segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.
Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho
Caroo leitor, foi lamentável a derrota de nossa seleção brasileira no dia 2 de jlho, na copa do mundo de 2010.
A grande totalidade da nação brasileira ficou triste e chateada com o resultado de Brasil e Holanda. A tristeza se dá por vivemos em um país que o futebol é uma de suas grandes paixões, no entanto precisamos viver de "Amor em nossos corações ao invés de paixões", convido-o para refletir com relação a tal sentimento.
Tomamos a liberdade de postar em meu blog, nesta madrugada de sábado um artigo do Sr. Sérgio Biagi Gregório, dividindo-o em capítulos, para facilitar nosso estudo e compreensão do tema abordado.
Ele vem nos explicar o motivo que levou o espírito Humberto de Campos psicografar através das mãos abençoadas do saudoso Chico Xavier, o livro "O Brasil, Coração do Mundo e Pátria do Evangelho", considerando nossa nação como tal.
Em uma postagem anterior a está, encontraremos uma entrevista de Divaldo P. Franco, que fala de nosso compromisso espiritual perante o mundo, e fala de reencarnações de espíritos franceses em nosso país, após a transferência do Consolador Prometido para o Brasil.
Ele explica de forma detalhada o que os benfeitores espirituais disseram a ele, sobre o assunto.
Através destes artigos, faremos uma breve viagem pela História de nosso país para termos uma compreensão melhor do assunto.
Boa leitura e reflexão, Brava Gente Brasileira!
Luciano Dudu
INTRODUÇÃO
Escrito por: Sérgio Biagi Gregório
O objetivo deste trabalho é captar a influência do plano espiritual nos processos decisórios de política econômica, principalmente aquela que nos foge da mente quando estudamos a História Econômica do Brasil só pelo aspecto material. Então, procuramos dar como conhecida a história material e tentamos visualizar, resumidamente, a inter-relação dos dois planos da vida, valendo-nos das citações de ordem material somente para uma melhor compreensão da linha mestra que se formou desde o descobrimento do Brasil até os nossos dias.
2. BRASIL, A NOVA PÁTRIA DO EVANGELHO.
Por volta do último quartel do século catorze, Jesus dispôs-se a visitar o planeta Terra, a fim de verificar o processo realizado pela sua doutrina de amor. Após observar que o mundo político, econômico e social do ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências européias, Jesus, juntamente com Helil, traçam um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos. Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras-virgens da América.
Encarnado no período 1394-1460, como o heróico infante de Sagres, operou a renovação das energias portuguesas, expandindo as suas possibilidades realizadoras para além mar, criando as condições necessárias para o futuro descobrimento da "Pátria do Evangelho", que aconteceu em 1500, por Pedro Álvares Cabral.
Helil, depois do seu desencarne, continuou a luta pela causa do Evangelho. Sua influência espiritual junto a D. Duarte e D. Afonso V não fora marcada pelo êxito, porém, com relação a D. João II, consegue que diversas expedições sejam organizadas e enviadas ao mar.
A grande expedição de Cabral deixou Portugal no dia sete de março de 1500. Em alto mar, as noites do grande expedicionário são povoadas de sonhos sobrenaturais e, insensivelmente, as caravelas inquietas cedem ao impulso de uma orientação imperceptível, desviando os caminhos das Índias para o coração geográfico do Brasil.
Compreendemos, também, que enquanto outros países se fragmentavam o fato do Brasil permanecer com o coração geográfico completo é porque havia realmente a preocupação de Jesus em arrebanhar toda a população, que deveria estar envolta com o lema: "Deus, Cristo e Caridade". (Xavier, 1977, cap. I e II)
3. ORIGENS ESPIRITUAIS DO POVO BRASILEIRO
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
Para uma compreensão mais ampla da formação espiritual do povo brasileiro, devemos lembrar que os séculos quinze e dezesseis foram marcados pela influência do "capitalismo comercial", que impulsionou as grandes potências européias ao mar, a fim de colonizar a nova terra. O Brasil, recebe assim, imigrantes das várias regiões do mundo.
Dentro desse quadro, Jesus entregava o comando do Brasil a Ismael, cuja missão era reunir os sedentos de justiça divina (degregados), os simples de coração (índios), os humildes e aflitos (escravos) sob a influência dos missionários para que o alicerce espiritual fosse edificado sobre a rocha firma, de modo que com o passar dos anos não houvesse fragmentação. (Xavier, 1977, cap. III)
4. HOLANDESES, FRANCESES E ESPANHÓIS
Para que pudéssemos ter essa formação mesclada deveríamos aceitar as várias influências das grandes companhias de comércio, cujas sedes se localizavam na Europa, principalmente em França, Holanda e Inglaterra.
Primeiramente vieram os franceses, que encantados com a beleza da Bahia de Guanabara, estabeleceram aí a sua feitoria, onde Villegaignon, com sua mentalidade religiosa e honesta, capta a confiança dos indígenas por três anos, pois em 1558 são expulsos por Mem de Sá.
De 1580 a 1640 recebemos a influência indireta da Espanha, porque como sabemos Portugal ficou sob a direção deste país, desestimulando a colonização das terras brasileiras.
Em 1624, a pretexto da guerra com a Espanha, os holandeses invadem o Brasil, originando cenas dolorosas, porém não organizadas pelas falanges do mundo invisível.
Em 1637, entregava em Pernambuco o General holandês João Maurício, príncipe de Nassau, cuja estada no Brasil fora preparada no plano espiritual com a intenção de desenvolver os germes do amor, respeito, tolerância e liberdade. Assim, os escravos tornam-se livres à sombra de sua bandeira, os índios encontram, no seu coração, o apoio de um nobre e leal amigo e todos obtém um novo clarão de justiça no caminho a seguir.
Em 1661, os holandeses deixam o Brasil sem lutas cruéis, mas ficou a semente da gratidão e do amor por um dos abnegados servidores do Cristo. (Xavier, 1977, cap. VIII)
5. A PROCURA DO OURO
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
Sabemos da história econômica que a razão básica da manutenção do domínio político português nas terras brasileiras era a possibilidade de descobrir imensos tesouros de metais preciosos. No plano espiritual, essa missão de expandir o espaço conquistado foi entregue a Fernão Dias Paes, que antes de reencarnar fora consolado por Ismael acerca da causa sinistra do ouro, recebendo instruções de que a procura desse metal seria um fator de desenvolvimento econômico, porque edificar-se-iam cidades e fomentar-se-iam a pecuária e a agricultura.
A missão seria árdua e exigiria o máximo de disciplina e para exemplificá-la viu-se na contingência de enforcar o próprio filho, quando esteve encarnado.
Paralelamente às bandeiras, outros movimentos realizavam-se na busca desse metal, criando um clima de ilusões, ambição e comentários acerca da riqueza, que levava os indivíduos à guerra, às revoluções e às emboscadas tendo como resultado a aflição, o sofrimento e a morte, inclusive com a possibilidade de despovoamento de Portugal. Citamos, como exemplo, a guerra das Emboabas, a Guerra dos Mascates.
Ao mesmo tempo que no plano material estávamos envoltos com um pequeno derramamento de sangue, no plano espiritual, os agentes invisíveis estavam amparando-nos e podemos perceber claramente pelo Tratado de Methuen que, o Brasil, ao transferir a posse do ouro à Inglaterra, vetava as investidas das grandes potências européias que cobiçavam nossas riquezas. (Xavier, 1977, cap. X)
6. PRENÚNCIO DA LIBERDADE
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
Os preparativos da Revolução Francesa, isto é, as discussões a respeito da liberdade influenciaram sobremaneira a classe dos poucos intelectuais brasileiros, que observando a ganância pelo ouro por parte dos padres — para aumentar o luxo das igrejas, dos magistrados — para aumentar suas fortunas que levariam a Portugal e do fisco — para incrementar a receita de Portugal, resolvem por em prática esses ideais políticos e econômicos.
Dos vários encontros realizados para tal finalidade, escolheu-se a personalidade de Tiradentes para ser o líder do movimento. Os desejos de liberdade foram vetados por autoridades portuguesas tão logo ficaram sabendo do ocorrido, mandando imediatamente extinguir a figura que se sobressaia nas ditas articulações. A morte de Tiradentes do ponto de vista espiritual representava o resgate de delitos cruéis do passado, quando inquisidor da Igreja.
Os estudos e discussões acerca de nossa doutrina mostra-nos que o acaso não existe e que os fatos se sucedem no devido tempo. Assim, verificamos que os intelectuais brasileiros quanto os da França foram precipitados com as reivindicações de liberdade, contrariando a vontade de Deus, o qual prefere que cada qual vença a si mesmo e seja avessos à guerra e à Revolução. Percebemos, mais uma vez, a mão protetora de Ismael, pois enquanto em França assistíamos à perda de muitas vidas, no Brasil tivemos apenas um enforcamento. (Xavier, 1977, cap. XIV)
8. MAIORIDADE POLÍTICA BRASILEIRA (I)
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
O aumento das responsabilidades brasileiras deveria ser provido por alma nobre e valorosa. O plano espiritual estava atento e começou a dialogar com Longinus, a fim de cientificá-lo da grande missão que os mensageiros de Ismael estavam lhe propondo e se saísse vencedor não precisaria retornar neste planeta de expiação e provas. Reencarnaria, assim como D. Pedro II e se incumbiria de polarizar as atenções do povo a sua pessoa no que dizia respeito aos exemplos e virtudes, renúncia e sacrifícios abnegação e desprendimento.
Enquanto no outro plano da vida estes assuntos eram ventilados, aqui, D. Pedro I, depois de consolidada a Independência, tratava de dar continuidade ao processo de liberdade da Pátria do Evangelho, sempre assessorado pelas falanges de Ismael, que aproveitavam o minuto psicológico para auxiliá-lo nesta consolidação. Apesar de lutar pelos interesses do Brasil foi acusado injustamente de proteger os de Portugal, e por esta razão, inspirado pelos agentes do invisível, abdica na pessoa do filho, a sete de abril de mil oitocentos e trinta e um.
Após a abdicação de D. Pedro I o país sob o comando dos regentes interinos atravessou momentos de crise, notando-se o desenrolar da guerra civil ao Norte e o movimento republicano no Rio Grande do Sul. As falanges de Ismael eram obrigadas a aumentar os reforços intuindo os homens da regência a praticarem os mais sublimes atos de renúncia pelo bem coletivo a fim de que a luz do porvir na pátria não se transformasse em trevas e não paralisasse os interesses do Senhor para com a nossa terra natal.
D. Pedro II reencarna dentro dessa conjuntura e aos quinze anos de idade adquire o poder de governar o país. Para bem cumprir sua missão, abstraia-se dos textos legais e norteava suas decisões mais pela imprensa do que pelos seus ministros, desgostando os políticos da época. Conseguiu com seu caráter evolucionista um grande progresso de liberdade de opinião e a calma voltara ao Brasil. Por não seguir as inspirações do mundo invisível, interfere na liberdade do Uruguai, ocasionando com isto a guerra do Paraguai, pois este país se sentindo ameaçado na sua segurança declarou-se contra o Brasil, iniciando uma contenda que durou cinco anos de martírio e sofrimentos. (Xavier, 1977, cap. XX)
9.A MAIORIDADE POLÍTICA BRASILEIRA (II)
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
À medida que o tempo passava, as repercussões internacionais e a experiência dos políticos brasileiros clamava por uma mudança estrutural do nosso modelo de economia política, muito embora D. Pedro II fosse um exemplo de discórdia e benevolência. Os políticos da época pressionaram-no e nos primeiros meses de 1888, sob a influência dos mentores invisíveis da pátria, o imperador é afastado do trono, voltando a Regência à Princesa Isabel, promulgando a treze de maio de mil oitocentos e oitenta e oito a lei que extinguia o cativeiro no Brasil.
Ao se extinguir a servidão, o Brasil passava ao regime de maioridade política, isto é, os habitantes deste território receberiam doravante influências indiretas do plano espiritual, mas seriam responsáveis diretos pelos seus erros e acertos. Denominamos República à oficialização desse índice de maioridade, firmado a quinze de novembro de 1889 por Deodoro da Fonseca e uma plêiade de inteligências cultas e vigorosas.
É útil recordarmos o grau de evolução de Longinus, que deixou a coroa sem derramamento de sangue, repeliu todas as sugestões dos Espíritos apaixonados pelo poder, não aceitou dinheiro pelo seu exílio, porém levou consigo um punhado de terra brasileira que muito soubera amar.
O plano espiritual, afim de corroborar este grau de liberdade adquirido, delegava autoridade aos grandes médiuns, que seriam os portadores da luz do Cristo, com a função de concentrar as energias do povo, dirigindo-as para o alvo sagrado da evolução material e espiritual. Dentre eles citamos a personalidade de Bezerra de Menezes, aclamado na noite de julho de1895 diretor de todos os trabalhos de Ismael no Brasil. (Xavier, 1977, cap. XXI a XXX).
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
Este estudo da História Econômica do Brasil, à luz da espiritualidade, deu-nos a oportunidade de aumentarmos os nossos conhecimentos a respeito do povo, do governo e dos agentes do mundo invisível
acompanhamos o desenrolar dos fatos históricos e percebemos que a maioridade política se desenvolve da mesma forma que o livre-arbítrio no campo individual; que as decisões que julgávamos individuais abrangem uma amplitude mais ampla, porque aquele que decide recebe influências dos ministros, da imprensa, da esposa, e muito mais do plano espiritual, que até a proclamação da república a ascendência espiritual era direta, passando depois a fazer por sugestões telepáticas; que ainda hoje estamos com a boa influência, embora o livro de Humberto de Campos só explica até o período republicano.
Vimos, por fim, que o poder é transitório, que as paixões inflamam os indivíduos, que pouco é o que sabemos e, por essa razão, devemos ter muita humildade, a fim de podermos trilhar o caminho da felicidade, o qual nos conduzirá ao Cristo e à caridade.
11. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
FURTADO, C. Formação Econômica do Brasil. 9 ed., São Paulo, Editora Nacional, 1969.
FURTADO, M. B. Síntese da Economia Brasileira. 2 ed., Rio de Janeiro, LTC, 1983.
XAVIER, F. C. Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho (pelo Espírito Humberto de Campos). 11. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1977.
São Paulo, agosto de 1984
Extraido do site :http://www.ceismael.com.br/artigo/brasil-coracao-mundo.htm
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
Escrito por : Sérgio Biagi Gregório
fonte:http://lucianodudu1974.blogspot.com/
domingo, 29 de agosto de 2010
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XII "Amai os Vossos Inimigos" - Item 5
"...Não há coração tão perverso que não se deixe tocar pelas boas ações, mesmo que seja a contragosto.
Pelas boas ações, tira-se do inimigo toda desculpa para as represálias.
De um inimigo, então, se pode fazer um amigo, antes e depois da morte...
A Terra é um mundo de provas e expiações.
Aqui, a maldade ainda predomina e, por esta razão, vivemos envoltos por muita miséria moral.
Essa maldade faz parte das provações que nos cabe suportar com paciência e resignação.
Da mesma forma que o amor atravessa a morte, a maldade também o faz e, assim, surgem os inimigos desencarnados.
Inimigos desencarnados são espíritos que estão em um outro plano espiritual e podem ser:
Espíritos que desejam vingança, cobrando dívidas, que foram adquiridas nesta vida ou em vidas passadas;
Espíritos com desejo de fazer o mal: como eles sofrem, querem que os outros também sofram;
Espíritos que se aproveitam de outros espíritos que sabem que são incapazes de resistir às influenciações e os atormentam.
O inimigo desencarnado, que deseja vingança, aproveita que seu inimigo está encarnado para atormentá-lo mais facilmente, uma vez que, desencarnado, o espírito está mais livre.
Esta é a causa da maioria das obsessões, onde obsessor e obsediado são atingidos pelas suas próprias condutas, isto é, por não terem-se perdoado mutuamente, por não serem indulgentes e nem caridosos.
Para que este quadro de perseguição não seja levado para a Espiritualidade e não se perpetue em existências futuras é importantíssimo, enquanto encarnado, esquecer o orgulho, desenvolver a humildade, se reconciliar com o inimigo, estabelecer a paz, perdoar e buscar o perdão.
À medida que o homem utiliza o seu livre-arbítrio com responsabilidade, isto é, trilhando o caminho do bem, estudando obras sérias, freqüentando lugares dignos, ele vai progredindo, crescendo espiritualmente e, ao mesmo tempo, dá bons exemplos tanto para encarnados, quanto para os desencarnados.
Nesse momento, ele pode conquistar ou reconquistar amigos.
Dessa forma, se ele anteriormente perdeu a oportunidade de se reconciliar com um inimigo que desencarnou, agora, através de seus bons exemplos, pode receber o seu perdão, bem como trazê-lo para o campo do bem; ou afastá-lo de seu dia-a-dia, caso esse inimigo sinta repulsa pelo bem.
Não podemos esquecer que estamos cercados de espíritos encarnados e desencarnados, que têm afinidade com o nosso próprio espírito, isto é, são espíritos simpáticos com nossas atitudes, pensamentos etc.
Estamos colaborando com a maldade na Terra?
Lembremo-nos de que, se na Terra não houvesse homens maus, não haveria espíritos maus ao nosso redor, nos influenciando e se nutrindo com o mal! Toda e qualquer vibração que emitimos para alguém, recebemo-la com a mesma ou maior intensidade; isto quer dizer que, se vibramos o bem, recebemos o bem e se vibramos o mal recebemos o mal.
Isso nos remete à eficácia da prece para os nossos inimigos encarnados ou não, declarados ou não; uma vez que, com a prece, atraímos o amparo dos bons espíritos para combater a nossa fraqueza moral e, ao mesmo tempo, envolvemos nossos inimigos com boas vibrações.
Então, para nos livrarmos de qualquer ação nociva, devemos perdoar, praticar a caridade, enfim: amar.
"Perdão pode ser comparado à luz que o ofendido acende no caminho do ofensor. Por isso mesmo, perdoar, em qualquer situação, será sempre colaborar na vitória do amor, em apoio de nossa própria libertação para a vida imperecível."
Emmanuel, livro "Aulas da Vida", capítulo "Vantagens do Perdão". *
Que Jesus nos ampare!
Silvana Gimenez.
Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec -Tradução Roque Jacintho, Ed. Luz no Lar, 2004.*
Fonte: Texto retirado da "REVISTA SEAREIRO". [ Maio de 2009]
A "REVISTA SEAREIRO" eh um órgão divulgador do Núcleo de Estudos Espíritas "AMOR E ESPERANCA". [Diadema -SP]
www.espiritismoeluz.org.br
O Evangelho Segundo o Espiritismo*
Allan Kardec
Ed. Luz no Lar
348 Páginas
O Evangelho Segundo o Espiritismo* [tradução Roque Jacintho]
Uma nova tradução.
Inteiramente popular.
Todo o Evangelho Segundo o Espiritismo, trazido diretamente do francês, numa linguagem atual e para nossa gente, mantendo a mesma ordem didática empregada por Allan Kardec.
Exemplos vertidos para nossos costumes.
Parágrafos curtos e de fácil assimilação.
Aulas da Vida.*
Emmanuel.
Psicografia Francisco Candido Xavier.
Editora IDEAL
Aulas da Vida*
Amigo Leitor,
Companheiros vários convidam-nos para simpósio e reuniões outras, nas quais possamos ministrar conhecimentos, em torno da Espiritualidade.
Entretanto, como fazer isso, se não somos professores e sim alunos da evolução?
E concluímos: por que não aprendemos juntos?
Daí nasceu à idéia de formação deste volume que certamente pode e deve ser acompanhada porta outros, de autoria dos amigos encarnados, mais habilitados que nós mesmos para dialogar com segurança, sobre os elevados temas da alma e do destino, da existência e do amor.
Aulas?
Comentamos as da vida, a escola onipresente do espírito.
Aqui tens, desse modo, leitor amigo, as nossas páginas despretensiosa, relacionando as nossas observações e experiências.
E, nos revele a simplicidade dos nossos apontamentos, aqui expostos, ante a imensidade dos assuntos que ficam esperando por nossa atenção, rogamos a Jesus, o nosso Divino Mestre, nos inspire e nos abençoes.
Emmanuel / Uberaba, 10 de Marco de 1981.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Primeiro veja a animação... Depois leia o texto.

Demais, não é? Não precisa mesmo de palavras...
Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Há tempo de adoecer, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Há tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Há tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
Há tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Há tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Há tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Demais, não é? Não precisa mesmo de palavras...
Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Há tempo de adoecer, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Há tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Há tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
Há tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Há tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Há tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
OS SUGADORES DE ENERGIA.
OS SUGADORES DE ENERGIA
(Jornal da Mocidade – Ago/97 e Revista Espírita Allan Kardec – Mar/98).
Artigo extraído do Blog do GEEL.
Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! O Ph.D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.
Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do "amigo", falando só de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu... em profunda depressão.
Cuidado com esses "sugadores de energia positiva". Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos, Gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos seqüestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo!
Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta.
Eles são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".
Esses "sugadores de energia" vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo.
Não seja você também um "sugador de energia"
Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, idéias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam.
Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer... Sabem lembrar-se só de fatos discordantes.
Dão a idéia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...
Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se "enterraram" na infelicidade e na desarmonia.
Outras, fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que têm feito.
São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.
O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.
Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.
Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.
Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho é a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos. Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica, modesta, não calunia, nem adula.
Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil.
Por isso, é estimada.
Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo.
Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Yvonne do Amaral Pereira.
Yvonne do Amaral Pereira.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Yvonne Pereira no início da década de 1980, acompanhada de uma criança que nos dias atuais disponibilizou a foto para domínio público.Yvonne do Amaral Pereira (Santa Teresa de Valença, 24 de dezembro de 1900 — Rio de Janeiro, 9 de março de 1984) foi uma médium brasileira, autora de diversos livros psicografados.
Biografia
Yvone Pereira foi uma das mais respeitadas médiuns brasileiras, autora de romances psicografados bastante conhecidos entre os espíritas. Dedicou-se por muitos anos à desobsessão e ao receituário mediúnico homeopático.
Filha de Manuel José Pereira Filho, um pequeno comerciante, e de Elizabeth do Amaral, foi a primeira de seis filhos do casal. A mãe já havia tido um filho de seu primeiro casamento.
Recém-nascida, com apenas 29 dias, teve um acesso de tosse que a sufocou, deixando-a em estado de catalepsia, em que se manteve por seis horas. O médico e o farmacêutico da localidade chegaram a atestar o óbito por sufocação. A família preparou o corpo da bebê para o velório, colocando-lhe um vestido branco e azul, adornando-a com uma grinalda, enquanto aguardava o pequeno caixão branco da praxe. Nesse momento, sua mãe retirou-se para o interior da residência da família para orar. [carece de fontes?] Momentos depois, a bebê acordou, chorando.
Yvonne cresceu numa família espírita. O pai enfrentou a falência comercial por três vezes. Posteriormente viria a tornar-se funcionário público, cargo que ocupou até o fim da vida, em 1935. Era comum a família abrigar pessoas necessitadas, vivências que, segundo Yvone, marcariam sua vida para sempre.
Com quatro anos de idade, a menina já dizia ver e ouvir espíritos, os quais, segundo ela, considerava como pessoas normais. Dois dos amigos invisíveis apareciam com mais freqüência:
Charles, a quem ela considerava seu verdadeiro pai, devido a lembranças que teria de uma encarnação anterior, em que a "entidade" teria sido seu pai.
Roberto de Canalejas, que teria sido um médico espanhol de meados do século XIX.
As visões lhe perturbavam, e vinham junto com uma imensa saudade do que seria uma encarnação anterior, na Espanha, que, dizia, recordava com clareza. [carece de fontes?] Considerava seus atuais familiares, principalmente o pai e os irmãos, como pessoas estranhas, assim como estranhava a casa e a cidade onde morava. [carece de fontes?] Em razão desses conflitos, até os dez anos de idade passou a maior parte do tempo na casa da avó paterna.
Aos oito anos de idade, a menina viveu novo episódio de catalepsia. Certa noite, durante o sono, percebeu-se diante de uma imagem do Senhor dos Passos pedindo socorro, pois sofria muito. A imagem, então, animando-se, dirigiu-lhe as palavras: Vem comigo minha filha: será o único recurso que terás para suportar os sofrimentos que te esperam. A menina, aceitando a mão que lhe era estendida pela imagem, subiu os degraus do altar e não se lembrou de mais nada.
Nessa idade teve o primeiro contato com um livro espírita. Posteriormente, aos doze anos, ganhou de presente do pai O Evangelho segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos. Aos treze anos de idade começou a freqüentar sessões práticas de Espiritismo.
Yvonne teve como estudos apenas o antigo curso primário (atual primeiro segmento do ensino fundamental). Devido às dificuldades financeiras da família não conseguiu prosseguir nos estudos. Para auxiliar a família, e o próprio sustento, dedicou-se à costura e ao bordado, e ao artesanato de rendas e flores. Tendo cultivado desde a infância o estudo e a leitura, completou a sua formação como autodidata, pela leitura de livros e periódicos. Aos dezesseis anos já tinha lido obras clássicas de Goethe, Bernardo Guimarães, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros.
A partir dessa idade, fase da adolescência, a mediunidade tornou-se um fenômeno comum para Yvonne, que dizia receber a maior parte dos informes de além-túmulo, crônicas e contos em desdobramento, no momento do sono. A sua faculdade apresentava-se diversificada, tendo se dedicado à psicografia e ao receituário homeopático, à incorporação, à psicofonia e ao passe, e até mesmo, em algumas ocasiões, aos chamados efeitos físicos de materialização. Dedicou-se à atividade de desobsessão. Atuou em casas espíritas nas cidades de Lavras (MG), Barra do Piraí (RJ), Juiz de Fora (MG), Pedro Leopoldo (MG) e Rio de Janeiro (RJ), onde residiu sucessivamente.
Um dos aspectos mais marcantes de sua atuação mediúnica foi a sua independência, que questionava com fundamento os entraves burocráticos que algumas casas espíritas impõem aos seus trabalhadores. Esperantista atuante, trabalhou na sua propaganda e difusão, através de correspondência que mantinha com outros esperantistas, tanto no Brasil, quanto no exterior.
[editar] Homenagem
Quando dos dez anos de sua morte, a revista Reformador (março, 1994) publicou extensa matéria em memória da médium, de autoria de Augusto Marques de Freitas.
Ali, o articulista resumiu o sentimento que os espíritas dedicam-lhe: "A vida a a obra de Yvonne do Amaral Pereira ficarão gravadas para sempre no coração de todos nós e na História do Espiritismo."
[editar] Obra
A obra mediúnica de Yvonne Pereira monta a uma vintena de livros. Embora desde 1926 tenha escrito numerosas obras psicografadas, somente decidiu publicá-las na década de 1950, segundo ela mesma, após muita insistência dos "mentores espirituais". Dentre as mais conhecidas destacam-se:
Memórias de um Suicida (Rio de Janeiro: FEB, 1955. 568p.) – atribuída aos espírito de Camilo Castelo Branco e de Léon Denis. Constitui-se num libelo contra o suicídio, descrevendo em sua primeira parte, os sofrimentos experimentados pelos que atentaram contra a própria vida. Na segunda e na terceira partes focaliza os trabalhos de assistência e de preparação para uma nova encarnação. Esta obra é considerada um marco na bibliografia mediúnica brasileira e o melhor exame sobre o suicídio sob o ponto de vista doutrinário espírita.
Nas Telas do Infinito – apresenta duas novelas: uma atribuída ao espírito Bezerra de Menezes e outra a Camilo Castelo Branco.
Amor e Ódio (Rio de Janeiro: FEB, 1956. 553p.) – atribuída ao espírito Charles, enfoca o drama de um ex-aluno francês do Prof. Rivail (Allan Kardec), o artista Gaston de Saint-Pierre, acusado de um crime que não cometera. Após grandes padecimentos, recebe os esclarecimentos elucidativos por meio de um exemplar de O Livro dos Espíritos, à época em que este foi lançado pelo codificador.
A Tragédia de Santa Maria (Rio de Janeiro: FEB, 1957. 267p.) – atribuído ao espírito Bezerra de Menezes, ambientado em uma fazenda de café em Vassouras (RJ).
Ressurreição e Vida (Rio de Janeiro: FEB, 1963. 314p.) – atribuído ao espírito Leon Tolstoi, compreende seis contos e dois mini-romances ambientados na Rússia dos czares.
Nas Voragens do Pecado (Rio de Janeiro: FEB, 1960. 317p.) - primeiro volume de uma trilogia atribuído ao espírito Charles, relata a trágica história do massacre dos huguenotes na Noite de São Bartolomeu (23 de Agosto de 1572), durante o que seria uma encarnação anterior da médium, na personalidade de Ruth-Carolina de la Chapelle.
O Cavaleiro de Numiers (Rio de Janeiro: FEB, 1976. 216p.) - segundo volume da trilogia, mostra outra suposta encarnação da médium, ainda na França, na personalidade de Berth de Sourmeville.
O Drama da Bretanha (Rio de Janeiro: FEB, 1974. 206p.) – terceiro e último volume da trilogia, ilustra como a médium, agora na personalidade Andrea de Guzman, não consegue suportar os embates de sua expiação e se suicida por afogamento.
Dramas da Obsessão (Rio de Janeiro: FEB, 1964. 209p.) – atribuído ao espírito Bezerra de Menezes, compreende duas novelas abordando o tema obsessão.
Sublimação (Rio de Janeiro: FEB, 1974. 221p.) – apresenta dois contos atribuídos ao espírito Charles (um ambientado na Pérsia e outro na Espanha) e três contos atribuídos ao espírito Leon Tolstoi (ambientados na Rússia).
Como escritora, publicou muitos artigos em jornais populares, produção atualmente desconhecida, que carece de um trabalho amplo de recuperação. São ainda da autora:
A Família Espírita
À Luz do Consolador (Rio de Janeiro: FEB, 1997. ) - coletânea de artigos da médium na revista Reformador, originalmente entre a década de 1960 e a de 1980.
Cânticos do Coração (Rio de Janeiro: Ed. CELD. 1994. 2 v. 246 p.) - coletânea de artigos publicados no jornal Obreiros do Bem.
Contos Amigos
Devassando o Invisível (Rio de Janeiro: FEB, 1963. 232p.) – a autora desenvolve uma dezena de estudos sobre temas doutrinários, com base em suas experiências mediúnicas.
Evangelho aos Simples
O Livro de Eneida
Pontos Doutrinários – reúne crônicas publicadas na revista Reformador.
Recordações da Mediunidade (Rio de Janeiro: FEB, 1968. 212p.) – a autora discorre sobre reminiscências de vidas passadas, arquivos da alma, materializações, premonição e obsessão.
A Lei de Deus
Bibliografia
CAMILO, Pedro. Yvonne Pereira: uma heroína silenciosa. Salvador: IDEBA. 2003.
CAMILO, Pedro. Yvonne Pereira: uma heroína silenciosa. Bragança Paulista (SP): Lachâtre, 2005.
PEREIRA, Yvonne A.. Pelos Caminhos da Mediunidade Serena. São Paulo: Lachâtre, 2007. 192p.
fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Yvonne_do_Amaral_Pereira
domingo, 15 de agosto de 2010
Ramatís.
Ramatís
Segundo informações que nos foram trazidas, RAMATÍS é entidade de princípios universalistas, filiado ao grupo espiritual conhecido no Oriente sob a denominação de TEMPLÁRIOS DAS CADEIAS DE AMOR profundamente ligado às tradições e princípios orientalistas. Exerce no espaço, a função de Secretário Geral da FRATERNIDADE DA CRUZ E DO TRIÂNGULO, que se empenha em divulgar os ensinamentos de JESUS, paralelamente com a tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim, um profícuo intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e as fraternidades iniciáticas do mundo Oriental, com significativo proveito para toda a Humanidade.
Segundo informações que nos foram trazidas, RAMATÍS é entidade de princípios universalistas, filiado ao grupo espiritual conhecido no Oriente sob a denominação de TEMPLÁRIOS DAS CADEIAS DE AMOR profundamente ligado às tradições e princípios orientalistas. Exerce no espaço, a função de Secretário Geral da FRATERNIDADE DA CRUZ E DO TRIÂNGULO, que se empenha em divulgar os ensinamentos de JESUS, paralelamente com a tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim, um profícuo intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e as fraternidades iniciáticas do mundo Oriental, com significativo proveito para toda a Humanidade.
Segundo Hilarion de Monte Nebo e outros sublimes mensageiros, RAMATÍS viveu anteriormente na roupagem de NATHAN, o grande conselheiro de SALOMÃO; de KUT-HEME; de ESSEN, filho de Moisés e fundador da fraternidade ESSÊNICA, fiel seguidora dos ensinamentos Kobdas; e mais recentemente, como FILON de Alexandria, contemporâneo de JESUS, por cuja segurança muito lutou.
Sua bagagem espiritual, porém ele a trouxe de muito mais longo, tendo militado na ATLÂNTIDA, ao tempo de ANTÚLIO e onde conviveu com ALLAN KARDEC, o futuro Codificador do Espiritismo. Viveu também no Egito, na era de Ramsés II e do Faraó Mernephtah, quando reencontrou –se com Kardec, então o sacerdote Amenófis.
Sua última encarnação na Terra ocorreu na INDO-CHINA, já como Ramatís, no século X. Continua, entretanto, militando em nosso pequeno mundo, em obras de transformações sociais e como insigne mensageiro que, não obstante as conhecidas limitações mediúnicas, ainda consegue ditar obras de envergadura de FISIOLOGIA DA ALMA, MENSAGENS DO ASTRAL, EVANGELHO À LUZ DO COSMO, além de outras, contendo mais de uma dezena de preciosidades de inegável valor doutrinário e filosófico.
Como mensageiro sideral, ombreia-se RAMATÍS com as mais destacadas entidades, tais como Emmanuel ou Hilarion. E, como luzeiro espiritual, não há prisma terráqueo capaz de mensurá-lo.
De notar em que toda a sua literatura, RAMATÍS curva-se à majestosa personalidade de Allan Kardec, com importantes referências ao seu inexcedível pentatêuco – a CODIFICAÇÃO ESPIRITA, salientando sempre que o ESPIRITISMO sem KARDEC não é ESPIRITISMO.
O Templo que RAMATÍS fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque misterioso que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem no, por vezes e tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade.
Embora tendo desencarnado ainda moço, RAMATÍS pode aliciar 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos de diversas correntes religiosas do EGITO, da ÍNDIA, da GRÉCIA, da CHINA e até da ARÁBIA.
Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica “TÚNICA AZUL” e alcançar o último grau daquele círculo iniciático. Os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas ensinadas pelo MESTRE. 26 adeptos estão no Espaço (desencarnados), cooperando nos trabalhos da “CRUZ E DO TRIÂNGULO”. O restante disseminou-se pela Terra, em diversos lugares. Sabemos que 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas Américas, enquanto os demais espalharam-se pela Europa e Ásia.
Como a Europa está atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns discípulos reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território – afirma RAMATÍS – se reencarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.
No templo que RAMATÍS fundou na ÍNDIA, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos, aliados à filosofia do “duplo etérico”. Os mais capacitados tiveram êxito no campo da “Fenomenologia mediúnica” dominando fenômenos de levitação ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele templo de estudos espirituais.
Mas, o principal “toque pessoal” que RAMATÍS desenvolveu em seus discípulos foi o pendor universalista, devido ao próprio fundamento fraterno e crístico para com todos os esforços na esfera espiritualista.
Não se preocupam com os invólucros dos homens, movendo-se para solucionar o mistério da vida. Sentem a realidade contínua do Espírito, que só lhes inspira o amor e a fraternidade, a qualquer momento e em qualquer local.
Respeitam e compreendem a necessidade que os homens tem de buscar a verdade a fim de se exercitarem para os vôos crísticos do futuro. Não se adaptam a exclusivismo algum e evitam postulados doutrinários que cerceiam a liberdade da razão.
Visão Psíquica de Ramatís
Ele nos apresenta com um traje composto de ampla capa aberta, descida até os pés, com mangas largas que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um verde esmeraldino. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. Toda veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido.
Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam acima do calcanhar, à moda dos antigos Gregos. Cobre-lhe a cabeça, um turbante de muitas pregas, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caindo sobre os ombros.
Sobre o peito, uma corrente formada por pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo lilás, luminoso que moldura uma delicada cruz alabastrina.
FONTE:
http://www.ramatis.org.br/index/index.php/sobre-ramatis
Futuro do Brasil e do Mundo na visão de Ramatis
Em 2 textos do século passado, o espírito chamado Ramatis já apontava acontecimentos para a virada do milênio. Entretanto, observamos que eventos previstos para a última década do século XX só estão acontecendo agora, na primeira década do século XXI.
No livro “Mensagens do Astral”, escrito na década de 40 do século XX, Ramatis diz:
“A eclosão desses acontecimentos dar-se-á pela presença de um planeta que se move em direção à Terra e cuja aproximação já foi prevista remotamente pelos Engenheiros Siderais.”
“A sua órbita é oblíqua sobre o eixo imaginário do vosso orbe e o seu conteúdo magnético, poderosíssimo, atuará tão fortemente que obrigará, progressivamente, a elevação do eixo terráqueo.”
A inclinação do eixo da Terra atualmente é de 23,45° “A elevação do eixo se processará gradativamente...” ... a influência magnética deste astro far-se-á sentir até que se complete a verticalização da posição Terra. Quando o eixo terráqueo estiver totalmente verticalizado, o planeta intruso já se terá distanciado do vosso orbe.” (pg. 35 e 36)
“Países desaparecerão, nações inteiras, poderosas (...) Até o final deste século, libertar-se-ão da matéria dois terços da humanidade, através de comoções sísmicas, inundações, maremotos, furacões, terremotos, catástrofes, hecatombes, guerras e epidemias estranhas. O conflito entre o continente asiático e o europeu (...) Em virtude de os cientistas não poderem prever com absoluto êxito os efeitos de vários tipos de energias destrutivas, que serão experimentadas para serem empregadas na hecatombe final, mesmo no período de Paz e com o mundo exausto, surgirão estranhas epidemias, deformando, diluindo e perturbando os genes formativos de muitas criaturas, do que resultarão sofrimentos para as próprias gestantes!”
“Montanhas serão submersas, novas terras emergirão do fundo dos mares. Terras férteis, prontas para o renascimento de uma nova Humanidade.”
“O que resultará a existência de apenas três continentes, para melhores condições de existência da humanidade futura.” Nem todos os países e agrupamentos serão atingidos catastroficamente pelas comoções geológicas, submersões de faixas litorâneas e pelas inundações inevitáveis.(...) O mundo não acabará, como pensam alguns: sofrerá apenas tremendas modificações com a verticalização do eixo da Terra. O que está em cima, para baixo irá e, o que está embaixo, ressurgirá. Montanhas se tornarão planícies e mares invadirão terras.”
“No plano traçado pela engenharia sideral já foram assinaladas as coletividades que devem permanecer como sustentáculos das tradições morais, históricas e iniciáticas, a fim de servirem de base lógica e sensata para o desenvolvimento disciplinado da civilização futura.”
“Vosso país muito será poupado.”
O Brasil não ficará incólume. Todavia, será abrandado o seu carma coletivo porque para aqui virão os refugiados de outras terras, de todas as partes do globo e, aos que aqui estiverem, caberá o papel de anfitriões, abrindo os seus braços e ofertando o seu coração, sem olhar cores ou nacionalidades, porque aí então começarão a compreender o verdadeiro sentido da palavra Fraternidade.(...) O êxito desejado não será obtido de modo ex-abrupto, mas sim no decorrer dos primeiros dois ou três séculos. Ao começo, quase tudo estará por fazer e renovar.(...) Quando se fizer a conjunção dos efeitos do astro intruso com os efeitos da loucura humana, no mau emprego da desintegração atômica, a terra será abrasada.(...)
“O que está para vir é quase irreversível.”
“Dizemos quase, porque muita coisa pode ainda ser mudada, se assim o desejarem os homens e se para isto se esforçarem.”
Interessante exclarecer que profecias bem anteriores já falavam sobre estes acontecimentos:
Os maias descreveram o fenômeno astrológico como um cometa - Ajenjo como o chamavam – cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano.
Nostradamus e outros profetas, como S. Malaquias também descrevem estas mudanças...
Mais recentemente, no final do século XIX, Helena Blavatski nos fala também na mudança de eixos cíclicas por que passa o nosso planeta e que uma alteração do tipo estaria próxima... Assim também Edgar Cayce, etc...
A 7ª PROFECIA maia nos fala do momento em que o Sistema Solar, em seu Giro Cíclico, sai da NOITE para entrar no AMANHECER da Galáxia. Fala, também, que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, a luz emitida a partir do Centro da Galáxia irá sincronizar todos os seres vivos e permitir-lhes que concordem, voluntariamente, com sua transformação interna, produzindo novas realidades, que darão a todos a oportunidade de mudar e romper suas limitações, através do pensamento.
A energia adicional do raio emitido por Hunab Ku(Centro da Galáxia)ativa o código genético de origem divina, nos seres humanos que estejam em Alta Freqüência Vibracional.
Todas as profecias se destinam a uma mudança de consciência, pois o Universo gera todos esses processos, afim de expandirmos nossa Consciência pela Galáxia.
Devemos nortear nossas ações de forma positiva e crescer com as dificuldades que encontramos.
Iremos compreender que somos parte de um único organismo gigantesco e iremos nos conectar com o planeta, uns com os outros, com o nosso Sol e com a Galáxia inteira. Todos os Seres Humanos entenderão que os Reinos Mineral, Vegetal e Animal e toda matéria espalhada pelo universo, desde um átomo até uma galáxia, são seres vivos com uma consciência evolutiva.
“É chegada a hora em que se definirão as posições. É chegada a hora em que todos prestarão contas de seus atos, não só desta encarnação que vivem agora, mas também de muitas, inúmeras que tiveram através dos séculos. A Terra será planeta onde, lavados e purificados de seus resíduos, ares e mares emanarão eflúvios benéficos à nova humanidade que semeará o Bem, a energia benéfica, o amor, o altruísmo, fazendo florescer a doutrina do Cristo... Muitos dos nossos irmãos escolhidos já aqui se encontram, reencarnados, e outros virão de outras terras, daquelas que já se acham condenadas. Homens, assumi vosso verdadeiro papel! Homens, meditai sobre vossos erros! Homens, voltai atrás em vossas vaidades! Reconsiderai e segui pela estrada do Bem e do Amor! ... Aqueles que serão escolhidos para ficar sobre a Terra no advento do novo século, podem crer que não serão atingidos pelo que está para acontecer. Serão poupados e aqueles ou os seus parentes que partirem é que já se achavam no tempo de desencarnar.”
“Os que permanecerem, terão árdua missão a cumprir; árdua e espinhosa, árdua e trabalhosa, árdua e gloriosa: reconstruir um mundo, reconstruir em sua essência espiritual o mundo cuja parte material será extinta (materialismo).”
O Brasil será não só o celeiro, mas também, o coração do mundo. Por que coração? Somente por ser o povo que mais conhecimento tem das coisas espirituais. ... daqui, de sobre esta nação pacifista e amiga de todas as outras, cujo povo abre seus braços a todos os seus irmãos de todas as latitudes e quadrantes do globo, que Jesus emitirá suas vibrações. É daqui que partirão as emissões do seu entranhado amor aos homens. É daqui que, como de um grande coração ardente, partirá a chama de amor para a humanidade, que ressurgirá das cinzas do que está para vir.
“Daqui, desta terra, deste imenso Brasil, partirão os fundamentos do mundo de amanhã. Não queremos dizer com isto que não sejais também sacudidos por grandes acontecimentos, mas eles todos serão de pouca monta em relação com o que acontecerá em outras regiões da Terra. Nada aqui perecerá definitivamente, vossos férteis campos e vossas cidades pouco mudarão, apesar de também sofrerdes os efeitos da verticalização do eixo da Terra.
Mas como saireis reforçados e mais seguros espiritualmente depois de tudo isso!
Meus queridos irmãos, dessa misteriosa e selvagem Amazônia, um grande destino vos está reservado.”
FONTE:http://jcnavegaluz.blogspot.com/2010/01/o-futuro-do-brasil-e-do-mundo-na-visao.html
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
“O amor é genético”
por Maria da Graça Bicalho, geneticista-chefe do Laboratório de Imunogenética da UFPR
É tentador pensar que escolhemos nossos parceiros amorosos a partir das semelhanças que vislumbramos entre nós e eles. Mas a ciência mostra que, do ponto de vista biológico, ocorre justamente o oposto. Nosso trabalho no Laboratório de Imunogenética e Histocompatibilidade na Universidade Federal do Paraná (LIGH-UFPR) está ajudando a desvendar um desses mecanismos.
Hoje sabemos que a natureza atua para aproximar indivíduos de MHC diferentes. MHC significa Major Histocompatibility Complex, ou Complexo Principal de Histocompatibilidade e, na espécie humana, é conhecido como HLA. O MHC/HLA é uma região do genoma na qual ficam vários genes relacionados à resposta imunológica, cada um podendo comportar centenas de alelos (formas alternativas do mesmo gene) diferentes. Isso gera, a cada pessoa, uma individualidade biológica. A variação aumenta as chances de o indivíduo ser resistente a microorganismos geradores de doenças, diminuindo a possibilidade de elas se propagarem. Do ponto de vista de preservação da espécie, seria interessante que indivíduos MHC/HLA diferentes se encontrassem e formassem casais.
Em camundongos e ratos, é bem documentado o fato de as fêmeas preferirem o parceiro geneticamente diferente delas próprias. Em 1995, o biólogo suíço Claus Wedekind e seus colaboradores da Universidade de Lausanne realizaram um estudo evidenciando a preferência pelo MHC diferente entre seres humanos. O estudo de Wedekind tornou-se um modelo para várias pesquisas. Nosso grupo, da Universidade Federal do Paraná, foi pioneiro na realização de trabalho semelhante feito com a população brasileira.
No final de maio, durante um seminário da Sociedade Europeia de Genética Humana, em Viena, apresentamos o resultado de um estudo realizado, durante um ano, a partir de informações de nosso banco de dados sobre a população do Sul do Brasil. Partimos de uma amostra de 90 casais. A partir desse grupo, criamos dois novos conjuntos de casais virtuais. Um foi gerado a partir dos casais reais, que foram recombinados de forma aleatória. O outro era formado pelas informações obtidas de 410 indivíduos presentes em nosso banco de dados, combinados aleatoriamente. A seguir, as diferenças genéticas entre os casais reais foram contadas e comparadas com as dos casais virtuais.
Nossa hipótese de trabalho era que, se o MHC/HLA fosse irrelevante para a escolha do parceiro, a comparação das duas amostras, tanto as reais quanto as virtuais, deveria apresentar médias de distribuição semelhantes. Os resultados mostraram, porém, que os casais reais apresentam mais diferenças genéticas entre si do que aqueles gerados virtualmente.
Claro que, diferentemente de outras espécies, o ser humano é muito influenciado por outros fatores. Elementos sociais, culturais etc. colaboram para a formação do casal. Os resultados da nossa pesquisa fazem sentido somente no contexto de estudos genéticos de população. Isto é, apenas quando se estuda um grande número de indivíduos. Pensando assim, nós não podemos de maneira nenhuma prever que tipo de escolha de parceiro uma pessoa fará tomando como base unicamente seus genes. Mas talvez eles mandem no nosso "coração" bem mais do que pensávamos.
Matéria publicada na Revista Galileu, em 23 de dezembro de 2009.
Carlos Miguel Pereira* comenta
A ciência genética teve os seus primórdios nos estudos que o Monge Austríaco Gregor Mendel efetuou com ervilhas, em meados do século XIX, num mosteiro da Ordem de Santo Agostinho, e que o levou à descoberta de algumas das leis da hereditariedade. Desde o início do século XX, muitos foram os progressos que esta área científica acumulou, com assinaláveis contribuições práticas para a melhoria das condições de vida das populações e para o desenvolvimento de outras áreas fundamentais, como a Medicina, a Biologia e a Agricultura, entre outras. Através dos seus estudos avançados, os cientistas têm desvendado o funcionamento de alguns genes, percebendo melhor a sua importância, tornando possível a cura de algumas doenças e a manipulação de substâncias que possibilitam o aumento da esperança de vida de muitos seres vivos.
Outrora cingida aos caracteres morfológicos de um indivíduo (aparência física e saúde), nos últimos anos temos assistido a um aumento das evidências que nos permitem perceber que algumas das características comportamentais que o ser humano revela podem ser parcialmente influenciadas por aspectos genéticos. No entanto, no intuito de publicitar comercialmente algumas descobertas científicas, há hoje uma tendência quase irresistível para o sensacionalismo e simplificação da informação, reduzindo acontecimentos infinitamente complexos, como são os processos genéticos, a relações simplistas de o gene X provocar o comportamento Y. É desta forma que ouvimos expressões abusivas como “gene da agressividade”, “gene da inteligência”, “gene da felicidade” ou, como é o caso desta notícia, “o amor é genético”.
Para explicar de uma forma simplificada a complexidade daquilo que somos, os biólogos usam dois termos: O fenótipo e o genótipo. Por fenótipo podemos entender as características variáveis e observáveis de um indivíduo (aparência, saúde, comportamento e emoções). Já o genótipo é constituído pelas informações hereditárias de um organismo contidas no seu genoma e que permanece constante durante toda a sua vida. O genótipo não determina o fenótipo mas sim uma infinidade de fenótipos possíveis. Para a Biologia, o fenótipo que se irá concretizar dependerá dos estímulos ambientais a que o indivíduo for sujeito juntamente com uma gama de variações ao acaso.
Seguindo esta ideia, o homem seria apenas um repositório para a sobrevivência dos genes que carregariam para sempre as nossas emoções, sentimentos e personalidade. O fato de sermos a pessoa que somos hoje dependeria unicamente da sorte ou, como alguns cientistas gostam de referir, “do acaso”. A Doutrina Espírita, seguindo a ciência e as suas descobertas, mas não se detendo quando esta não consegue ir mais além, acrescenta a “dimensão espiritual” à construção da natureza humana, reforçando a sua complexidade e responsabilidade. Nós somos Espíritos imortais, que temporariamente estão ligados a um corpo físico, portadores de uma bagagem interior acumulada em inúmeras encarnações e situações distintas. Através do que fizemos e acumulamos no passado, somos responsáveis por aquilo que somos hoje. Somos individualidades únicas, dotadas de livre-arbítrio, com inteligências e vontades próprias, construídos pela força do nosso trabalho, dedicação e empenho ao longo de incontáveis experiências. Desta forma, os genes e o meio ambiente, que inegavelmente têm a sua influência no nosso comportamento, nas nossas emoções e nas escolhas que vamos fazendo ao longo da nossa vida, estando comprovado através de inúmeras pesquisas científicas, definem tendências, mas é a expressão da vontade individual que irá concretizar essas tendências genéticas num determinado fenótipo de acordo com o sentir e as necessidades daquele que é o dono e responsável pelo próprio destino: O Espírito, a verdadeira essência daquilo que somos.
* Carlos Miguel Pereira trabalha na área de informática e é morador da cidade do Porto, em Portugal. Na área espírita, é trabalhador do Centro Espírita Caridade por Amor (CECA), na cidade do Porto, e colaborador regular do Espiritismo.net.
fonte:espiritismo.net
Taj Mahal - Uma história de amor.
Taj Mahal - Uma história de amor.
Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebaptizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquitecto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflecte a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma sobressaem quatro torres que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.
Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.
Mais em: http://obviousmag.org/archives/2005/08/taj_mahal.html#ixzz0wSwosTpm
fonte:
http://obviousmag.org/
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Índia
A Índia, é um país federal asiático que ocupa a maior parte do subcontinente indiano e ainda as ilhas Laquedivas e Andamão e Nicobar. Limita ao norte com a República Popular da China, o Nepal e o Butão, a leste com Mianmar, ao sul e a leste com o Bangladesh e a Baía de Bengala, ao sul com o Estreito de Palk, defronte a ilha do Ceilão (Sri Lanka), com o oceano Índico e o mar das Laquedivas, a oeste com o mar Arábico e a oeste e norte com o Paquistão. Sua costa litorânea atinge 7.517 km. É o segundo país mais populoso do mundo (depois da China), com mais de um bilhão de habitantes, e o sétimo maior por área. O nome oficial do país é República da Índia, e sua capital é Nova Délhi.
O nome Índia é derivado de Indus, que é derivado da palavra Hindu, em persa antigo. Do sânscrito Sindhu, a denominação local histórica para o rio Indus. Os gregos clássicos referiam-se aos indianos como Indoi (Ινδοί), povos do Indus. A constituição da Índia e o uso comum em várias línguas indianas igualmente reconhecem Bharat como um nome oficial de igual status. Hindustão (ou Indostão), que é a palavra persa para a terra do Hindus e historicamente referida ao norte da Índia, é também usada ocasionalmente como um sinônimo para toda a Índia.
A Índia é uma república parlamentar que consiste em 28 estados e em 7 territórios federais. Tem a décima segunda maior economia do mundo em termos de taxas de câmbio de mercado e a quarta maior em poder de compra.
O território da Índia constitui a maior parte do subcontinente indiano, localizado na Placa Indiana, na Ásia Meridional. Os estados indianos do norte e do nordeste estão parcialmente localizados nos Himalaias.
O território indiano é formado pelos Himalaias no extremo norte e nordeste, pela planície indo-gangética ao norte, a noroeste e a leste, e pelo planalto do Decão no centro. O Decão é flanqueado por duas cordilheiras: os Gates Ocidentais e os Gates Orientais.
A Índia conta com diversos grandes rios, como o Ganges, o Bramaputra, o Yamuna, Godavari, Kaveri, Narmada e Krishna. O país possui três arquipélagos: as Laquedivas, as ilhas Andamão e Nicobar e as Sundarbans (no delta do Ganges).
Com um PIB de 785 bilhões de dólares (ou 3,6 trilhões de dólares pelo critério de paridade do poder de compra - PPC), a Índia é a 12a maior economia do mundo (ou a quarta maior, pelo critério PPC). Entretanto, devido à grande população, a renda per capita é consideravelmente baixa: em 2005, o FMI classificou a Índia na 135a posição em termos de renda per capita (ou na 122a posição, pelo critério PPC), dentre 182 países e territórios. Cerca de 60 por cento da população dependem diretamente da agricultura. A indústria e os serviços têm se desenvolvido rapidamente e respondem por 25 e 51 por cento do PIB, respectivamente, enquanto que a agricultura contribui com cerca de 25,6 por cento. Mais de 25 por cento da população vivem abaixo da linha de pobreza, apesar da existência de uma classe média grande e crescente de 300 milhões de pessoas.
A Índia é o segundo país do mundo em população, estimada em 1.100 milhões de habitantes (2006). Com uma população diversificada, a língua, a casta e a religião desempenham papel importante na organização social e política do país. Embora 81,5 por cento da população sejam hindus, a Índia conta também com o segundo maior contingente de muçulmanos no mundo (12,2%), ademais de outros grupos religiosos como siques (2%), cristãos (2,3%), budistas (0,76%), jainistas (0,4%) e outros.
As principais aglomerações urbanas do país são Bangalore, Madrasta, Délhi, Hiderabade, Calcutá e Bombaim. Há 933 mulheres para cada 1 000 homens. A idade média é de 24,66 anos. A taxa de natalidade indiana é de 22,32 por 1 000 e a taxa de crescimento populacional é de 1,38% (estimada, 2006).
A cultura da Índia é a expressão de uma das mais antigas e diversificadas civilizações do planeta, portanto inclui grande número de manifestações em todos os campos, desde a literatura e a arquitetura até, modernamente, o cinema.
O país é o maior produtor mundial anual de filmes para o cinema. A produção cinematográfica local concentra-se em Bombaim, Noida, Madrasta e Hiderabade.
Berço de diversas grandes religiões, a prática religiosa integra o quotidiano da sociedade. A maior religião do país é o hinduísmo, embora grupos significativos pratiquem o islamismo, o jainismo, o siquismo , o cristianismo e a fé Bahá'í.
Fonte: Wikipedia/youtube.
Mahatma Gandhi (1869 – 1948).
Mahatma Gandhi (1869 – 1948)
da Tradição
Temos no mundo duas grandes Tradições esotéricas: a Ocidental que remonta às Escolas de Mistério do Antigo Egito e da Caldéia. Dela nutriram-se várias gerações de nossos dirigentes espirituais e nossa Tradição sempre foi mantida secreta ou, de alguma forma sob o controle de determinados grupos sociais, contra outros que poderiam destruí-lo intencionalmente (como os mais altos funcionários das religiões constituídas, particularmente judaísmo, cristianismo e islamismo) ou por ignorância (como todos aqueles a quem a Tradição representava complicação exageradamente distante de sua lida cotidiana). Segundo desejam alguns, dentre os quais destaca-se Platão, esta Tradição remonta mais remotamente ainda à Atlântida, cuja existência empírica jamais foi conclusivamente comprovada ou definitivamente descartada.
A Tradição Oriental se apresenta de maneira distinta principalmente na China, no Tibete, no Japão e na Índia. Ali não parece ter ocorrido tão severa cisão entre a religião e a Tradição, de maneira que as próprias religiões constituídas se transformaram em importantes veículos de transmissão da Tradição. Enquanto no Ocidente se tinha de enfrentar perseguições as mais diversas à Tradição, no Oriente, por suas peculiaridades, esta foi intensamente difundida e popularizada. Ali a Tradição protege-se a si mesma em sua complexidade e fascina a quantos dela se aproximam. Também segundo alguns aquela Tradição reverbera a de um outro Continente Perdido no Oceano Pacífico: a Lemúria, de existência tão provável ou improvável quanto a Atlântida e datação, portanto, tão complexa quanto sua similar ocidental.
Embora aparente, não há divergência de fundo entre as Tradições do Ocidente e do Oriente, o que foi provado pelas descobertas sensacionais de gente do quilate de Fritjof Capra e Joseph Campell. Mera questão de escolha pessoal, de afinidade eletiva, identifico-me com a Tradição de minha gente, de meu povo, do mundo e da civilização em que nasci e me criei. Sempre com enorme respeito pela Tradição Ocidental e buscando preservar a forma como a nossa Tradição se encaminha há milênios.
Faço este preâmbulo por ser necessário pontuar o quanto Mohandas Gandhi foi movido pela Tradição de seu povo. Poucos seres humanos incorporaram tão profundamente a Tradição e a alma de sua gente como Gandhi. Este o principal motivo que leva seus biógrafos a sempre fazerem reiteradas referências à Tradição Oriental e, frequentemente, converter-se a ela, por ser mesmo fascinante.
A Teologia Hindu e a vinda de Gandhi
Se em algum momento na história da humanidade se pode dizer que uma Nação teve um porta-voz, esta Nação foi a Índia e seu porta-voz consensual na primeira metade do século XX foi Mohandas Karamchand Gandhi – Mahatma, a “Grande Alma”.
A complexa Teologia Hindu reza que há um único Deus e este se apresenta em 3 formas: Brahma, o Criador; Shiva, o Destruidor (sempre presente quando a história chega a seu final) e Vishnu, o Equilibrador (a serviço do Dharma). Quando o caos ameaça a humanidade, Vishnu toma a forma humana para recompor a ordem. Segundo o Mahabharata, Vishnu veio ao mundo como Krishna, no alvorecer da civilização indiana. Para seus contemporâneos, Mohandas Gandhi, que repudiava ser chamado assim, constituía a mais recente encarnação da divindade, portanto era chamado de Grande Alma. Devotou a sua vida à causa da Independência da Índia e a encaminhou política e religiosamente em perfeita harmonia com a Tradição de seu povo, daí o estrondoso sucesso obtido.
Sua vida
Descendente de Brahmanes, de sua infância em Porbandar Gandhi registra em sua autobiografia a freqüência aos locais sagrados e de prece com a mesma naturalidade do registro de episódios corriqueiros e cotidianos. A religião de seus ancestrais lançava profundas raízes em seu coração. Casou-se, a exemplo de todos de sua casta e Nação àquele tempo, ao final da infância com uma prima, também saindo da infância, Kasturbai.
Adulto, parte para estudar direito em Londres, formando-se em 1891 e regressando a sua terra para praticar a profissão. Dois anos depois vai, a convite, para a África do Sul, onde trabalha com uma empresa hindu e faceia as primeiras dificuldades diante do poderoso Império Britânico, que domina as Nações do mundo no século XIX e primeiros lustros do XX com o mesmo poder e descaso para outros povos com que o Império Ianque hoje.
A luta pela libertação da Índia
Em 1914 regressa à Índia em definitivo e dá início à sua luta pela independência da dominação britânica que já dura quase 3 séculos e, com igual vigor, pela Tradição de sua gente, em grande medida contaminada e fragilizada diante da infecção capitalista.
Como líder político e espiritual da Índia soube utilizar-se engenhosamente de toda a Tradição para reerguer o orgulho de sua gente, abalado pela dominação e deu muito que pensar àqueles que se consideravam “superiores” e por isso dominavam. Este sempre foi e segue sendo o discurso do dominador: uma pretensa “superioridade” que, ao fim e ao cabo demonstra-se circunscrever ao campo da belicosidade e ponto final. Gandhi centra sua luta na busca de demonstrar a superioridade moral dos hindus sobre seus dominadores britânicos e, assim, reaviva a mente de seus conterrâneos quanto a 2 ensinamentos, tão antigos quanto o hinduísmo: A-HIMSA – Não violência ou, como Gandhi preferia dizer, “Persistência pela Verdade” e SATIAGRAHA – Viver em santidade.
Tomemos a não violência. Gandhi pregava a resistência pacífica (não confundir com passiva; a não violência deve ser ativa e provocativa!). Não concordar em se submeter ao mal e estar disposto a dar até a vida se necessário for, para provar que está do lado do que é justo, bom e correto. Foi assim que, de demonstração maciça em demonstração maciça, o Império Britânico comprovou muitas vezes a superioridade moral daquele povo oprimido e dominado.
A famosa “Marcha para o Sal” foi um ponto de inflexão decisivo. Os Hindus, moradores da região banhada pelo Oceano não por acaso chamado de Índico, eram proibidos de produzir sal. O sal utilizado no cotidiano de todas as famílias tinha o fluxo, a produção e a circulação, monopolizadas pelos britânicos. Gandhi ensina os hindus a desobedecerem a esta sandice. Do centro da Índia, em 1930, faz saber ao Primeiro Ministro Britânico que se dirigiria ao mar para produzir sal num gesto de desobediência civil, ativa, provocativa e contudo pacífica. Foi acompanhado de um pequeno grupo e a este se foram agregando cada vez mais significativas massas humanas. Ao fim, a história registra que milhares de pessoas andaram mais de 320 Km a pé. Este contingente imenso de seres humanos chega à praia e começa a fazer sal. Qual o problema? O povo da Índia vai à praia banhada pelo Oceano Índico fazer sal para o seu consumo. O que têm os britânicos a ver com isso?
O controle do sal estava na raiz do controle de toda a economia hindu pelos britânicos. Tão logo Gandhi começa a fazer sal e ser imitado a dominação é colocada em xeque. Os ingleses já não controlam os indianos. Estes estão prestes a tomar seu destino em suas próprias mãos.
Outros fatores contribuem para a emancipação do povo hindu de maneira diferente daquela desejada por Gandhi que, mais de uma vez, fez um “jejum até a morte” para protestar contra a dominação britânica e pedir paz a seu povo. Em momentos considerados cruciais para a economia britânica Gandhi convocava o povo a “jornadas de jejum e meditação” – na prática ninguém trabalhava, mas Gandhi jamais falava ou mesmo pensava na palavra “greve”. A expressão apropriada dentro da Tradição hindu para o que se estava fazendo era “Jornada de jejum e meditação”.
Um Exemplo
Admirado por aliados e adversários, foi chamado pelo Primeiro Ministro Britânico Winston Churchill de “faquir despido”. A questão que marca é: um faquir despido, que se alimenta com uma côdea de arroz e uma tirina d’água por dia e se veste com uma peça de tecido feita por ele mesmo e que muito se assemelha a uma fralda, um homem com tal forma de comportamento e hábitos espartanos pode ser suspeito de corrupção? Alguém presumiria estar ele lutando por algo diferente do que diz?
Albert Einstein o saudou como “porta-voz da humanidade”.
Quando o armamento mais sofisticado está nas mãos do adversário, que domina, a resistência pacífica, fundada na resistência e persistência pela Verdade é o encaminhamento mais eficiente. Impossível ao hindu derrotar o dominador britânico através de guerrilhas ou luta armada. Por outro lado, utilizando a Verdade como arma seu poderio é inquestionável!
Encaminhar o processo político a partir de um resgate profundo do que de mais sincero, bonito e duradouro existe na Tradição e na Alma de seu povo, esta é uma das lições que nos deixa Mahatma Gandhi.
Lázaro Curvêlo Chaves – 29/06/2006
FONTE:
http://www.culturabrasil.pro.br/
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A Cultura Indiana
FONTE:
http://www.youtube.com/watch?v=qU8MQDhN05E&feature=related
GANESHA - O DEUS DE CABEÇA DE ELEFANTE (SUA LENDA).
Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo. Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva. Parvati é filha dos deuses Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia. Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota. Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal. Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira. O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo. Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.
Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização. Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho. Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.
Um dia ela disse a Shiva:
- Por que você não viaja por uns tempos? Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos. Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.
- Não minha querida - assegurou-lhe o marido. - Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.
- E a sua meditação? - ela perguntou. Ela era a sua principal ocupação. - Você é o maior yogui dentre todos os deuses.
Shiva sabia que ela estava certa. Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar. E depois foi o poder do Yoga, que o transformou num deus tão poderoso. Mas ele ainda hesitou.
- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?
Parvati lhe assegurou que ficaria bem. Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.
Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.
- Não me demorarei. - ele disse a Parvati
Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses. Quando medita é impossível despertá-lo. Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar. Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.
Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.
Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas. E nem ficou sozinha por muito tempo. Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida. Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha.
Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.
Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim. Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca. Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.
Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua? E quem seria aquele garoto bonito no portão?
- Deixe-me entrar menino!
- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.
- Você não pode entrar! Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.
Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo. Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.
Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via. Chorou amargamente. Exclamou:
- O que você fez?! Este é Ganesha seu filho!
FONTE:http://www.grandefraternidadebranca.com.br/ganesha.htm
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GANESH O DEUS DA SORTE E DA PROSPERIDADE.
O alegre e guloso lord Ganesh é um dos deuses mais queridos e populares do hinduísmo: abre os caminhos, afasta obstáculos, protege as casas, é o senhor do raciocínio prático, da inteligência, do aprendizado, do bom senso e da força.
O sucesso de qualquer emprendimento está associado a ele. Assim, sempre o invocam no início de eventos importante: uma viagem, um casamento, a construção de uma casa e, segundo li, quando se começa a escrever um livro ou até mesmo uma carta.
Toda casa indiana tem seu Ganesh pendurado na porta. E aqui mesmo, já o vi várias vezes, representado naquela fileira de elefantes com guizos que muita gente usa como decoração.
Ganesh nasceu só de sua mãe, Parvati, que era casada com Shiva. Reza a lenda que Shiva passava muito tempo meditando nas montanhas do Himalaia, e um dia, enquanto estava fora, Parvati moldou um filho, com a pasta que o marido usava para tomava banho. E deu-lhe vida.
Ganesh cresceu e sua mãe o mandava ficar tomando conta da porta, para que ninguém a surpreendesse enquanto se banhava. Um dia Shiva voltou, e Ganesh, que não o conhecia, barrou-lhe a passagem. Shiva lutou com ele e cortou-lhe a cabeça com seu tridente.
Parvati desesperou-se e exigiu que o marido lhe devolvesse o filho. Os comandados de Shiva recolheram o corpo do menino, mas ninguém conseguia achar a cabeça. Então, Shiva ordenou que lhe trouxessem a cabeça do primeiro ser vivo que encontrassem, na direção do norte.
Eles encontraram um elefante. Shiva botou a cabeça do elefante no corpo do menino e Ganesh voltou a viver.
blog de glória perez:de tudo um pouco.
http://gloriafperez.blogspot.com/2008/01/ganish-o-deus-da-sorte-e-da.html
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Índia - Cultura e Religião deste místico país!
Fiz esse vídeo sobre a cultura e a religião do país mais místico do mundo: A Índia. O vídeo conta resumidmente sobre sua cultura e religião e mostra fotos diversas da Índia: O seu povo, as suas paisagens, a sua religiosidade, a sua cultura, os seus costumes, a sua gente. Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país.Ao mesmo tempo que cada estado tem seu próprio modo de expressão, como na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente arraigado ao sentimento de amor à sua nação e tem orgulho de sua civilização ancestral, o que mantém vivas até hoje muitas tradições. A principal mensagem dessa cultura é a aquisição de conhecimento e a remoção da ignorância. Enquanto a ignorância é como a escuridão, o conhecimento é como a luz. A lamparina, chamada de deepak tem muita importância como símbolo pois, tradicionalmente feita de cerâmica, representa o corpo humano porque assim como o barro, também viemos da terra. O óleo é queimado nela como um símbolo do poder da vida. Uma simples lamparina quando imbuída desta simbologia chama-se deepak e nos dá a mensagem de que toda e qualquer pessoa no mundo deve remover a escuridão da ignorância fazendo o seu próprio trabalho.Nos templos, sempre se oferece uma chama, significando que tudo que fizermos é para agradar a Deus. Outro símbolo que causa curiosidade para os ocidentais é o Om, que representa o poder de Deus, pois é o som da criação, o princípio universal, entoado começando todos os mantras. Diz-se que os primeiros yoguis o ouviram em meditação, e esse som permeia o cosmos. É o número um do alfabeto, é o zero que dá valor aos números, é o som da meditação. Mas nem tudo é hinduísmo na India. O seu maior cartão postal, o Taj Mahal, é uma construção muçulmana, um monumento ao amor, pois foi construido pelo rei para sua amada que morreu prematuramente. É uma das maravilhas do mundo, feito com mármore branco e ricamente decorado com pedras preciosas. O Islamismo é fundamentado sobre a crença de que a existência humana é submissão (Islãm) e devoção a Allah, Deus onipotente. Para os muçulmanos, a sociedade humana não tem valor em si, mas o valor dado por Deus. A vida não é uma ilusão, e sim uma oportunidade de bênção ou penitência. Para guiar a humanidadde, Deus deu aos homens o Corão, livro revelado através do Anjo Gabriel, ao seu mensageiro, o Profeta Maomé, por volta do ano 610 DC. Um século depois, houve a grande invasão a Sind, que hoje está fora da India, na região do Paquistão, onde a língua Urdu , introduzida naquela época na região, permanece até hoje .Devido a fatores políticos, o Islamismo se espalhou pelo norte e hoje temos um grande crescimento dos seguidores do Islãm por toda a India. O Budismo também se faz presente, já que a India é a terra onde nasceu Buda, e onde tudo começou. No tempo do Imperador Ashok, o grande rei unificador da Nação indiana, a maior parte se converteu ao Budismo, que alguns chamam de filosofia e não religião, pois não existe adoração a Deus e o ser humano é levado a conquistar a paz interior pelo caminho do meio, ou seja, o equilibrio. O sofrimento é causado pelo desejo e a prática da meditação é usada para aquietar a mente e procurar atingir o Nirvana, o estado de perfeita paz. As mais impressionantes representações do Budismo da época áurea se encontram nas cavernas de Ajanta e Ellora ,em Aurangabad. Esta última consiste em templos e monastérios erguidos pelos monges budistas , hinduístas e jainistas e contam a história das três religiões. As religiões são o fator mais determinante nas expressões do povo, como podemos ver em todas as manifestações da arte. Apesar de tudo, quem imagina a India um país místico, com cheiro de insenso e cheio de guirlandas e santos vagando pelas ruas, deve saber que é tudo verdade, mas convivendo lado a lado com um povo extremamente progressista, que gosta da modernidade e com uma identidade cultural única no mundo.
fonte:youtube.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Na Índia, são ensinadas as "quatro leis da espiritualidade".
Na Índia, são ensinadas as "quatro leis da espiritualidade":
A primeira diz: "A pessoa que vem é a pessoa certa".
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
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A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".
Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa..." ou "aconteceu que um outro ...". Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas
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A terceira diz: "Toda vez que você iniciar é o momento certo".
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
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E a quarta e última afirma: "Quando algo termina, ele termina".
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
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“Nosso Lar” chega a 61ª edição na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com tiragem de 130 mil exemplares.
“Nosso Lar” chega a 61ª edição na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com tiragem de 130 mil exemplares
Tatiana Ito
Capa reproduz o cartaz do filme que chega aos cinemas dia 3 de setembro. Os ingressos antecipados poderão ser adquiridos no estande da FEB E PELA INTERNET
A Federação Espírita Brasileira (FEB) lança tiragem de 130 mil exemplares de uma edição especial do livro “Nosso Lar” durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (de 12 a 22 de agosto). Será a 61ª edição desta obra, que sai com uma capa especial reproduzindo o cartaz do filme. O livro já vendeu cerca de 2 milhões de exemplares e somou mais de 16 milhões de leitores. Um dos campeões de venda da literatura espírita, a versão cinematográfica de “Nosso Lar” chega aos cinemas no dia 3 de setembro.
Venda antecipada de ingresso para o filme “Nosso Lar”
Quem quiser garantir os ingressos antecipadamente, poderá comprá-los no estande da FEB durante a Bienal ou através do site www.ingresso.com, a partir de 12 de agosto. A Ingresso.com realiza também uma promoção no site que vai premiar cinco pessoas com pares de convites para a pré-estreia do filme em São Paulo e outras cinco para a pré no Rio de Janeiro.
O filme é uma super produção nacional, dirigida por Wagner de Assis. A vida após a morte é o tema central desse drama sobre a transformação de um homem em sua surpreendente experiência no plano superior. Com uma direção de arte grandiosa e efeitos especiais jamais vistos em produções locais, o longa leva às telas a mais importante obra do médium mineiro Chico Xavier que, através de relatos do espírito do médico André Luiz, descreve em detalhes a vida em “Nosso Lar”.
A produção é de Iafa Britz, trilha sonora de Philip Glass e fotografia de Ueli Steiger. O elenco é formado por Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart.
Nosso Lar - O Filme
Nosso Lar
titulo original: (Nosso Lar)
lançamento: 2010 (Brasil)
direção: Wagner de Assis
atores: Renato Prieto , Paulo Goulart , Othon Bastos , Ana Rosa , Werner Schunemann
duração: 110 min
gênero: Drama
status: inéditos
título original:Nosso Lar
gênero:Drama
duração:01 hs 50 min
ano de lançamento:2010
site oficial:http://www.nossolarofilme.com.br
estúdio:Cinética Filmes e Produções
distribuidora:Fox Filmes do Brasil
direção: Wagner de Assis
roteiro:Wagner de Assis, baseado em livro de Chico Xavier
produção:Iafa Britz
música:Philip Glass
fotografia:Ueli Steiger
direção de arte:Lia Renha
figurino:Luciana Buarque
edição:Marcelo Moraes
efeitos especiais:Intelligent Creatures
Nosso Lar (em inglês: Our Home: The Astral City) é um filme de longa metragem brasileiro, dirigido e roteirizado por Wagner de Assis e baseado na obra homônima (Nosso Lar) escrita por André Luiz e psicografada pelo médium Chico Xavier.
O ator que representa André Luiz, o personagem principal da história, é Renato Prieto. O filme conta com alguns atores e atrizes bastante conhecidos da teledramaturgia brasileira como Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart, dentre outros. Tendo sido gravado durante os meses de julho, agosto e setembro de 2009 em locações no Rio de Janeiro e Brasília[1], será lançado em 3 de setembro de 2010.[2]
Desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em março de 1979, conduzida por um espírito que ela não pôde identificar. Estes desenhos serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no filme. Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar”.
Índice [esconder]
1 Sinopse
2 Elenco
3 Referências
4 Ligações externas
Sinopse
Ao despertar no Mundo Espiritual, André Luiz se depara com criaturas assustadoras e sombrias vivendo, juntamente com ele, neste lugar escuro e sombrio. Além disso, ele também se assusta por perceber que apesar de ter "morrido" ele ainda continua vivo e ainda sente fome, sede, frio e outras sensações materiais. Após um longo período de sofrimento ele é recolhido dessa zona de sofrimento e purgação de falhas do passado por espíritos do bem e é levado para a Colônia Espiritual Nosso Lar, de onde surge o nome do filme. A partir desse momento ele começa a conhecer melhor a vida no além-túmulo e a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida.
Tendo então tomado consciência de que está desencarnado (morto), sente imensa vontade de voltar à Terra para visitar e rever parentes próximos de quem guarda imensa saudade. Entretanto, como narra a sinopse do site oficial do filme, isso acontece só para que ele perceba "a grande verdade - a vida continua para todos"[1].
Elenco
Renato Prieto .... André Luiz
Othon Bastos ... Governador
Ana Rosa ... Laura
Paulo Goulart ... Ministro Genésio
Werner Schunemann ... Emmanuel[3]
Fernando Alves Pinto ... Lísias
Rodrigo dos Santos ... Tobias
Inês Vianna ... Narcisa
Rosanne Mulholland ... Eloísa
Clemente Viscaíno ... Clarêncio
Lu Grimaldi ... Ministra Veneranda
Selma Egrei ... Mãe de André Luiz
Nicola Siri
Helena Varvaki ... Zélia
César Cardadeiro ... Filho de André Luiz
Lisa Favero ... Filha mais velha de André Luiz
Vania Veiga
Amelia Bittencourt
Ana Beatriz Correa
Aracy Cardoso
Chica Xavier
Alexandre Wacker
Carlos Tenório
Angela Brito
Luciano Cazz
Adriana Mattos
Ana Cotrim
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