quinta-feira, 26 de abril de 2012

Anencefalia

Psicografado dia 11 de abril de 2010- Joana de Angelis- Divaldo Franco.

Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.
De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.
O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.
Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.
Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.
Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.
Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.
Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.
Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.
Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...
Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio..
Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...
Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.
É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.
Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.
Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.
Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central?
Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.
Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...
Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.
Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.
Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.
Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.
...E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.
Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...
A morbidez atingedesse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.






As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.
Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?
O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida?
Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.
Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?
Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.
Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.
Divaldo Pereira Franco. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2012, quando o Supremo Tribunal de Justiça, estudava a questão do aborto do anencéfalo, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.




* * * Estude Kardec * * *
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Desculpas Frequentes


Quem já desenvolveu algum tipo de trabalho voluntário sabe o quanto é difícil conseguir que os companheiros persistam na tarefa e não a abandonem.
Existem as desculpas mais freqüentes para desistir-se
de qualquer empreitada.
Poderíamos relacionar as cinco mais comuns:
tempo entre o trabalho, o estudo, o lazer,
Primeira: "não tenho tempo".
Essa é uma das frases mais ouvidas.
As pessoas correm de um lado para o outro, todos os dias.
Dividem seue mais uma infinidade de atividades.
Porém, há coisas que não valem a pena.
Muitas vezes desperdiçamos minutos valiosos em atividades ou em programas que se revelam,
mais tarde, lamentáveis equívocos.
Então, na verdade, o que sofremos não é a "falta de tempo", mas sim a dificuldade de priorizar tarefas e de utilizar de modo razoável e útil as horas de que dispomos.
Segunda: "não sei fazer".
Há pessoas que não sabem realizar determinadas tarefas
e não têm o menor interesse em aprendê-las.
Há quem diga: "não sei e tenho raiva de quem sabe."
Em outras palavras, não querem a responsabilidade de saber para se esconder na ignorância e na incapacidade voluntária de realizar qualquer atividade diferente.
Trata-se de uma omissão deliberada,
negando-se a buscar um objetivo nobre.
São pessoas que "enterram seus talentos"
e que nada produzem de bom.
Terceira: "não tenho saúde".
Pequenas indisposições costumam servir de desculpas
para o afastamento das mais singelas atividades. Porém, não são suficientemente graves para impedir que a mesma pessoa deixe de buscar prazeres e lazeres dos mais variados, na mesma ocasião. Ou seja: só não se está bem o suficiente para trabalhar, porque não há motivos reais para recusar
as ofertas fúteis e vazias do mundo.
Quarta: "tenho medo".
Nessa situação, a frase mais comum é:
"quem sou eu para fazer isso?"
Mais do que falsa modéstia, a pessoa que costuma valer-se de tal argumento, na verdade, quer eximir-se de novas atribuições. É muito cômodo alegar o receio de errar.
Ora, não podemos esquecer que só erra quem faz.
Aquele que nada realiza equivoca-se apenas
por omitir-se, por deixar de realizar.
No entanto, é melhor correr o risco de errar, produzindo algo de bom, do que simplesmente lavar as mãos
e não errar nunca, mas também nada fazer.
Quinta: "outra pessoa vai fazer isso".
Muitos cruzam os braços na certeza de que a tarefa será levada a cabo por outras pessoas. Na verdade, boa parte das tarefas efetivamente poderá ser realizada sem o auxílio, sem a participação daqueles.
No entanto, sendo cada pessoa única, o resultado
que se obtém em cada obra pode ser diferente.
Além disso, na maioria das vezes, a tarefa não precisa deles, mais sim são eles próprios que precisam dessa oportunidade para aprender e para se desenvolver.
E você?
Qual dessas desculpas vai dar para deixar
de servir a Deus e a teu próximo?

A Verdadeira Propriedade

A Verdadeira Propriedade


O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa ao partir goza ele enquanto aqui permanece. Forçado, porém, que é a abandonar tudo isso, não tem das suas riquezas a posse real, mas, simplesmente, o usufruto. Que é então o que ele possui? Nada do que e de uso do corpo; tudo o que é de uso da alma: a inteligê...ncia, os conhecimentos, as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais rico ao partir do que ao chegar, visto como, do que tiver adquirido em bem, resultará a sua posição futura. Quando alguém vai a um país distante, constitui a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país; não se preocupa com os que ali lhe seriam inúteis. Procedei do mesmo modo com relação à vida futura; aprovisionai-vos de tudo o de que lá vos possais servir.

Ao viajante que chega a um albergue, bom alojamento é dado, se o pode pagar. A outro, de parcos recursos, toca um menos agradável. Quanto ao que nada tenha de seu, vai dormir numa enxerga. O mesmo sucede ao homem, a sua chegada no mundo dos Espíritos: depende dos seus haveres o lugar para onde vá. Não será, todavia, com o seu ouro que ele o pagará. Ninguém lhe perguntará: Quanto tinhas na Terra? Que posição ocupavas? Eras príncipe ou operário? Perguntar-lhe-ão: Que trazes contigo? Não se lhe avaliarão os bens, nem os títulos, mas a soma das virtudes que possua. Ora, sob esse aspecto, pode o operário ser mais rico do que o príncipe. Em vão alegará que antes de partir da Terra pagou a peso de ouro a sua entrada no outro mundo. Responder-lhe-ão: Os lugares aqui não se compram: conquistam-se por meio da prática do bem. Com a moeda terrestre, hás podido comprar campos, casas, palácios; aqui, tudo se paga com as qualidades da alma. És rico dessas qualidades? Sê bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobre delas? Vai para um dos da última, onde serás tratado de acordo com os teus haveres. - Pascal. (Genebra, 1860.)

Allan Kardec

Médium Divaldo Pereira Franco recebe título de cidadão Mineiro



A Assembleia Legislativa de Minas Gerais concedeu título de cidadão honorário do Estado ao médium e educador Divaldo Pereira Franco, em Reunião Especial de Plenário na noite desta segunda-feira (16/4/12).O comprometimento social com as parcelas mais carentes da sociedade foi um dos aspectos da trajetória do homenageado que foram ressaltados pelos presentes na reunião.

O deputado Luiz Carlos Miranda (PDT), que solicitou a entrega do título, lembrou que Divaldo Pereira Franco dedicou 65 anos de sua vida à causa cristã e às crianças excluídas da periferia de Salvador (BA). Ao falar sobre o trabalho do homenageado, Miranda ainda lembrou que o médium tem mais de 600 filhos adotivos e atende diariamente a mais de três mil crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. Além disso, segundo o parlamentar, mais de 35 mil jovens já passaram pela sua orientação, por meio de cursos e oficinas em sua obra social, Mansão do Caminho. O deputado ainda afirmou que a homenagem é também uma maneira de reconhecer o trabalho de outros espíritas mineiros, que atuam no anonimato, "educando os corações e as mentes de milhões de pessoas".

Após receber o documento com o título de cidadão honorário mineiro, Divaldo Pereira Franco agradeceu a homenagem, que, segundo ele, deve ser projetada principalmente à doutrina espírita e a seus propagadores. "Tentarei corresponder à expectativa, abraçado à doutrina espírita, que me tirou da ignorância e me apontou o outro lado da vida", afirmou o médium.

Exemplo -- Para o 1º-secretário da ALMG que presidiu a reunião, deputado Dilzon Melo (PTB), a atuação social de Divaldo, que se baseia na preocupação com os cidadãos mais desfavorecidos, serve de inspiração para a Assembleia, no seu propósito de efetivar políticas públicas que visam à erradicação da pobreza. Para o parlamentar, além de Divaldo ser um profundo conhecedor da doutrina espírita, é também uma pessoa que, por suas atitudes, "vem mostrando ao mundo a necessidade de se construírem relações mais justas, fraternas, dentro da perspectiva da paz".

Durante a reunião, o público, que lotou o Plenário da Assembleia, assistiu a um vídeo sobre a trajetória da vida e do trabalho do educador e médium, e acompanhou a apresentação do Coral da Assembleia. Além de Luiz Carlos Miranda e Dilzon Melo, também participou da reunião o deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB).

Divaldo Pereira Franco nasceu em Feira de Santana (BA), em 5 de maio de 1927. Sua capacidade mediúnica se manifestou ainda na infância e, aos 20 anos, passou a proferir conferências no Brasil e no exterior. Somente em Minas Gerais, estima-se que ele já tenha feito 800 palestras. Em 1952, Franco iniciou a obra social Mansão do Caminho, em Salvador (BA). Ao longo de sua vida, ele psicografou mais de 250 obras, vendendo mais de 8 milhões de livros.

Imagens da TV da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

http://youtu.be/os5A8r2QUKg

sábado, 14 de abril de 2012


"Você nasceu no lar que precisava nascer, vestiu o corpo físico que merecia, mo...ra onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento.
Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades... nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência.
Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

(Chico Xavier)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

VAMPIROS DE ENERGIA

Energia Pictures, Images and Photos
VAMPIROS DE ENERGIA: São pessoas que nos derrubam literalmente.
O vampiro pode estar ao seu lado: 10 formas para identificá-lo

Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, com quem convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia".
Os Vampiros de Energia são pessoas de nosso relacionamento diário.
Pode ser nosso irmão(a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja, qualquer pessoa de nosso convívio, que está roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam nossa energia vital. Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal?
Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.
O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais.Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.
Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando Vampiros de Energia alheia.
Tipos de vampiros:
Mas, como identificar estas pessoas, ou estes vampiros?
Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):
a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas.
O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar por que ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.
b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada.
Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.
c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.
d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos.
Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.
f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima.
Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.
g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades:
Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.
h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os
pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.
j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.
Agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá a caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível .
Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro...
Vera Caballero (Orientadora Metafísica e Professora de Bioenergias e Proteção Psíquica)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PRECE AO ANJO DA GUARDA

"Santo anjo do Senhor meu zeloso guardador se a ti me confiou a piedade divina sempre me rege me guarde me governe me ilumine. Amém"

sábado, 10 de dezembro de 2011

O que é perispírito?

  • Pergunta feita por Salvador Gentile ao médium Francisco_Cândido_Xavier: Chico Xavier, o que é o perispírito? Como ele atua sobre o corpo_embrionário para plasmar-lhe as formas e como se liga e atua sobre o organismo já formado?
  • Resposta: Seria licito somente examinar o problema do ponto de vista rigoroso da Ciência. Portanto, esperemos que a Ciência amplie estudos e pesquisas a respeito do corpo_espiritual, para não criarmos quaisquer fantasias em nome da Religião, em redor de assunto assim tão sério.

    Sabemos que nos últimos cinqüenta anos, é que a Ciência, especialmente a Ciência Médica, vem obtendo êxitos matemáticos no estudo da vida orgânica no corpo_físico. Tanto é assim, que a Medicina, atualmente, vem criando setores especializados em várias direções.

    A vida física se reveste ainda de tantas complexidades e nos impõe tantos desafios, que, por enquanto, a existência do corpo espiritual, evidentemente positiva, exige perquirições detalhadas a fim de patentear-se no mundo. O perispírito, a rigor, é problema de ciência, conquanto nele respeitemos a matriz, a fábrica de modelos, a oficina dos clichês mentais que nos orientam a vida no corpo terrestre.

    Esperemos que a Ciência na Terra se pronuncie, oportunamente, a respeito.

[118 - questão 52] - Emmanuel - Entrevista realizada no Instituto de Difusão Espírita, em Araras, SP, por Salvador Gentile, a 5 de dezembro de 1971, quando da visita do médium para uma Tarde de Autógrafos.

fonte:http://www.guia.heu.nom.br/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

 
" É errado pensar que o amor vem do
companheirismo de longo tempo ou
do cortejo perseverante.

O amor é filho da afinidade espiritual
... e a menos que esta afinidade seja
criada em um instante, ela não será
criada em anos, ou mesmo gerações".

Khalil Gibran

FOTOS DE ECTOPLASMA


Ectoplasma (do grego ekto + plasma) - Substância fluídica, que emana do corpo do médium e se presta, sobretudo para a consecução de fenômenos de efeito físico.
A palavra foi criada por Charles Richet, segundo declaração dele próprio, feita mais de uma vez. É, todavia conhecida em Biologia, onde designa determinada substância do protoplasma. Segundo Schrenck- Notzing, já em 1898 Rhumbler, com base no "movimento da incessante transformação do endoplasma em ectoplasma e a transformação inversa do ectoplasma em endoplasma", apresentou, em obras suas, uma "explicação mecânica completa do movimento
das amebas".
William Barret declara que Ectoplasma é adaptação que Myers fizera de uma palavra que lhe fora sugerida por Ochorowicz.
O Dr. Hernani Guimarães Andrade supõe, com muita probabilidade científica, que o Ectoplasma seja constituído de três substâncias, que fariam parte dos "recursos da Natureza" ou dos "elementos das plantas e das águas": Ectofitoplasma, Ectomineroplasma, Ectozooplasma

Segundo o livro "Um Fluído Vital Chamado Ectoplasma", poderemos ter acúmulo deste.
FONTE:YAHOO RESPOSTAS.
“O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.”

Mediunidade - Verdadeiro rosto de Jesus é recriado por criança antes dos Cientistas

http://youtu.be/EvcLC13ZXfc

sábado, 3 de dezembro de 2011

As dez coisas que os seres das sombras mais gostam que voce faça.
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br

por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br
1. - Que você minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos conscienciais e que jamais cumpra com a sua palavra.
2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.
4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.
5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.
6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!
7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.
8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.
9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.
Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida? Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz? Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente. Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!
Foto: O casal que aparece na foto tem um espírito obsessor pairando sobre os dois. É muito comum este tipo de foto.
http://doutrinafilosofica.blogspot.com/

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/as-dez-coisas-que-os-seres-das-sombras-mais-gostam-que-voce-faca/#ixzz1dDAFC9fX

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Eu Voltarei - Cora Coralina

                            
Meu companheiro de vida será um homem corajoso de trabalho,
servidor do próximo,
honesto e simples, de pensamentos limpos.
Seremos padeiros e teremos padarias.
Muitos filhos à nossa volta.
Cada nascer de um filho
será marcado com o plantio de uma árvore simbólica.
A árvore de Paulo, a árvore de Manoel,
a árvore de Ruth, a árvorede Roseta.
Seremos alegres e estaremos sempre a cantar.
Nossas panificadoras terão feixes de trigo enfeitando suas portas,
teremos uma fazenda e um Horto Florestal.
Plantaremos o mogno, o jacarandá,
o pau-ferro, o pau-brasil, a aroeira, o cedro.
Plantarei árvores para as gerações futuras.
Meus filhos plantarão o trigo e o milho, e serão padeiros.
Terão moinhos e serrarias e panificadoras.
Deixarei no mundo uma vasta descendência de homens
e mulheres, ligados profundamente
ao trabalho e à terra que os ensinarei a amar.
E eu morrerei tranqüilamente dentro de um campo de trigo ou
milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.
Eu voltarei...
A pedra do meu túmulo
será enfeitada de espigas de trigo
e cereais quebrados
minha oferta póstuma às formigas
que têm suas casinhas subterra
e aos pássaros cantores
que têm seus ninhos nas altas e floridas
frondes.
Eu voltarei...

domingo, 20 de novembro de 2011

NOTA OFICIAL SOBRE O ESTADO DE RAUL TEIXEIRA

Considerando o número de e-mails e ligações telefônicas dos amigos desejando informações sobre nosso estimado Raul Teixeira, a Diretoria da Sociedade Espirita Fraternidade - SEF, Sociedade fundada por Raul, decidiu informar, notícias oriundas dos Estados Unidos, Nova Iorque, onde Raul se encontra internado. Procuraremos concentrar as notícias por meio deste canal, refletindo a máxima fidedignidade.


20-11-2011 - 17 horas


O nosso querido irmão Raul foi transferido de hospital em 19/11, ontem, permanece ainda na UTI, ma está consciente, embora com o lado direito do corpo comprometido, comunicando-se com dificuldade, alimentando-se com substâncias pastosas, quando nos dias anteriores só se alimentava a base de líquidos.

Os resultados das baterias de exames realizados hoje mostram melhoras auspiciosas e significativas, os fisioterapeutas e os fonoaudiólogos atestaram um leve aumento de mobilidade e de pronunciamento de palavras.

O hospital continua recebendo inúmeras manifestações de solidariedade, de outros países e continentes, o que vem impresionando sobremaneira os médicos e toda a equipe que está atendendo Raul.

Continuamos aguardando a evolução de seu quadro que, devagar, já está se dando, e orando por ele. Faremos atualizações a cada novas notícias.

Agradecidos pelas manifestações de carinho e apreço dos irmãos, despedimo-nos, fraternalmente

Diretoria da Sociedade Espirita Fraternidade

FONTE:http://amigoespirita.ning.com/

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Experiência de quase-morte


O que ocorre na ante-sala da morte

Cardiologista rompe o silêncio da ciência sobre relatos feitos por pessoas "ressuscitadas"




Acostumados a lutar contra a morte, dificilmente se esperaria, de profissionais racionais como os médicos, uma reflexão ao estilo de Hamlet, de Shakespeare, diante do fantasma de seu pai, sobre o que pode acontecer depois que a consciência abandona o corpo. Nos últimos tempos, porém, quando se tornaram freqüentes os casos em que massagens cardíacas e estimuladores elétricos restauram a consciência ou a vida de indivíduos clinicamente mortos, a discussão tornou-se obrigatória.
Nas conversas nos corredores dos hospitais, cirurgiões e anestesistas, a contragosto e quase se desculpando, relatam histórias de pacientes que se lembram do que sentiram e viram nos minutos em que pararam de respirar e o cérebro não estava mais recebendo oxigênio. Mais pragmático que seus colegas, o cardiologista holandês Pim van Lommel resolveu dar a essas conversas um tratamento científico. Lommel compilou entrevistas com pacientes que 'passaram para o lado de lá' e voltaram. A experiência foi publicada na respeitada revista médica inglesa The Lancet e causou controvérsias no mundo todo.
Não por acaso cientista proveniente de um país onde a eutanásia é praticada com mais desembaraço do que em outros lugares, o holandês Lommel juntou-se a um punhado de especialistas acostumados a mexer com temas mais familiares hoje em dia aos místicos, paranormais e, infelizmente, aos aventureiros e ilusionistas, do que aos médicos. As conclusões a que chegou são consideradas no mínimo impressionantes.
O cardiologista entrevistou 344 pacientes de dez hospitais da Holanda que tinham sido considerados clinicamente mortos – condição estabelecida a partir de um eletrocardiograma. Para os médicos, uma pessoa é considerada clinicamente morta quando o cérebro não recebe suprimento suficiente de sangue, como resultado de falta de circulação, oxigenação ou de ambos. Nesses casos, se não forem realizadas tentativas de ressuscitação em um prazo de cinco a dez minutos, os danos cerebrais tornam-se irreparáveis e não há como sobreviver. Dos pacientes entrevistados, 62, ou 18%, disseram ter passado por uma experiência que os estudiosos chamam de quase-morte. Os outros 282 não lembravam de coisa alguma do período em que estiveram inconscientes.
Nos casos de lembrança, as pessoas relatam diversos tipos de visões. As mais comuns são sensações de se ver fora do corpo, a percepção de uma luz em um túnel escuro, o encontro com amigos e parentes queridos já mortos e a revisão da própria vida em flash-back. Os relatos não são originais. Desde que o assunto começou a ser estudado pelo americano Raymond Moody, em 1975, os estudiosos perceberam que as lembranças, embora não sejam idênticas, obedecem a um mesmo padrão. Isso ocorre, notaram os estudiosos, mesmo em diferentes culturas. Pessoas em estado terminal, com câncer ou Aids, ou que entraram em coma em conseqüência de acidentes, tentativa de suicídio etc. também relataram experiências similares.
Os relatos se repetem
Embora não sejam idênticos, os relatos de pessoas que disseram ter passado por uma experiência de quase-morte (near-death experience, ou NDE, em inglês) têm muitos elementos em comum, conforme foi observado pelos estudiosos desse tema. A seguir, são descritas algumas dessas semelhanças:
Projeção do corpo – A sensação de que a pessoa deixou o corpo e está pairando acima dele. Ela pode mais tarde descrever quem estava no local e o que aconteceu.
Movimento em um túnel – A sensação de se locomover em um túnel escuro.
Bem-aventurança – Lembrança de ter sentido uma emoção profunda.

Visão de luz – A sensação de ir de encontro a uma luz, descrita como dourada ou branca, que exerce profunda atração.

Encontro com pessoas já mortas – Podem ser pessoas muito queridas que já morreram, reconhecidas ou não, seres sagrados, entidades não identificadas ou 'seres de luz', muitas vezes símbolos da própria religião.
Revisão da própria vida – A sensação de ver ou reexperimentar eventos significativos ou triviais da própria vida, algumas vezes sob a perspectiva de outras pessoas envolvidas. Como resultado disso, a reformulação das próprias opiniões sobre as coisas e mudanças que serão necessárias caso tenha uma segunda chance.
Entendimento – A sensação de entender tudo, de saber como o Universo funciona.
Obstáculo – A sensação de ter chegado a um penhasco, cerca, água ou algum tipo de obstáculo que não pode ser cruzado se a pessoa pretende voltar à vida.
Retorno à vida – A decisão de voltar a viver é voluntária e normalmente associada a alguma tarefa que ficou inacabada ou à existência de filhos.


Memória falsa

Lommel queria estabelecer a freqüência desses casos em pacientes que tiveram ataques cardíacos e os fatores que afetavam a freqüência, conteúdo e profundidade das experiências, tais como intensidade dos ataques, tipo de medicação, sexo, idade, religião, grau de educação. Para isso, usou vários tipos de entrevista-padrão aceitas normalmente em análises científicas. Fez novamente as mesmas entrevistas dois anos depois dos ataques cardíacos, com os sobreviventes, comparando com aqueles que, embora também estivessem clinicamente mortos, não se lembravam de ter passado por essas experiências.

Dois anos depois dos ataques, 19 dos 62 pacientes haviam morrido e seis recusaram-se a ser entrevistados de novo. Lommel só pôde entrevistar 37 pacientes, mas todos contaram novamente suas experiências quase com as mesmas palavras. Curiosamente, quatro pacientes do grupo de controle, ou seja, que não tinham relatado a visão de quase-morte da primeira vez, mudaram o seu depoimento. Lommel sugere que esses pacientes poderiam ter se sentido pouco à vontade para descrever o que passaram na primeira entrevista, mas não há como descobrir se isso de fato ocorreu ou se eles simplesmente desejavam acreditar que também tivessem passado pela experiência. Estudos recentes na área de psicologia mostram que ao imaginar que viveram certas situações, muitas pessoas podem desenvolver o que se costuma chamar de memórias falsas.

Mudanças de vida

Durante 12 anos, o cardiologista-chefe do Hospital Rijnstate, Pim van Lommel, em Arnhem, na Holanda, acompanhou os 344 pacientes de seu estudo, publicado na revista médica inglesa The Lancet. Eram cardíacos que sofreram processo de reanimação em dez hospitais. Entre os 62 que disseram ter se lembrado do que ocorreu no momento em que estavam clinicamente mortos, 13 (ou 12%) morreram logo depois de serem entrevistados - um índice significativamente maior do que entre aqueles que não se lembravam de nada. A idade média dos pacientes era 62 anos, mas havia um de apenas 26 e outro de 92 anos. Lommel relata que todos os 38 pacientes remanescentes de sua pesquisa, tendo ou não se lembrado de ter passado por uma experiência de quase-morte, relataram uma grande mudança em suas vidas. Disseram se sentir melhor, ter mais auto-estima e valores religiosos.
O acompanhamento de doentes terminais ganhou força no fim da 2ª Guerra Mundial com o trabalho da pesquisadora suíça Elizabeth Kubler-Ross, iniciado nos campos de concentração da Polônia. Como professora-assistente de Psiquiatria no Billings Hospital de Chicago, ela criou o termo tanatologia, que significa o estudo das necessidades dos que estão próximos da morte. Durante os seus anos de experiência, ela começou a guardar relatos de seus pacientes e notou que muitos deles falavam de experiências fora de corpo, túneis de luz e sensações de bem-estar, as mesmas lembranças relatadas pelos pacientes de van Lommel no seu estudo.

Sem explicação

O resultado das entrevistas realizadas por Lommel com os pacientes demonstrou que não havia um padrão definido, ou seja, nenhum fator físico, como a duração do problema cardíaco, a medicação ou os danos à saúde, poderia ter influenciado aquelas visões. Além disso, as entrevistas não confirmaram uma coincidência de fatores psicológicos ou culturais, como medo da morte, experiências traumáticas, idade, sexo ou religião que poderiam ter criado um estado mental favorecedor daquela situação.

Conforme Lommel declarou a GALILEU: 'Não há uma boa explicação para a origem ou as causas das experiências de quase-morte. Se os fatores médicos, psicológicos ou neurofisiológicos, por exemplo, fossem os responsáveis por essas visões, todas as pessoas deveriam ter passado por uma experiência semelhante, o que não ocorreu'. Então, o que aconteceu?

As explicações de Lommel surpreendem e contrariam o que normalmente se aceita em ciência. Baseado nos dados observacionais, ele acredita na 'possibilidade da recepção da consciência e não da sua produção pelo cérebro.' Ou seja, o cardiologista levanta a possibilidade de a consciência não estar dentro do cérebro, portanto, não depender exclusivamente do funcionamento dos neurônios para existir. 'Como pode ocorrer uma consciência clara no momento em que o cérebro não está mais funcionando?', pergunta ele. 'O conceito até agora proposto, mas nunca comprovado, de que a consciência e a memória estariam localizadas no cérebro deveria ser revisto', afirma.

Segundo Lommel, o relato dessas visões amplia os limites do conhecimento sobre a consciência humana e sua relação com a mente-cérebro. Essa argumentação não é aceita com naturalidade por outros cientistas. O pesquisador Christopher French, da Unidade de Pesquisa em Psicologia Anômala da Universidade de Londres, afirma que a pesquisa, embora meticulosa, não consegue comprovar se as experiências ocorreram de fato durante o período em que os pacientes estavam clinicamente mortos, ou um pouco antes ou um pouco depois.

French faz uma ressalva em um comentário na mesma edição da revista The Lancet em que Lommel publicou seu artigo. Apesar da pesquisa não mostrar uma resposta convincente, segundo ele, 'estudos desse tipo devem ser considerados um avanço diante das experiências anteriores que visavam explicar o fenômeno'. Para French, 'a natureza das relações entre a mente-cérebro e a possibilidade de vida após a morte são algumas das questões mais profundas sobre o lugar do homem no Universo'.

No entanto, para Luiz Eugênio Mello, professor de neurofisiologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), as visões relatadas por Lommel têm uma explicação mais simples. 'É uma situação análoga ao que ocorre quando uma pessoa entra numa anestesia', afirma. 'Ela pode sonhar, ter alucinações e perceber o que ocorre em volta.' Da mesma forma, diz o professor, a experiência pode ocorrer em pessoas que inalam éter, clorofórmio, cola de sapateiro ou lança-perfume. Essa associação, porém, não explica por que pacientes clinicamente mortos, ou seja, sem estimulação do cérebro, têm visões desse tipo. Daí a falta de um consenso entre os especialistas.

Colega de Mello na Unifesp, Cícero Galli Coimbra, por exemplo, afirma que o fenômeno das visões de quase-morte não pode ser explicado pelos conhecimentos atuais de neurofisiologia. 'Se o resultado do eletroencefalograma for nulo, teoricamente não há neurônios se comunicando, disse Coimbra. 'O fenômeno sugere que existe alguma espécie de estrutura de natureza desconhecida da física. Talvez o cérebro tenha uma forma de projetar a consciência. Isso pode ser o que se chama de alma ou espírito.'

LUCY LUFT
Lembrança de duas experiências de quase-morte
"Contei ao médico, mas ele não acreditou"

A pedagoga aposentada Lucy Lutf, de 66 anos, é uma das pessoas que dizem ter passado por experiências de quase-morte. Na verdade, ela relata que isso ocorreu duas vezes. A primeira, durante um acidente, em 1972, quando Lucy foi empurrada por uma onda para cima de algumas pedras à beira do mar, no Guarujá, litoral paulista.

Lucy recorda-se de que, enquanto lutava contra a morte, sentiu que o corpo se desligava. 'Deslizei por um túnel, a princípio acinzentado, que depois foi clareando', afirma. 'A minha consciência deslizava por esse túnel e eu revivia toda a minha vida, com os acertos e os enganos. Quase no fim do túnel, antevi o outro lado, o que me deu uma sensação incrível de tranqüilidade e de paz.' Lucy conta que viu seu corpo sendo salvo por outras pessoas que estavam no local e mais tarde lembra-se de ter sido levada para um pronto-socorro pois havia ingerido muita água.

A segunda experiência ocorreu nos anos 80. Lucy diz que resolveu fazer uma cirurgia plástica e, apesar de ter passado por todas as providências pré-operatórias, sofreu um choque anafilático e uma parada cardíaca durante a operação. 'Novamente a minha consciência deslocou-se do meu corpo físico e colocou-se acima, em observação, junto ao teto do centro cirúrgico', conta.

Ela também diz lembrar-se que acompanhava tudo e sentia a preocupação dos médicos tentando fazer com que ela retornasse à consciência. Diz que ouviu o cirurgião plástico comentar que ela estava morta e por isso tentava tranqüilizá-lo. 'Depois de ser medicada e de ser feita a massagem cardíaca, retornei', diz. 'Contei ao médico o que ocorreu, mas ele não acreditou.'

Situação incômoda

Um cientista falar tecnicamente em alma ou espírito – a nomenclatura varia conforme o credo de cada um – coloca a ciência na incômoda posição de lidar com situações anômalas e campos desconhecidos mais familiares, por exemplo, à seara da teologia. 'Essas experiências vão ao encontro da percepção das religiões de que a morte é uma travessia, uma porta, não um muro', confirma o teólogo e filósofo Leonardo Boff em entrevista a GALILEU.

Por sua vez, Luiz Eugênio Mello tem um forte argumento contrário. Sensações e visões semelhantes àquelas experimentadas pelos pacientes de Lommel também foram relatadas por pessoas seriamente doentes, mas que não estavam ameaçadas de morrer imediatamente, naquelas que sofriam de depressão ou até mesmo em experiências cotidianas. A psicóloga inglesa Susan Blackmore, também estudiosa do fenômeno, cética e autora do livro Experiências Fora do Corpo, relata que teve uma visão desse tipo enquanto mantinha uma simples conversa com amigos.


LINHA MORTAL
Filme protagonizado por Julia Roberts conta como estudantes de medicina resolvem atravessar a fronteira da morte e voltar à vida

Na opinião da psicóloga, não houve nada de sobrenatural na experiência. 'Acredito que meu cérebro usou memória e imaginação para construir a imagem convincente do mundo do ponto de vista de alguém que estava flutuando acima da cena em que meu corpo estava presente', disse em entrevista a GALILEU. Segundo suas pesquisas, 'qualquer droga que leve a um estado de desinibição, provocando um aumento de endorfina no cérebro, pode provocar uma sensação semelhante à das pessoas que passaram pela quase-morte.' Blackmore também acredita que as visões resultam do 'último impulso do cérebro', e estão programadas para ajudar a 'ultrapassar o trauma da morte'. Segundo ela, o sofrimento em casos traumáticos pode ser tão grande que a natureza estaria assim providenciando uma espécie de alucinação para amortecer o choque da morte.



Estudos sobre casos são antigos

Relatos sobre visões do que ocorre 'do lado de lá' são antigos como as pirâmides egípcias, as epopéias gregas e os registros das civilizações indianas e chinesas. Na República, de Platão (427–347 a.C), conta-se a história de um soldado morto pelo inimigo que viajou para a Terra dos Mortos, mas foi proibido de beber do Rio do Esquecimento porque tinha que retornar à vida. A maioria das religiões partilha o mito de um lugar onde as almas descansam ou padecem depois da morte.
O primeiro relato moderno de visões perto da morte foi feito pelo parapsicólogo italiano Ernesto Bozzano (1862–1943) em 1908. Ele relatou que muitas pessoas, em seu leito de morte, afirmavam ver conhecidos que já haviam morrido. Em 1927, o físico inglês sir William Barrett, membro da Royal Society, publicou o livro Deathbed Visions, no qual relata que essas pessoas não só viam parentes e amigos falecidos, mas contavam histórias e sons de outros mundos. Na década de 60, o parapsicólogo americano Karlis Osis fez um estudo-piloto sobre essas visões e encontrou algumas coincidências, como o fato de a maioria dos testemunhos se referir a conversas com pessoas já mortas.
Em 1975, outro parapsicólogo americano, Raymond Moody, escreveu o livro Vida Após a Vida, que traz mais de cem relatos de pessoas que tiveram morte clínica. O livro tornou-se um best-seller, vendendo mais de 10 milhões de cópias e introduziu a expressão 'near-death experience', ou experiência de quase-morte, no vocabulário.

Contra o apelo místico
Na busca de explicar o fenômeno de uma forma racional, Susan Blackmore ganhou o apoio de vários pesquisadores incomodados com o apelo místico normalmente atribuído a esse tipo de experiência. O mágico e especialista em desmascarar falsos paranormais americano James Randi, por exemplo, é categórico. 'Essas visões ocorrem quando o cérebro está relaxando, perdendo a consciência', disse a GALILEU. 'Pergunte a um anestesista, e ele dirá que as pessoas freqüentemente relatam histórias desse tipo após voltar de um sono induzido.' Randi chega a confessar que passou por uma experiência semelhante quando bateu a cabeça no chão após ser derrubado da bicicleta por um carro.
'Fiquei inconsciente por uns dez minutos depois que minha cabeça bateu no chão', afirma. 'Nesse período, experimentei o fenômeno do túnel de luz e vi pessoas da minha família já falecidas.' Convém lembrar que a JREF (Fundação Educacional James Randi), sediada na Flórida, oferece 1 milhão de dólares para quem conseguir provar, sob verificação científica, supostas capacidades paranormais, como a telecinese (movimentação de objetos a distância), projeção do corpo, visões etc. Até agora, ninguém ganhou o prêmio.
No caso das experiências de quase-morte, em especial, vai ser difícil ir mais longe do que Lommel, pois não há como comprovar o relato das pessoas que disseram ter vivido as sensações relatadas. Segundo Randi: 'Se você me disser que foi levado para Marte na semana passada, eu não posso testar o que você diz, posso?'
Outros especialistas têm explicações diferentes para o fenômeno de quase-morte. Professor de psicossomática e psiconeuroimunologia da USP e da PUC de São Paulo, Esdras Guerreiro Vasconcellos trabalha há mais de 20 anos com doentes terminais e afirma acreditar que as visões resultam da perda gradual da consciência.
Em sua atividade profissional, Vasconcellos ouviu de vários pacientes relatos semelhantes àqueles citados por Lommel e não se espanta com os depoimentos. 'Tudo que vivemos fica registrado no sistema nervoso', afirma. 'E isso vale para situações que não percebemos. A memória do inconsciente aparece no momento em que a consciência desliga.' Para o pesquisador, o desligamento gradual da consciência traz certos tipos de imagens e lembranças armazenadas na memória afetiva que retornam quando a pessoa sente que está morrendo.
A multiplicidade de explicações para os fenômenos relatados pelos pacientes a Lommel e a outros estudiosos do assunto coincidem em um ponto. As pessoas que passaram pelas experiências de quase-morte relatam ter usufruído uma sensação indescritível de bem-estar. É inevitável também à maioria dos que tiveram a experiência, aproximarem-se de alguma religião na tentativa de explicar o que sentiram. 'O relato dessas experiências ajuda a superar a cultura materialista moderna, que exclui a morte da vida', afirma Boff. 'Por isso ocorre a sensação de bem-estar.'
O mesmo não se pode dizer daqueles que tiveram sonhos ou alucinações resultantes de experiências alucinógenas, que podem ser terrivelmente amedrontadoras. A sensação relatada pelos pacientes de Lommel também é muito diferente daquela sugerida no mais conhecido filme sobre o assunto, Linha Mortal (1990), tendo Julia Roberts como uma das protagonistas. Nesse filme, cinco estudantes de medicina resolvem atravessar a fronteira da morte e voltar à vida para contar ao mundo como é morrer. Mas a pesquisa transforma-se em um pesadelo quando eles tentam consertar os erros do passado.
Também, é claro, os relatos não se parecem com a história romântica de Do Outro Lado da Vida (Ghost, 1990), quando o herói (Patrick Swayze) é assassinado, mas seu fantasma insiste em permanecer no mundo dos vivos para proteger sua mulher (Demi Moore) do assassino. No entanto, uma história curiosa, relatada por Lommel, mostra que algumas pessoas podem ter consciência do que ocorre a seu redor, apesar de estarem em coma profundo.
Segundo o relato de uma enfermeira de unidade coronária, um dos pacientes entrevistados pelo cardiologista era um homem de 44 anos que havia tido um ataque cardíaco e foi submetido a massagem no coração e estímulos elétricos. Para que não se machucasse, a enfermeira tirou a sua dentadura da boca. Uma semana depois, a enfermeira voltou a vê-lo, já recuperado. Na ocasião, o paciente a reconheceu e disse: 'Foi você quem tirou a dentadura da minha boca para que eu fosse entubado. Você sabe onde ela está'. O paciente, segundo o seu relato, havia visto todo o seu processo de ressuscitamento de um ponto acima do seu corpo. E, segundo a enfermeira, foi capaz de descrever em detalhes o local em que isso ocorreu e as pessoas que estavam lá. Lommel também não dá uma explicação para o fato, mas conseguiu ser científico com um assunto cuidadosamente evitado pela ciência.
Quatro explicações diferentes para os fenômenos observados
OSCAR QUEVEDO
Padre e parapsicólogo

O religioso católico dirige o Centro Latino-Americano de Parapsicologia em São Paulo (Clapp) e destaca-se como experiente desmascarador de curandeiros e eventos tidos como sobrenaturais. Ele diz que os grandes parapsicólogos que estudam as experiências de quase-morte afirmam que o fenômeno é raríssimo, espontâneo e nada tem a ver com o além. 'Uns dizem que vêem uma luz. Claro, se levar um golpe na cabeça e apertar os olhos, vai ver luz. Se fizer muita oxigenação, como no ioga, vai ver luz', afirma ele. E continua: 'Há quem diga que a luz é Jesus Cristo. Mas será que Jesus se adiantou, não sabia que a pessoa ainda não tinha morrido? Outros dizem que viram um túnel e uma luz no fundo; ou um mar, ou um deserto. Os relatos, de fato, são muito diferentes e não são freqüentes, mas muito raros'.
SUSAN BLACKMORE
Psicóloga e autora de livros sobre a morte

Uma das mais famosas pesquisadoras de estudos sobre causas de experiências de quase-morte, a psicóloga inglesa Susan Blackmore é autora de quatro livros sobre o assunto, entre os quais Experiências Fora do Corpo. Ela afirma que as sensações e visões são perfeitamente explicáveis e podem ser vivenciadas também por pessoas que não correm o risco de morrer. 'Qualquer coisa que provoque uma sensação de desinibição no cérebro, como drogas, por exemplo, pode causar uma visão ou uma sensação parecida com aquela experimentada pelas pessoas que estiveram clinicamente mortas', afirma. Ela acredita que, no caso dessas pessoas, as sensações são o último impulso do cérebro para ajudar a enfrentar o trauma da morte.
JAMES RANDI
Mágico e cético
Criador da JREF (Fundação Educacional James Randi), uma entidade que oferece 1 milhão de dólares para quem conseguir provar, sob verificação científica, supostas capacidades paranormais, James Randi obviamente não acredita que as experiências de quase-morte tenham alguma explicação além da lógica da ciência – muito menos espiritual. Para ele, os relatos das pessoas que estiveram clinicamente mortas podem ser explicadas por processos fisiológicos. Randi conta que passou por algo semelhante uma vez, após ser derrubado da bicicleta por um carro. Na ocasião, bateu a cabeça no chão e ficou desacordado por cerca de dez minutos. Diz que nesse período viu o túnel de luz e pessoas da família já falecidas. Mas credita o fato ao relaxamento do cérebro ao perder a consciência.
JULIA NEZU
Vice-presidente da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

Para os espíritas, os relatos de pessoas clinicamente mortas que voltaram à vida demonstram que seus espíritos estavam se desprendendo parcialmente e vivenciando novas experiências. Se eles se desprendessem totalmente, as pessoas não retornariam mais à vida. Segundo Julia Nezu, as histórias sobre a passagem por um túnel com uma luz ao fundo é literal. 'Trata-se de um caminho que as pessoas percorrem para atingir o mundo espiritual', afirma. Ela diz que os relatos de experiências de quase-morte coincidem com os textos feitos por médiuns em muitos livros publicados. Segundo os espíritas, esses casos servem para mostrar à humanidade que o espírito continua vivo após a morte.
Para Navegar


Para Ler

  • O Mistério da Morte – A experiência de quase-morte, Marisa St Clair. Editorial Estampa. Lisboa. 1999
  • Experiências Fora do Corpo, Susan Blackmore. São Paulo. Pensamento. 1991
  • Sobre a Morte e o Morrer, Elizabeth Kubler-Ross. Martins Fontes. SP. 2001
  • Vida Depois da Vida, Raymond Moody. Nórdica. SP. 1979
  • The Encyclopedia of Claims, Frauds and Hoaxes, James Randi. St Martin Press. N.York. 1997
fonte: http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT483439-1940-1,00.html

Fenômeno UFO: Os ufos e os monumentos das antigas civilizações

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Diante das provas

     
Senhor que a vossa bondade e compaixão possa envolver a todos os nossos irmãos que nesse momento estão em desespero e sofrimento. Derrama sobre eles o vosso olhar de bondade, de amor e paz. Ameniza senhor a dor de nossos irmãos que perderam seus entes queridos, vítimas de acidentes desastrosos, ameniza OH PAI! a dor e o sofrimento daqueles que se encontram em seus leitos de dor.Tende compaixão de nossos irmãos que se entregam aos vícios enfermiços que consomem seus corpos e espíritos. Ilumina Senhor aos dirigentes das nações para que possam atuar com justiça e bondade em favor dos menos favorecidos e que o teu amor e atua paz, possam envolvernos hoje e sempre.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

JESUS

O Espiritismo não vem procurar os perfeitos

“O Espiritismo não vem procurar os perfeitos, mas os que se esforçam em o ser pondo em prática os ensinos dos Espíritos. O verdadeiro espírita não é o que alcançou a meta, mas o que sinceramente quer atingi-la. Sejam quais forem os seus antecedentes, que será bom espírita desde que reconheça suas imperfeições e seja sincero e perseverante no propósito de se emendar.”
Allan Kardec


ORAÇÃO NOSSA,CHICO XAVIER.








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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

MAIS SOBRE OBSESSÃO

12. Técnicas de Obsessão

É impossível informar todos os tipos de artimanhas e técnicas utilizadas pelos irmãos obsessores, contudo, podemos citar algumas que foram encontradas em livros e também observadas durante as reuniões de desobsessão.

É muito importante entender que um obsessor não larga a vítima só porque essa vai ao centro espírita e muitas vezes o obsessor não pode ser desligado de abruptamente e nem levado diretamente para uma reunião de desobsessão. Os instrutores espirituais são prudentes e esperam o melhor momento para agir.

É importante ter paciência e entender o que os irmãos obsessores tudo fazem para não perderem suas vítimas.

12.1 Durante o Sono

Durante o sono o desencarnado pode arrastar o encarnado para regiões do astral inferior onde pode estender o seu domínio sobre a mente e as emoções da vítima.
Quando a vítima se desliga do corpo muitos obsessores a perseguem, fazendo-a relembrar dos erros cometidos, muitas vezes até agredindo-a. Muitos pesadelos são na verdade encontros com obsessores.

Também pode acontecer do obsessor se mostrar transformado em monstro ou até projetar imagens ou cenas tenebrosas para inspirar medo em sua vítima, tornando-a ainda mais frágil e suscetível de influência.


12.2 Obsessão a Distância

Quando foi estabelecida uma forte ligação entre o obsessor e a vítima é possível que a obsessão se faça parcialmente à distância. Os obsessores podem plasmar condensadores astrais que funcionam como acumuladores de vibrações inferiores, bombardeando constantemente a vítima. Estas técnicas são muito comuns nos feitiços realizados pelos conhecedores de magia negra.


12.3 Ligação de Entidades Infelizes e Inconscientes ao Obsediado

Essa é um prática muito comum realizada pelas legiões de obsessores.

São ligadas a vítima as seguintes categorias de espíritos:

- Espíritos desequilibrados que se encontram inconscientes.
- Suicidas.
- Ovóides (espíritos que perderam a forma).
- Desencarnados hipnotizados.
- Sangue-Sugas e outros elementos astrais que absorvem vitalidade

O obsessor desta forma fica ligado ao perispírito da vítima sem esforço, já que o próprio desequilíbrio dos irmãos vai, aos poucos, debilitando a aura da vítima.

Os ovóides e as sangue-sugas podem ser utilizados para absorver a vitalidade da vítima. Os obsessores aparecem de tempos em tempos para retirar a vitalidade armazenada e manter sua dominação sobre o obsediado.

Retiramos um exemplo do livro Libertação, de Chico Xavier:

"Dois desencarnados, de horrível aspecto fisionômico, inclinavam-se, confiantes e dominadores, sobre o busto da enferma, submetendo-a a complicada operação magnética. Essa particularidade do quadro ambiente dava para espantar. No entanto, meu assombro foi muito mais longe, quando concentrei todo o meu potencial de atenção na cabeça da jovem singularmente abatida. Interpenetrando a matéria espessa da cabeceira em que descansava, surgiam algumas dezenas de “corpos ovóides”, de vários tamanhos e de cor plúmbea, assemelhando-se a grandes sementes vivas, atadas ao cérebro da paciente através de fios sutilíssimos, cuidadosamente dispostos na medula alongada.

A obra dos perseguidores desencarnados era meticulosa, cruel.

Margarida, pelo corpo perispirítico, jazia absolutamente presa, não só aos truculentos perturbadores que a assediavam, mas também à vasta falange de entidades inconscientes, que se caracterizavam pelo veículo mental, a se lhe apropriarem das forças, vampirizando-a em processo intensivo.

Em verdade, já observara, por mim, grande quantidade de casos violentos de obsessão, mas sempre dirigidos por paixões fulminatórias. Entretanto, ali verificava o cerco tecnicamente organizado.

Evidentemente, as "formas ovóides" haviam sido trazidas pelos hipnotizadores que senhoreavam o quadro.

Com a devida permissão, analisei a zona física hostilizada. Reparei que todos os centros metabólicos da doente apareciam controlados. A própria pressão sanguínea demorava-se sob o comando dos perseguidores. A região torácica apresentava apreciáveis feridas na pele e, examinando-as, cuidadoso, vi que a enferma inalava substâncias escuras que não somente lhe pesavam nos pulmões, mas se refletiam, sobremodo, nas células e fibras conjuntivas, formando ulcerações na epiderme.

A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às "formas ovóides”, que se alimentavam delas, automàticamente, num movimento indefinível de sucção."


12.4 Hipnose

A hipnose do desencarnado sobre o encarnado pode ser melhor entendida como um livre acesso dos pensamentos e emoções do hipnotizador para o encarnado, que não oferece resistência, tendo as visões, desejos e até sensações emitidas.

Pensamento fixo em idéias de baixo teor e se concentrando no seu envio para o encarnado, assim o desencarnado emite poderosas energias, que somente podem ser freadas se o prejudicado tiver em seu coração as sementes do Evangelho.

Abaixo seguem alguns trechos que explicam um pouco mais sobre a hipnose realizada pelos obsessores:

Nos Domínios da Mediunidade – Capitulo 22 – Emersão no Passado

"É um problema complexo de fascinação. Nossa irmã permanece controlada por terrível hipnotizador desencarnado, assistido por vários companheiros que se deixaram vencer pelas teias da vingança. No ímpeto de ódio com que se lança sobre a infeliz, propõe-se humilhá-la, utilizando-se da sugestão. Não fosse o concurso fraternal que veio recolher neste santuário de prece, em transes como este seria vítima integral da licantropia deformante. Muitos Espíritos, pervertidos no crime, abusam dos poderes da inteligência, fazendo pesar tigrina crueldade sobre quantos ainda sintonizam com eles pelos débitos do passado. A semelhantes vampiros devemos muitos quadros dolorosos da patologia mental nos manicômios, em que numerosos pacientes, sob intensiva ação hipnótica, imitam costumes, posições e atitudes de animais diversos.

Ao passo que a doente gemia de estranho modo, amparada pelo esposo e por Raul, que se esmerava no auxílio, Hilário, espantado, indagou:
- Tão doloroso fenômeno é comum?
- Muito generalizado nos processos expiatórios em que os Espíritos acumpliciados na delinqUência descambam para a esfera vibratória dos brutos - esclareceu nosso orientador, coadjuvando em benefício da enferma, cujo cérebro prosseguia governado pelo insensível perseguidor como brinquedo em mãos de criança.

- E por que não separar de vez o algoz da vítima?
- Calma, Hilário! - ponderou o Assistente. Ainda não examinamos o assunto em sua estrutura básica. Toda obsessão tem alicerces na reciprocidade. Recordemos o ensinamento de nosso Divino Mestre. Não basta arrancar o joio. É preciso saber até que ponto a raiz dele se entranha no solo com a raiz do trigo, para que não venhamos a esmagar um e outro. Não há dor sem razão. Atendamos, assim, à lei da cooperação, sem o propósito de nos anteciparmos à Justiça Divina
"


12.5 Confundindo os Obsidiados

O obsessor faz de tudo para não deixar que o obsediado se ligue a grupos religiosos ou de auto-ajuda que acabarão afastando-o do domínio do verdugo.

Os obsessores confundem o obsediado quando alguém próximo tenta auxiliá-lo ou quando por vontade própria ele começa a freqüentar algum templo de ensinamentos elevados.
O obsessor causa problemas pessoais, impedimentos, desânimo, irritações, etc que desestimulem o obsediado.

Muitos irmãos relatam das dificuldades que têm de manter as rotinas de tratamento, sendo muitas vezes obrigados a faltar o encontro.

A solução é paciência e perseverança. Ninguém está desamparado, se existem espíritos que trabalham para que tudo dê errado, existem muitos outros que operam na esfera de Jesus e que jamais te negarão ajuda.

Abaixo seguem dois trechos retirados para exemplificar o que informamos:

Libertação – Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz

"Reparei, através do halo de muita gente, que determinado número de frequentadores se esforçava por melhorar a atitude mental na oração. Reflexos arroxeados, tendendo a vacilante brilho, apareciam aqui e acolá; contudo, os malfeitores desencarnados propositadamente se postavam ao pé dos que se candidatavam à fé renovadora e reverente, buscando conturbá-los.
Não longe, fixei a atenção numa senhora que acompanhava o sacerdote com o manifesto desejo de receber a bênção celestial; os olhos úmidos e os tênues raios de luz, que se lhe projetavam da mente, diziam da sincera aspiração àvida superior que, naquele instante, lhe banhava o pensamento devoto; entretanto, dois transviados da esfera inferior, percebendo-lhe a esperança construtiva, tentavam anular-lhe a atenção e, segundo o que me foi permitido verificar, lhe sugeriam reminiscências de baixo teor, inutilizando-lhe a tentativa.

Voltei-me para o orientador, que prestimosa-mente explicou:
- A história de gênios satânicos, atacando os devotos de variados matizes, é, no fundo, absolutamente verdadeira. As inteligências pervertidas, incapazes de receber as vantagens celestes, transformam-se em instrumentos passivos das inteligências rebeladas, que se interessam pela ignorância das massas, com lastimável menosprezo pela espiritualidade superior que nos governa os destinos. A aquisição de fé, por isto mesmo, demanda trabalho individual dos mais persistentes. A confiança no bem e o entusiasmo de viver que a luz religiosa nos infunde modificam-nos a tonalidade vibratória. Lucramos infinitamente com a imersão das forças interiores no sublimado idealismo da crença santificante, a que nos afeiçoamos; todavia, o serviço real que nos cabe não se resume só a palavras. A profissão de fé não é tudo. A experiência da alma no corpo denso destina-se, de maneira fundamental, ao aprimoramento do indivíduo. É nos atritos da marcha que o ser se desenvolve, se apura e ilumina. Não obstante, a tendência dos crentes, em geral, é a de fugir aos conflitos da senda. Pessoas existem que depois de servirem ao ideal religioso, durante dois anos, pretendem o repouso de vinte séculos. Em todas as casas de fé, os mensageiros do Senhor distribuem favores e bênçãos compatíveis com as necessidades de cada um; entretanto, é imprescindível que se prepare o coração nas linhas do mérito, a fim de recolhê-los. Entre emissão e recepção, prevalece o imperativo da sintonia. Sem esforço preparatório, é impossível ambientar o benefício
"

Nos Domínios da Mediunidade – Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz

"Que ocorre, porém, quando os encarnados não prestam atenção aos ensinamentos ouvidos?
- Sem dúvida, passam pelos santuários da fé na condição de urnas cerradas. Impermeáveis ao bom aviso, continuam inacessíveis à mudança necessária.
- Mas este mesmo fenômeno se repete nas igrejas de outras confissões religiosas?
- Sim. A palavra desempenha significativo papel nas construções do espírito. Sermões e conferências de sacerdotes e doutrinadores, em variados setores da fé, sempre que inspirados no Infinito Bem, guardam o objetivo da elevação moral.

O Assistente meditou um instante e acrescentou:
- Entre os homens, porém, se não é fácil cultivar a vida digna, é muito difícil habilitar-se a criatura à morte libertadora. Comumente, desencarna-se a alma, sem que se lhe desagarrem os pensamentos, enovelados em situações, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, continua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo, cristalizada e enfermiça em paisagens inquietantes, criadas por ela mesma. Daí o valor do culto religioso respeitável, formando ambiente propício à ascensão espiritual, com indiscutíveis vantagens, não só para os Espíritos encarnados que a ele assistem, com sinceridade e fervor, mas também para os desencarnados, que aspiram à própria transformação. Todos os santuários, em seus atos públicos, estão repletos de almas necessitadas que a eles comparecem, sem o veículo denso, sequiosas de reconforto. Os expositores da boa palavra podem ser comparados a técnicos eletricistas, desligando «tomadas mentais», através dos princípios libertadores que distribuem na esfera do pensamento.

Sorriu bem-humorado e prosseguiu:
- Em razão disso, as entidades vampirizantes operam contra eles, muitas vezes envolvendo-lhes os ouvintes em fluidos entorpecentes, conduzindo esses últimos ao sono provocado, para que se lhes adie a renovação
"

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