necessidade dos outros.
Procura colocar-te no lugar do próximo, exercitando compreensão.
Não guarde ressentimentos.
Auxilia para o bem geral quanto se te faça possível.
Atende às próprias obrigações.
Não tentes felicidade fora da consciência tranqüila.
Observa que não estás sem motivo em teu grupo familiar.
Honra os encargos que abraçaste.
Ama sem o cativeiro das afeições possessivas.
Agradece o carinho que recebes sem exigi-lo.
Estuda e melhora-te para ser mais útil.
Não intentes transformar a ninguém pela força.
Ampara sem reclamar retribuição
Atravessa as dificuldades com paciência.
Não zombes dos sentimentos alheios.
Não peças para que outrem caminhe com teus passos.
Habitua-te à simplicidade e à disciplina.
Suporta com calma aquilo que não possas modificar.
Usa o descanso apenas como pausa para mais trabalho.
Não te queixes.
Não percas tempo com atividades inúteis.
Conserva, quanto possível, os contatos com a natureza.
Abençoa todos os companheiros, sem lamentar os que se afastem de ti.
Não te voltes para trás.
Evita o pessimismo.
Recorda sempre que a esperança é uma luz eterna.
Não te envaideças com vantagens que são empréstimos de Deus.
Considera por vitória o desempenho dos próprios compromissos.
Cultiva equilíbrio e serenidade.
Foge a qualquer forma de violência.
Aceita a realidade de que possuis unicamente aquilo que constróis por amor.
Entrega-te a Deus, na oração, cada dia.
Desse modo, terás contigo a paz por dentro e assim pacificarás.
EMMANUEL
(Do livro " Buscas e Acharás", FCXavier, edição IDEAL)
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
O Perispírito.
[Emmanuel
Como será o tecido sutil da espiritual roupagem que o homem envergará, sem o corpo de carne, além da morte?
Tão arrojada é a tentativa de transmitir informes sobre a questão aos companheiros encarnados, quão difícil se faria esclarecer à lagarta com respeito ao que será ela depois de vencer a inércia da crisálida.
Colado ao chão ou à folhagem, arrastando-se, pesadamente, o inseto não desconfia que transporta consigo os germes das próprias asas.
O perispírito é, ainda, corpo organizado que, representando o molde fundamental da existência para o homem, subsiste, além do sepulcro, demorando-se na região que lhe é própria. De conformidade com o seu
peso específico.
Formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno.
Organismo delicado, extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir.
Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço.
O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.
Note-se, contudo, que não nos reportamos aqui ao aperfeiçoamento interior.
O crescimento intelectual, com intensa capacidade de ação, pode pertencer à inteligências perversas.
Daí a razão de encontrarmos, em grande número, compactas falanges de entidades libertas dos laços fisiológicos, operando nos círculos da perturbação e da crueldade, com admiráveis recursos de modificação nos aspectos em que se exprimem.
Não possuem meios para a ascese imediata, mas dispõe de elementos para dominar no ambiente em que se equilibram.
Não adquiriram, ainda, a verticalidade do Amor que se eleva ao santuários divinos, na conquista da própria sublimação, mas já se iniciaram na horizontalidade da Ciência com que influenciam aqueles que, de algum modo, ainda lhes partilham a posição espiritual.
Os "anjos caídos" não passam de grandes gênios intelectualizados com estreita capacidade de sentir.
Apaixonados, guardam a faculdade de alterar a expressão que lhes é própria, fascinando e vampirizando nos reinos inferiores da natureza.
Entretanto, nada foge à transformação e tudo se ajusta, dentro do Universo, para o geral aproveitamento da vida.
A ignorância dormente é acordada e aguilhoada pela ignorância desperta.
A bondade incipiente é estimulada pela bondade maior.
O perispírito, quanto à forma somática, obedece as leis de gravidade, no plano a que se afina.
Nossos impulsos, emoções, paixões e virtudes nele se expressam fielmente, no plano a que se afina. Por isso mesmo, durante séculos e séculos nos demoraremos nas esferas da luta carnal ou nas regiões que lhes são fronteiriças, purificando a nossa indumentária e embelezando-a, a fim de preparar, segundo o ensinamento de Jesus, a nossa veste nupcial, para o banquete do serviço divino.
Emmanuel, livro "Roteiro", psicografado por Francisco Cândido Xavier.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
A BORBOLETA E O CAVALINHO
A BORBOLETA E O CAVALINHO
Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta
Na verdade,não tinham praticamente nada em comum,mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre,voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem.
Já o cavalinho, tinha grandes limitações,não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza.
Nele, certa vez,foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto,embora tivesse a amizade de muitos
outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta,
Gostava de fazer companhia ao cavalinho,agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição,dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice,depois então um sorriso.
Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.
Ela, muito carinhosamente,tentava de todas as formas ajudá-lo,mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.
Ele nem percebeu,preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras,
até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou.
Cansado se deitou embaixo de uma árvore.
Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
-Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.
Mas afinal,qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre,que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa,mas era justamente dela que eu estava falando.
-Não ficou sabendo?
-Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho,assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo,ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo,mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo,sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo,mas entenda,foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho,que ela acabou perdendo as asinhas,depois ficou muito doente,triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas,ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto,então será cansativo demais pra ele vir até aqui."
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos,mas em algum momento da sua vida,as feridas que eles vão lhe causar,não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência,não culpe ninguém por isso,afinal muitas vezes,
foi você mesmo que o colocou no seu dorso, OU PERMITIU QUE FOSSE COLOCADO.
“Espero que você possa aceitar as coisas como elas são...
Sem pensar que tudo conspira contra você...
Porque parte de nós é entendimento... a outra parte é aprendizado...
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos...
Que no final possa alcançar todos os seus objetivos...
Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento....
Que essa escola possa ser longa e feliz...pois parte de nós é o que vivemos, a outra parte é o que esperamos...
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros....
Que você possa aceitar que só quem soube da sombra, pode saber da luz...”
Para ser feliz não existe poção mágica.
É preciso somente que tenha a alma limpa e desprovida de mágoas e rancores.
Quanto mais tempo ficarmos remoendo as dores mais tempo levaremos para cicatrizar as feridas.
Estamos aqui de passagem. Nada trouxemos e nada levaremos.
Cada um é livre para cumprir a sua missão...
Agradeço, Senhor, os verdadeiros amigos, mesmo imperfeitos e limitados!
Muitas vezes decepciono-me, esquecida(o) de que sou eu quem erra quando espero deles uma perfeição e um perfeito amor o qual somente Vós possui e mesmo aqueles que Vos amam verdadeiramente, são falhos, porque são humanos.
Agradeço, Senhor, pela sua compaixão, pela sua graça, pela sua bondade, que estão sempre presentes, sustentando-me nos momentos mais difíceis.
Agradeço, Senhor, pela pessoa que sou.
E QUE MEUS AMIGOS(AS) PERDOEM-ME POR SER IMPERFEITO(A)
Que Assim Seja....
roberto shinyashiki;A FELICIDADE É FEITA DE COISAS PEQUENAS...
A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Uma das perguntas desta entrevista, e a respectiva resposta, você verá a seguir. Medite sobre ela.
ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?
Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é:
Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é:
Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa
com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Roberto Shinyashiki
....”aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”....
Todos, na hora da morte.... ”dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...
Pense.... medite....
Alguma coisa parece semelhante em tua vida?
terça-feira, 3 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
A ARTE DOS ELOGIOS
A ARTE DOS ELOGIOS
Pesquisadores da universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, realizaram um estudo com dez mil executivos Seniors para medir o poder da amizade na qualidade de vida dos americanos.
O resultado foi impressionante: ter amigos reduzia em nada menos que 50% o risco de morte, sobretudo por doenças, num período de cinco anos. Estas informações foram publicadas por um jornal carioca, recentemente, nos convidam a pensar a respeito das amizades que cultivamos.
Muitos de nós temos facilidades para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades. É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de os respeitar.
Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina. Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes.
Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou ao cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira.
É isso mesmo. Despejando neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida. Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos poderem ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza.
Os amigos também têm suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêm, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida. Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto. Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devem suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos.
Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas.
Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso a amizade necessita, para se manter da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias.
***
Usa a cortesia nos teus movimentos e ações, gerando simpatia e amizade.
Podes começar no teu ambiente de trabalho. Os que trabalham contigo merecem a tua consideração e o teu respeito.
Torna-os teus amigos. Por isso, no trato com eles, usa as expressões: por favor, muito obrigado.
Lembra-te de dizer bom dia, com um sorriso, desejando de verdade que eles todos tenham um bom dia.
Observa e ajuda quanto puderes, gerando clima de simpatia.
Sê amigo de todos e espalha o perfume da amizade por onde vás e onde estejas.
Fonte:Sei nº 1676 de 13/05/2000 – pág. 2 – Amizade: um tesouro a ser conquistadoVida Feliz nº CLXXIII
www.momento.com.br suporte@momento.com.br
© Momento Espírita 2003
A ARTE DE ENVELHECER
Conta um jovem universitário que, no seu primeiro dia de aula, o professor se apresentou e pediu que todos procurassem conhecer alguém que não conheciam ainda.
Ele ficou de pé e olhou ao redor, quando uma mão lhe tocou suavemente no ombro. Deu meia volta e viu uma velhinha enrugada, cujo sorriso lhe iluminava todo seu ser.
Ela lhe falou sorrindo: “Oi, gato. Meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso lhe dar um abraço?”
O moço riu e respondeu com entusiasmo: “Claro que pode!”
Ela lhe deu um abraço muito forte.
“Por que a senhora está na Universidade, numa idade tão jovem, tão inocente?” perguntou-lhe o rapaz.
Rindo, ela respondeu: “Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.”
“Eu falo sério”, disse seu jovem colega. “Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.”
Rose respondeu gentil: “Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.”
Depois da aula, ambos caminharam juntos, por longo tempo, e se tornaram bons amigos.
Todos os dias, durante os três meses seguintes, saíam juntos da classe e conversavam sem parar.
O jovem universitário estava fascinado em escutar aquela "máquina do tempo". Ela compartilhava com ele sua sabedoria e experiência.
Durante o curso, Rose se fez muito popular na Universidade. Fazia amizades onde quer que fosse.
Gostava de se vestir bem e se alegrava com a atenção que recebia dos outros estudantes.
Ao término do último semestre, Rose foi convidada para falar na festa de confraternização. Naquele dia, ela deu a todos uma lição inesquecível.
Logo que a apresentaram, ela subiu ao palco e começou a pronunciar o discurso que havia preparado de antemão. Leu as primeiras frases e derrubou os cartões onde estavam seus apontamentos.
Frustrada e um pouco envergonhada, se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:
”Desculpem que esteja tão nervosa. Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem. Assim, permitam-me simplesmente dizer-lhes o que sei.”
Enquanto todos riam, ela limpou a garganta e começou:
“Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.
Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.
Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.
Temos que ter um ideal. Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.
Há tantas pessoas caminhando por aí, que estão mortas, e nem sequer sabem!
Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês têm dezenove anos e ficam um ano inteiro sem fazer nada produtivo, se converterão em pessoas de vinte anos.
Se eu tenho oitenta e sete anos e fico por um ano sem fazer nada de útil, completarei oitenta e oito anos.
Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso. O importante é amadurecer, encontrando sempre a oportunidade na mudança.
Não me arrependo de nada. Nós, de mais idade, geralmente não nos arrependemos do que fizemos, mas do que não fizemos.
E, por fim, os únicos que temem a morte são os que têm remorso.”
Terminou seu discurso cantando “A rosa”. Pediu a todos que estudassem a letra da canção e a colocassem em prática em suas vidas.
Rose terminou seus estudos e, uma semana depois da formatura, morreu tranqüilamente, enquanto dormia.
Mais de dois mil estudantes universitários assistiram as honras fúnebres, para render tributo à maravilhosa mulher que lhes ensinou, com seu exemplo, que nunca é demasiado tarde para chegar a ser tudo o que se pode e deve ser.
* * *
O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.
Afinal, envelhecer é obrigatório, amadurecer é opcional.
Pense nisso!
Texto da Redação do Momento Espírita, baseado em história de autor ignorado.
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© Momento Espírita 2003
ABORTO EUGÊNICO
ABORTO EUGÊNICO
Leve-o para casa e dê-lhe amor! Recomendou o especialista do hospital.
Aquela mãe entendeu, sem que o médico precisasse completar o evidente: "enquanto ainda o tem".
Jonathan não se parecia em nada com os outros dois irmãos.
Sob o ralo cabelo castanho-escuro, a testa era demasiado grande e quadrada e os olhos muito separados.
A mãe soubera, logo em seguida, que o rosto do novo filho era a menor das preocupações. Jonathan, informara-lhe o pediatra, tinha uma grave forma de doença congênita do coração.
Se a doença seguisse seu curso, em breve ele contrairia pneumonia. Se sobrevivesse ao primeiro ataque, outros se seguiriam até seu frágil coração parar.
Mais tarde o especialista disse que provavelmente Jonathan nunca poderia andar e nem mesmo sentar-se sem ajuda – e tudo indicava que seria mentalmente deficiente.
Por que haveria de acontecer isto a mim? – perguntou a mãe mergulhada em auto-comiseração.
Por que logo Jonathan, que era tão desejado por nós?
O doutor Haydem a interrompeu bruscamente:
- Que pensa que aconteceria a uma criança como Jonathan se tivesse sido enviada a pais que não a quisessem?
Quanto a acontecer isso a você – falou mais delicadamente – creio que talvez o próprio Jonathan lhe dê a melhor resposta.
As sábias e proféticas palavras daquele verdadeiro médico vieram a se comprovar ao longo dos anos.
Aquele menino da "cara gozada" como era chamado pelas outras crianças, provou que era merecedor de todo o amor que seus pais pudessem lhe dar e que também era capaz de amá-los com a mesma intensidade.
Superadas foram todas as expectativas de falência de Jonathan.
Ele, amparado pela família, superou todas as dificuldades e limitações que se havia imposto em outras existências...
Lutou e sofreu, mas carregou a cruz que ele próprio tinha construído outrora.
As portas da reencarnação lhe foram abertas como uma nova oportunidade de refazer equívocos e aprender novas lições, e ele soube valorizar...
Quando os colegas lhe perguntavam sobre as grossas cicatrizes cirúrgicas que tinha por todo o corpo, ele respondia bem humorado: "são meus zíperes para deixar os médicos entrarem e saírem com mais facilidade."
***
A história de Jonathan foi escrita por sua mãe, Florence Kirk, na revista seleções de dezembro de 1965.
Naquela época, embora os recursos da medicina não estivessem tão avançados quanto hoje, houve um médico que soube honrar seu juramento de lutar pela vida, ainda que todas as evidências fossem favoráveis à morte...
Jonathan, mesmo em estado de feto no útero materno, já trazia as deficiências que expressou ao nascer, mas teve a sua chance de lutar pela vida...
Será que hoje, quando grande parte dos médicos se esqueceram dos seus juramentos e eliminam os fetos com mal formação, Jonathan teria a mesma oportunidade?
Nos dias atuais, a medicina está tão avançada que permite que o feto com deficiências seja tratado ainda no ventre materno.
Eis aí o grande desafio para os especialistas: "matar, nunca".
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ESVAZIANDO OS ARMÁRIOS DE NOSSA VIDA
ESVAZIANDO OS ARMÁRIOS DE NOSSA VIDA
Todos os anos, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico. Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo, aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário.
Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado. Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido 'espetacular' ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos. Às vezes, tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.
Um dia, alguém me disse:
- Tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado,
só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não
usa e verá como lhe fará bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar
da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais.
Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente.
Dê uma olhada séria no que anda guardando lá.
Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Jogue fora idéias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia. Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.
Aproveite e tire de seu 'armário' aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento. A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.
Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apóiem em
seus sonhos e projetos pessoais e profissionais.
Não espere um momento certo, ou mesmo o final
do ano, para fazer essa 'faxina interior'.
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade. Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve. Liberdade de experimentar o desapego.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
CONSELHOS
Dona Maria era uma senhora de 92 anos, elegante, bem vestida e penteada.
Estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só.
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
O caminho da sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
Ah! Eu adoro essas cortinas – disse ela com entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu o quarto...
Nem preciso ver – respondeu ela.
Felicidade é uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
- E eu já decidi que vou adorar.É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe... Tenho duas escolhas: posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida.
A velhice é como uma conta bancária. Você só retira daquilo que você guardou.
Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças.
E como você vê, eu ainda continuo depositando.
Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:
1.Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura.
Deixe o médico se preocupar com eles.Para isso ele é pago.
2. Dê preferência aos amigos alegres. Os “baixo astral” puxam você para baixo.
3. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do Mal.
E o nome do mal é Alzheimer.
4. Curta coisas simples.
5. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
6. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo.
Esteja VIVO enquanto você viver.
7. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta. Pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
8. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver abaixo desse nível, peça ajuda.
9. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.
10. Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E lembre-se sempre que: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego...
De tanto rir...
De surpresa,
De extase,
De felicidade!
DEFICIÊNCIAS-MARIO QUINTANA
DEFICIÊNCIA
“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive sem ter consciência de que é dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir uns tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com DEUS.
"A amizade é um amor que nunca morre."
MARIO QUINTANA
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Você é uma maravilha
Você é uma maravilha
Pablo Casals foi um famoso violoncelista, regente e compositor espanhol, que morreu no ano de 1973.
Certa vez, ele escreveu a respeito do momento único do Universo, um momento que jamais vai se repetir.
O momento que estamos com nosso filho.
E o que ensinamos ao nosso filho? – indaga o compositor.
Ensinamos coisas que lhe valerão para a vida, para o mundo das formas em que nos agitamos.
Ensinamos que dois e dois são quatro. Ensinamos que a capital da França é Paris; que a Espanha fica no continente europeu.
Ensinamos sobre relevo, para que ele saiba a diferença entre um planalto, planície, morro, uma montanha.
E onde fica a Cordilheira dos Andes, os Balcãs, o Oceano Atlântico.
Ensinamos que o Sol é uma estrela de quinta grandeza, que a Terra se move ao redor dele, num concerto harmonioso.
Que o Sol viaja pelo espaço, levando consigo a sinfonia dos mundos que o rodeiam. Que a Lua dos enamorados é um satélite da Terra.
Sim, ensinamos muitas coisas.
São coisas importantes. Nosso filho crescerá, se tornará profissional, regerá sua própria vida.
Movimentar-se-á pelas vias do mundo, produzindo, semeando, interferindo em outras vidas com a sua maneira de agir, de ser.
Tudo, graças ao que lhe ensinamos.
Mas, naquele momento único, mágico, em que estivemos com ele, nós lhe dissemos que ele é uma maravilha?
Que não existe sobre a face da Terra nenhum ser igual a ele?
Nós lhe informamos sobre as maravilhas do Mundo Antigo e Moderno e o fizemos se encantar com elas.
Mas, dissemos como ele é especial?
Alguma vez lhe dissemos: Você sabe que é uma pessoa única? Desde o começo do Mundo, nunca houve outra criança como você.
Suas pernas, seus braços, seus dedos, a maneira como você se movimenta, as coisas que diz, os gestos que faz, tudo isso é único, é só seu.
Você pode se tornar um Shakespeare, um Michelangelo, um Beethoven.
Você é capaz de fazer qualquer coisa. E, quando crescer, vai poder ter um filho que será como você, uma maravilha. Sabe?
Isso, com certeza, tornará nosso filho capaz de enfrentar muitos desafios.
Esta mensagem o acompanhará aonde quer que vá. Quando o mundo tentar lhe dizer que ele é um fracasso, ele recordará do nosso recado.
Quando o desapontamento por um revés tentar colocar em seus ombros o manto da tristeza, ele lembrará da nossa mensagem.
Quando o namoro acabar, quando a nota alcançada no concurso não for a esperada, quando o dia se apresentar cinzento, ele recordará...
E, recordando, erguerá a cabeça, ajustará os ombros, e dirá a si mesmo: Posso não ter vencido o concurso, mas eu tentei.
Não consegui o emprego almejado, mas realizo muito bem o meu trabalho.
Não ganho tanto quanto eu desejara, mas tenho certeza de que sou muito bom naquilo que faço.
Eu sou uma maravilha, sou um filho de Deus, especial.
Ninguém, no Mundo, é igual a mim.
E continuará em frente, avante, para o alto.
Redação do Momento Espírita com base em dizeres de Pablo Casals, do livro Histórias para aquecer o coração – Edição de Ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 21.05.2008.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
O que eu não disse
O que eu não disse
Eu não afirmei que apoiaria teus passos, mas
dei-te discernimento para escolher os teus caminhos.
Eu não disse que só terias alegrias, mas dei-te força para superar as dores.
Eu não te prometi riquezas materiais, mas dei-te potenciais para alcançar a fortuna.
Eu não te garanti familiares sempre dóceis e afáveis, mas coloquei em ti a exercitável tolerância.
Eu não te presenteei com um mundo de paz, mas dei-te voz para levá-la aos quatro quantos dele.
Eu não falei que o egoísmo não te abateria, mas dei-te o pão para ser dividido.
Eu não te imunizei contra vícios, mas dei-te competência para escolher o que te beneficia.
Eu não reservei para ti apenas fiéis amigos, mas pus em ti capacidades de compreensão e de perdão.
Eu não te assegurei que serias saudável sempre, mas te tangi com a Fé que pode sanar os males.
Eu não bradei que protegeria os teus pensamentos, mas deixei-te a inteligência
para escolhê-los.
Eu não te dei garantias de sucesso nem de fama, mas apliquei em ti talentos para alcançá-los.
Eu não declarei que não terias decepções, mas dei-te o dom de intuir suspeitas intenções.
Eu não te deixei a ilusão de que todos te amariam: eu disse que EU te amaria para sempre e incondicionalmente.
Eu não te prometo que terás tudo que posso dar-te, mas tudo te será dado se antes tu fizeres a tua parte.
“Eu não disse que seria fácil: eu disse que seria possível”
Jesus de Nazaré
Texto: Silvia Schmidt
Deus....
DEUS,PASSEI TANTO TEMPO TE PROCURANDO. NAO SABIA ONDE ESTAVAS.
OLHAVA PARA O INFINITO E NAO TE VIA... E PENSAVA COMIGO MESMO: SERA' QUE TU EXISTES?
NAO ME CONTENTAVA NA BUSCA E PROSSEGUIA. TENTAVA TE ENCONTRAR NAS RELIGIOES E NOS TEMPLOS, TU TAMBEM NAO ESTAVAS.
TE BUSQUEI ATRAVES DE SACERDOTES E PASTORES,NAO TE ENCONTREI. SENTI-ME VAZIO E SO', DESESPERADO E DESCRENTE.
E NA DESCRENCA TE OFENDI,
E NA OFENSA TROPECEI,
E NO TROPECO CAI',
E NA QUEDA, SENTI-ME FRACO, FRACO PROCUREI SOCORRO, NO SOCORRO, ENCONTREI AMIGOS,
NOS AMIGOS, ENCONTREI CARINHO, NO CARINHO VI NASCER O AMOR, COM O AMOR VI UM MUNDO NOVO,
E NO MUNDO NOVO RESOLVI VIVER, O QUE RECEBI RESOLVI DAR E DANDO ALGUMA COISA,
MUITO RECEBI E RECEBENDO ME SENTI FELIZ AO SER FELIZ ENCONTREI A PAZ...
E TENDO PAZ FOI QUE VI QUE DENTRO DE MIM E' QUE TU ESTAVAS. E SEM PROCURAR-TE
FOI QUE TE ENCONTREI
CARRASCO
CARRASCO
Emmanuel
Verdugo invisível, onde se lhe evidencie a influência, aparecem a rebeldia e o azedume, preparando a perturbação e a discórdia.
Mostra-se na alma que lhe ouve as pérfidas sugestões, à maneira de fera oculta a atirar-se sobre a presa.
Assimilando-lhe a faixa de treva, cai a mente em aflitiva cegueira, dentro da qual não mais enxerga senão a si mesma.
E assim dominada, a criatura, ao pé dos outros, é a personificação da exigência, desmandando-se, a cada instante, em reclamações descabidas, incapaz de anotar os sofrimentos alheios. Pisa nas dores do próximo com a dureza do bronze e recebe-lhe as petições com a agressividade do espinheiro, expelindo pragas e maldições. Onde surge, pede os primeiros lugares, e, se lhos negam, à face das tarefas que a previdência organiza, não se peja de evocar direitos imaginários, condenando, sem análise, tudo quanto se lhe expõe ao discernimento. Desatendida nos caprichos particulares com que se aproxima dos setores de luta que desconhece, mastiga a maledicência ou gargalha o sarcasmo, lançando lodo e veneno sobre nomes e circunstâncias que demandam respeito. Se alguém formula ponderações, buscando-lhe o ânimo à sensatez, grita, desesperada, contra tudo o que não seja adoração a si mesma, na falsa estimativa dos minguados valores que carrega no fardo de ignorância e basófia.
E, então, a pessoa, invigilante e infeliz, assim transformada em temível fantasma de incompreensão e de intransigência, enrodilha-se na própria sombra, como a tartaruga na carapaça, e, em lastimável isolamento de espírito, não sabe entender ou perdoar para ser também perdoada e entendida, enquistando-se na inconformação, que se lhe amplia no pensamento e na atitude, na palavra e nos atos, tiranizando-lhe a vida, como a enfermidade letal que se agiganta no corpo pela multiplicação indiscriminada de perigosos bacilos.
Atingindo esse estado dalma, não adota outro rumo que não seja o da crueldade com que, muitas vezes, se arroja ao despenhadeiro da delinqüência, associando-se a todos aqueles que se lhe afinam com as vibrações deprimentes, em largas simbioses de desumanidade e loucura, formando o pavoroso inferno do crime.
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Irmãos, precatai-vos contra semelhante perseguidor, vestindo o coração na túnica da humildade que tudo compreende e a todos serve, sem cogitar de si mesma, porque esse estranho carrasco, que nos alenta o egoísmo, em toda parte chama-se orgulho.
(De "Religião dos Espíritos", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)
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